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Jornal

Vista a camisa e ajude alguém a realizar um sonho

Campanha Somos Todos Humanos desenvolveu projetos para Instituto Beatriz e Lauro Fiuza (IBLF) e Associação Nossa Casa Mãe África

07/07/2017 01:30:00
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Incentivar as pessoas a “vestirem” a camisa e a completar o sonho de alguém foi o mote utilizado pelos os alunos de Publicidade e Propaganda da Fanor para a campanha Somos Todos Humanos. Com os slogans, “Vista essa camisa. Ajude-nos a vestir mais sonhos” e “Você pode completar esses sonho”, os alunos desenvolveram as peças para o Instituto Beatriz e Lauro Fiuza (IBLF) e Associação Nossa Casa Mãe África, respectivamente. O STH foi desenvolvido pelo Grupo de Comunicação O POVO e Fundação Demócrito Rocha.


O objetivo da iniciativa é unir instituições de ensino superior e agências digitais para desenvolverem campanhas para duas entidades que desempenham trabalho social no Estado. A veiculação começou no dia 27 de março de 2017 e foi até o dia 25 de maio, no O POVO Online e nas redes sociais do O POVO. As peças criadas pelos alunos da Fanor para o IBFL foram veiculadas nos dias 27 a 29 de março. As produzidas para a Nossa Casa Mãe África foram veiculadas entre o dia 21 a 25 de maio.


A diretora executiva do IBLF, Bia Fiúza Barros, conta que a campanha ajudou a entidade a refazer a sua identidade digital e a qualificar o seu material gráfico, que estava desatualizada há um bom tempo. Bia também conta que pretende adequar a ideia da campanha para criação de outras peças externa à campanha.


“A interação com os alunos da Fanor foi muito legal. Os meninos são fantásticos, fizeram um trabalho bacana e a Código Digital deu todo apoio para orientar e tornar a campanha mais próxima do que se faz hoje no mercado”, conta a diretora.


Segundo a professora do curso de publicidade e propaganda da Fanor, Talita Garcez, conta que os alunos da agência júnior de publicidade e propaganda da instituição, a Fonte, formaram equipes e apresentaram as propostas de campanha. A equipe vencedora, formada por quatro alunos, foi selecionada pelo IBLF, a agência Código Digital e pelo O POVO para desenvolver as peças e ajustou formatos com o acompanhamento da agência.


“Adoramos participar do projeto, porque é importante para os alunos já que eles veículem suas peças e também para as instituições que muitas vezes não têm a ajuda das agências do mercado para desenvolverem suas campanhas”, conta a professora.


A professora também pontuou que a campanha ajudou os alunos a terem uma noção completa de todo o processo de construção das peças. “Da coleta do briefing, criação, produção das peças, defesa da campanha e programação da mídia. Após a entrega das peças e finalização da iniciativa, os alunos estreitaram a relação com o IBLF e continuou trabalhando para ele”.

 

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