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Dia aniversariante de hoje é da mulher & outras notas

2018-07-22 00:00:00
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Calendário deste domingo apela decididamente pra saia quase exclusiva, marcando folhinha a escritora Celma Prata, que é a senhora Antônio Bitar, Carolina, que é a senhora Germano Belchior, Kayve Machado, a caçula dos desaparecidos amigos Raimundo e Raimundinha, Danielle Lopes, nora dos compadres Edson e Irene, e Laís, uma Martinelli de São Paulo, mulher do Hélio Barbosa, meu irmão civil e cônsul cearense no Rio de Janeiro.

Como estava alhures, só agora soube da partida do Gerardo Bastos, que, após gerenciar loja maior do Audízio Pinheiro, subiu na vida à custa de muito trabalho, botando na cabeça e da clientela motorizada que um pneu é um pneu.

O senhor e a senhora Mark Jacob, presenças piauienses no Sociedade Cearense, estão para manter última tradição das Festas Francesas, alugando casa em Lion ou Toulouse ou outro sítio em vista, onde abrigarão filhos ávidos do afeto paternal, todavia, também de movimento, tomando trem a gosto para lá e para cá.

O último compadecimento deste colunista que continua visa o senhor Diduzinho, único rebento varão do mais famoso casal da sociedade brasileira, Carlos Eduardo e Teresa de Souza Campos, depois Princesa de Orleans e Bragança, que jogado longe pelo vidro do carro desgovernado na madrugada do Rio, perdeu uma vista inteira e só manteve dez por cento da outra, vivendo hoje basicamente de um salário mínimo, fora eventuais doações de familiares e amigos, e morando em apartamento estilo caixa de fósforo em vizinhança peba, ele que “morava” no Country, o clube mais fechado do Brasil.

Acabou-se aquela boa de empresas aéreas abrirem pra jornalista, no que me concerne já faz uns 30 que baixei em Paris, a convite da Air France num grupo de colegas nordestinos que tinha como hostess senhora Madeleine Archer (que já deve ter morrido), ex-mulher de um político maranhense que chegou a sub-ministro das Relações Exteriores, desde então tivemos de pagar como qualquer turista.

Em O POVO-CBN, respondi se é pertinente pôr na mala toalha de banho quando se vai hospedar em casa de amigo ou parente, não, nunquinha, pois peça da enxugativa higiene pessoal em questão é mister dos donos da casa, agora escova, pasta e sabonete pode, desde que aconteçam razões pessoais, tais alergias.

Uma dos motivos pelo qual rompi (socialmente) com Fortaleza foi que quando morava lá e circulava podia observar que na maioria dos encontros as pessoas já chegavam propalando quiproquós que atingiam A ou B, confesso que frequentei bons ambientes no Rio e São Paulo e nunca senti semelhante coisa, todo mundo voltado prum papo alegre, maneiro, pra frente, sem essa de vida alheia.

E pedindo licença pra ficar por aqui mesmo, desejo um Feliz Domingo pra todos vocês.
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