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Após morte de PMs em Quixadá, grupo deixou marcas de sangue

01:30 | 24/01/2017
O inquérito aponta que a organização criminosa se reunia constantemente e, após esses encontros, sempre aconteciam ações criminosas na região, como homicídios, assalto a banco e a carro-forte. Entre os que participavam da reunião, todos respondiam por algum crime. Segundo a delegada Ana Cláudia Nery, carros usados nas ações eram queimados, o que dificultava a investigação.

No caso que terminou com a morte dos policiais, em junho do ano passado, a quadrilha se deparou com a viatura da PM que estava indo para uma ocorrência de assalto de um ônibus. “De imediato foram atirando nos PMs. Eles deixaram o carro, porque a roda foi atingida, e seguiram na viatura. Ainda sequestraram dois policiais”, detalha.


Conforme a delegada, os suspeitos deixaram provas usadas no inquérito do caso, como marcas de sangue e da digital de um deles. Ainda na fuga, o grupo roubou veículos, sendo um pertencente a um padre e um ônibus com crianças. Neste último, eles foram reconhecidos por testemunhas. (Jéssika Sisnando)



ADRIANO NOGUEIRA

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