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Kimaya Carvalho. Caminhos até o feminino

Terapeuta holística Kimaya Carvalho indica uma trajetória interior até as forças amorosas e singulares de cada mulher

00:00 | 09/12/2018

Ana Mary C. Cavalcante

anamary@opovo.com.br

 

Kimaya Carvalho é professora internacional na área de Terapia Holística de Transformação Interior e especializada em meditação Osho. Na bagagem que traz da Índia, onde mora há quase 20 anos, ela leva um caminho inteiro de vivências até as forças amorosas e singulares femininas. Em Fortaleza, Kimaya convida todas as mulheres a fazerem o que ela chama de "um percurso de volta para casa": ir até dentro de nós. No curso "Reconectando com a essência do feminino", por meio de meditações, dança e massagens, a terapeuta holística quer conduzir as mulheres pelo amor próprio, pela sexualidade, pela vitalidade. Uma trajetória, ela diz, que se trilha "com pernas e coração". Nesta entrevista, Kimaya mostra um norte para o autoconhecimento.

 

O POVO: Qual é a essência do feminino e como se reconectar?

 

Kimaya Carvalho - Hoje em dia, mais e mais, o trabalho do feminino está tendo uma dimensão enorme e fico feliz por isso. Tem a linguagem do divino feminino e, para mim, gosto mais de falar no sentido da essência: aquelas qualidades inatas que a gente, por ter nascido nesse corpo feminino, tem naturalmente. Eu uso muito o mapa dos chacras e alguns são positivos para as mulheres, onde a gente está mais em casa, está mais reconectado com nossa própria força sem tentar se algo diferente. Porque quando a gente tenta fazer esse algo diferente, a gente está fora da nossa essência. A mulher, naturalmente, nós temos a capacidade de dar amor, esse espaço do coração é natural pra gente. Então, isso é um centro da nossa essência, onde a gente se empodera quando a gente está mais conectado, por exemplo, nesses valores. Assim como a criatividade, a sexualidade, a intuição.

 

OP - A força é uma essência feminina?

 

Kimaya - Sim, claro, mas o que é a força feminina? A gente, muitas vezes, compara: eu sou tão forte quanto o homem. Tem essa competição, e não é por aí. Na verdade, quando a gente está falando da força, é a força da nossa essência, da nossa vitalidade, do nosso amor, da nossa sabedoria e que é acessada de formas diferentes. E, no momento que a gente tenta comparar algo, a gente sai da nossa essência e perde a conexão real do que é.

 

OP - Existe um melhor momento, na vida de uma mulher, para se reconectar ou buscar esse feminino?

 

Kimaya - (risos) Sempre! Mas tem momentos onde a mulher ainda se sente um pouco desconectada, na verdade, sente que ela está fora da linha dela. E, claro, sempre é o momento. Tem alguns momentos que a gente sente que tem que fazer algo porque eu estou longe de mim, estou longe da minha felicidade, longe de estar bem comigo e com os outros. E tem muitas reações nisso: a gente se sente frustrada, infeliz, sobrecarregada. Isso tudo são sinais de que alguma coisa não está indo muito legal ali.

 

OP - Quais os caminhos para esse reencontro? Quando nos perdemos de nós, para onde vamos?

 

Kimaya - Pra dentro. Porque as respostas estão dentro. A gente só precisa parar, dar um tempo, para poder nos ouvir. Porque a vida traz a gente sempre pra fora, está ouvindo sempre o outro, perguntando o outro. E, no momento que a gente para e esvazia um pouco essas vozes, a gente pode ouvir a nossa própria voz. E a nossa própria voz é a nossa própria essência.

 

OP - O que significa nos apoderarmos da nossa própria essência? O que nos traz esse encontro conosco?

 

Kimaya - Felicidade (risos).

 

OP - Mas é difícil. Olhar para dentro da gente é complicado, não é um caminho fácil...

 

Kimaya - É (risos). Eu sinto assim: primeiro, a gente precisa valorizar, reconhecer que isso é necessário. Segundo, dar tempo pra isso. A gente sempre valoriza alguma coisa fora pra preencher isso e encontrar respostas. E outra coisa que eu sinto que é essencial. A transformação somente pode acontecer através da meditação. É a capacidade de criar espaços, dentro de você, onde, realmente, você possa dar tempo pra você ouvir essa voz, essa essência, essa sua força. O que é empoderar? Para mim, significa estar perto de você, se empoderar da sua força, estar mais conectado com a sua verdade do que algo de alguém. Porque a verdade e as perguntas estão dentro, só que a gente sempre olha pra fora. E não é fácil, no começo. Temos um padrão de pensar o que a gente é e, quando a gente muda, tem o novo. Tem que sair da zona de conforto e continuar praticando, e seguir.

 

OP - Qual o ônus do autoconhecimento, conhecer as próprias verdades?

 

Kimaya - Tem aquele momento onde não sabemos, exatamente, o que eu quero, o que, realmente, é verdade. Tem aquela zona de desconforto. Mas se você vê aquilo como uma coisa "uau!", você passa por aquilo de uma forma diferente. Outra coisa, vai ser um momento de não conforto porque tem algo ali que a gente não conhece, coisas vão estar mudando na nossa vida. Mas se você olhar de forma positiva, quer dizer que as coisas estão mudando porque você está mudando. Então é ter coragem de ficar sozinha, no sentido de não ser parte da massa, seguir os outros. E esse não é um momento confortável, por isso, a meditação tem que vir. Nesses momentos de estresse, você volta pra ti.

 

OP - Por isso é um caminho de uma vida inteira...

 

Kimaya - O autoconhecimento é um caminho, faz parte da tua vida, é uma maneira de ser, de ver. É uma prática, as pessoas querem muito "café instantâneo".

 

OP - A senhora faz um convite, no curso, para "explorar e experenciar a alegria de ser mulher". Ultrapassamos muitas repressões, até aqui, em muitos aspectos do feminino. Este tempo é nosso, das mulheres, somos as donas deste tempo? É o tempo em que mais se fala sobre ser mulher e que mais se desperta para o feminino?

 

Kimaya - Com certeza, mais do que nunca. É o mesmo tempo no mundo. O mundo se tornou um pouco desequilibrado. É mais do que nunca esse chamado, para a força da mulher, que é uma força diferente. E mais do que nunca é necessário porque a terra é feminina e está precisando um pouco mais dessa qualidade, para que a gente salve a existência. Eu sinto que tudo é parte de um equilíbrio. Quando trabalho com a essência do feminino, não quer dizer que tem o estereótipo de ser feminina, é o equilíbrio dessas partes internas da gente. Como negligenciamos isso, fomos muito reprimidas, a gente não se valoriza. Isso tem um reflexo fora, também no mundo.

 

PAÍSES 

 

Kimaya já realizou o curso "Reconectando com a essência do feminino" em países como China, Grécia, Rússia, Espanha e Índia. 

 

Essência

 

Há uma essência feminina que une as mulheres: as qualidades e as dores. É também onde está "um poder de cura muito grande", diz Kimaya.

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