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Jornal

Dinheiro precisa seguir trâmite "democrático", diz gestora

13/05/2017 01:30:00
O processo burocrático pelo qual passa os cinco mil euros doados às crianças que precisam é rotineiro. É normal que doações aguardem até que consigam fazer o bem. De acordo com a secretária executiva do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, Conceição Nunes, o dinheiro “precisa seguir trâmites democráticos”. O objetivo é que haja controle.

 

Sobre a questão de compra de bens duráveis, Conceição explicou que existem dois funcionamentos dos fundos: de doação diversa, que o doador apenas deposita; e aquele em que as instituições se habilitam junto aos conselhos para receber a doação.


“Ela mesma (a instituição) se habilita para que possa captar recurso. Nesse caso, se a entidade estiver regularizada e a sede for própria, ela pode comprar bens duráveis”, detalhou.


Mas Conceição admite que o processo demora e que isso é natural. No Ceará, por exemplo, conforme ela, R$ 700 mil do Fundo Estadual de 2016 ainda não foram aplicados. “É importante fazer com que o doador possa acompanhar, passo a passo, para poder compreender”, frisou.

Adriano Nogueira

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