Prendendo os bons & outras notas
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Prendendo os bons & outras notas

2018-11-11 00:00:00
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Evidenciando seu teor empresarial, Zulmira Porto, que ao lado do filho e do genro toca o Varandas do Cumbuco, fincou pé em manter um de seus principais servidores, o Adécio, que vinha sendo assediado por restô japono-tailandês.

A propósito, o bem aparentado garçom em questão, por sua eficiência e cortesia, foi logo batizado por minha mesa de Aécio de Borba, bicampeão do ibope radiofônico.

Andei conferindo a Rua Jornalista Nertan Macêdo, ali por detrás do São Luiz do Cocó, filo porque ele merece, tendo sido o maior porta-voz governamental já havido e um dos mais brilhantes talentos de sua geração.

O deputado Vicente Arruda, que desistiu, após seis mandatos, presenteou sua fiel companheira, Tereza, com um apto na Beira Mar, detalha o senhor em questão que, mesmo já tendo um naquela artéria, este agora é bem maior.

Três ilhas programadas pro Réveillon do Náutico, passo gigante da Cruzada Jardsoniana, Ilha de Iracema, Ilha do Mucuripe e Ilha do Futuro, que sustentarão os bifes, onde não faltará a cozinha alemã, inclusive o popular e tão buscado chucrute.

E tem aquela história do empresário (já falecido) que quando viajava perguntava o que queria que trouxesse de presente, e ela, invariavelmente, respondia: Peruca. Ele realmente trazia, só que não entregava, passando semanas auscultando qual tinha sido comportamento da amante, em sua ausência.

A crônica social brasileira atingiu seu pique em meio aos Anos Dourados (1955) no Rio, quando cinco colunistas vespertinos e três matutinos prendiam os leitores dos jornais. Pela manhã "aconteciam" Jacinto de Thormes, no Diário Carioca, Roberto Vasconcelos, no Correio da Manhã, e Gilberto Trompowisky, em O Jornal.

De tarde, tínhamos Ibrahim Sued, em O Globo, João da Ega, na Última Hora, José Mauro, no Diário da Noite, Pedro Muller (Peter), na Tribuna da Imprensa, e Pomona Politis, em A Noite.

Eu mesmo vi (e ouvi), em Gente na TV, da Jangadeiro, Lorrane Cabral enviar beijinhos e de certa forma gentilmente agradecer a minha presença, ministrando conhecimento de boas maneiras, para o imenso e ávido público do Canal 12. Se existe uma pessoa cuja solidariedade e espírito companheiro me fazem muito bem, essa pessoa, certamente, é a bela moça em questão.

Todo mundo sabe que eu sou Católico Apostólico e Romano, tenho fé e professo admiração pelos Rituais Canônicos, daí poder, modestamente, sugerir que o Arcebispo Dom José Antônio deve limitar as missas à meia hora, sermão e cânticos inclusos.

E completamente invocado por autênticas intenções dominicais, peço vênia para ficar por aqui mesmo.

 

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