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Jornal

Condomínios são como empresas

03/11/2017 01:30:00

A terceirização dos serviços nos condomínios é uma das principais questões de debate para o segmento no ano de 2018. De acordo com o vice-presidente da Associação das Empresas Administradoras e Apoio a Condomínios do Estado do Ceará (Aadconce), Marcos Vinícius, a administração dos prédios e a mão de obra devem ser responsabilidade de uma empresa especializada, que possa prestar assessoria jurídica e financeira a fim de garantir mais segurança aos condôminos.


Profissionalização

“Atualmente, o prédio residencial é uma empresa com administração financeira, responsabilidades trabalhistas e previdenciárias. É preciso ter mais profissionalização nessa área. O síndico, por exemplo, precisa ser um profissional com formação para administrar e fechar as contas”, diz.

 

Marcos defende que é preciso acabar com a responsabilidade solidária, quando a empresa não consegue arcar com as contas do prédio e o condomínio precisa cobrir as despesas. Ele também recomenda atenção para saber se as empresas estão cobrando preços acima dos praticas no mercado, pois a terceirização dos serviços deve crescer ainda mais nos prédios residenciais.


A vice-presidente de Condomínios do Sindicato da Habitação do Ceará (Secovi-CE), Lilian Alves, afirma que, em 2018, pretende amadurecer a questão da profissionalização dos síndicos, através do curso que o própria entidade oferece. Juntamente com a inserção de novas tecnologias para os prédios, a profissão de síndico deve ser melhor revista.


No último dia 1º, a Aadconce participou do pré-lançamento do projeto Expo Market Condomínios 2018, evento organizado pelo Grupo de Comunicação O POVO. No encontro, estiveram presentes empresas como o banco Bradesco, a companhia de administração de condomínios Metas, o Secovi-CE e a empresa de materiais elétricos Carmehil.

Rodrigo Aparecido/Especial para O POVO

 

Adriano Nogueira

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