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Coluna que batiza e mata & outras notas

2017-11-12 00:00:00
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Telefona Terezinha Elói, garantindo que está vivíssima, foi uma das belezas de seu tempo e, como tal, uma das sete protagonistas da famosa capa da revista O Cruzeiro, em meados dos anos 50, onde aparece com saudosas Ivone Faria, Ana Maria Gentil, Maria Helena Valente, Marlene Parente, Diana Saboya e Wanda Palhano, última delas a partir, acontece que, por descuido de repórter muito agitado, assassinei a Terezinha em questão, a quem peço sinceras desculpas pelo deslize involuntariamente cometido.


Esticando nota do ocorrido, recentemente, na Universidade Airton Queiroz, onde atual, Edson, recebeu Medalha Hélio Melo, atribuída ao pai, ex-chanceler pela Academia de Língua Portuguesa, direi que comitiva entregante tinha Vicente Alencar, vice-presidente, José Augusto Bezerra, Batista de Lima, Aíla Sampaio e Hermínia Lima.


Marcos Dias Branco puxou de sua gaveta gabineteana do Aquiraz e me mostrou o que continha, um exemplar do Sociedade Cearense de 2012, quer dizer, cinco anos atrás, justo aquela edição de capa listrada em amarelo e azul, por sinal, minhas cores favoritas.


Vocacionado hoteleiro Elizeu Barros, também uma figura de fácil digestão, está apostando suas fichas na Noite de São Silvestre do Marina Park, afinal, ele é o Mr Revéillon, muito apropriadamente alcunhado por esta coluna, e está em vias de atingir o Jubileu de Prata.


Esse feriado de 15 de Novembro soa um tanto gaiato, pois, se a Independência, 7 de Setembro, deve ser comemorada, a Proclamação em questão só trouxe desgosto ao País, e quanto mais o tempo passa, mais vexamenta lamentável República fica.


A propósito, não custa nada lembrar que a Família Imperial brasileira é a única sangue azul das Américas, os Orleans e Bragança, sim senhores, que deixaram um lastro de amor ao Brasil.


Quem diria, Academia da Porcelana foi parar no Caipira, acontece que uma das mais aplicadas alunas levou taças que pintou com haste e fundo amarelos, dando até mesmo a ideia de que já abrigavam um saboroso coquetel de manga ou maracujá.


Antenor Barros Leal envia, tal anualmente, do Rio, toalhas de banho pra garotada da Ong Sorriso Colgate, quanto às de mão, saem daqui mesmo, do Narcélio Miranda, não necessariamente tricolores.


José Emygdio, cujo pai, um dos dois irmãos do indispensável terno branco, foi hospedeiro do inesquecível José Calazans Pires, que almoçava ou jantava, todo dia, em sua casa do centro da cidade, pergunta por que não figurou em minha referência aos colegas partidos, certamente não se tratou de mero esquecimento, tanto que, o meu amigo Bayard, como ele assinava, é quem batiza, por minha indicação, troféu dos colunistas.


E peço vênia para ir ficando por aqui mesmo, afinal, trata-se de um domingo.


Adriano Nogueira

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