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O que está em jogo

06/10/2017 01:30:00

O sucessor de Beto Studart da Presidência da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) terá sob comando um sistema que envolve receitas de, no mínimo, R$ 133,44 milhões, montante relacionado apenas ao Serviço Social da Indústria (Sesi) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) Ceará, em 2017.


A Fiec - fundada em 1950 e ligada à Confederação Nacional da Indústria (CNI) - tem três braços principais com atuação em Fortaleza e Região Metropolitana, Zona Norte e Cariri: além do Sesi e Senai, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).


Assim como o Senai, o Sesi é uma entidade privada, cuja gestão é fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Dados de execução orçamentária, disponíveis no site do Sesi no Ceará, indicam receita estimada em R$ 122.140.497,65, para o período de janeiro a dezembro deste ano. O total considera contribuições (R$ 72 milhões), serviços (R$ 17 milhões) e apoios financeiros (R$ 8 milhões), entre outras receitas.


O Senai-CE, por sua vez, tem receita total para 2017 estimada em R$ 11.303.669,75. A receita de janeiro a junho deste ano foi de R$ 57.754.073,85 - informa a Gerência de Planejamento da instituição.

Lígia Costa

Adriano Nogueira

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