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Avanço ante da desigualdades

01:30 | 28/12/2017

O presidente do Conselho Regional de Economia no Ceará (Corecon-CE), Lauro Chaves, afirma que a redução de juros de forma consistente sempre será uma boa notícia, quando está focada na inovação mais ainda. Para ele, só a inovação agrega valor e gera diferencial competitivo. “Poderiam ser selecionados alguns setores estratégicos onde não existisse juros reais no financiamento de projetos de inovação”, ressalta.

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Para o economista e presidente da Apimec-NE, Célio Fernando, a MP 812 pode ser considerada um avanço com relação às taxas diante dos desequilíbrios regionais. Com critérios que, se avaliados a renda domiciliar média brasileira em 2016 em relação a renda domiciliar média do Estado do Ceará, R$ 1.226 e R$ 751, respectivamente, podem oferecer um fator de redução de taxas para a região de cerca de 39%.

“O lado mais difícil é a queda da taxa de administração do Banco Administrador, que até 2023, aqui do BNB, cairá do atual patamar de 3% para 1,5%. Considerando uma inflação de 2,8% e juros de 5,12% pré-fixados, a taxa bruta ficaria em torno de 8,06%. (Artumira Dutra)