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Morada da amizade & outras notas

2017-08-26 17:00:00
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Transantonte, após consultar folhinha do dia, grupo morante do Jangada Clube ocupou elevador em direção àquela casa benfazeja, sendo, naturalmente, recebido com flores abertas e braços também. Eram Ilenir e Marc Jacob, Ísis e Murilo Amaral, Beatriz e Manoel Viana, Alaíse e Álvaro Carvalho.

Marizalva-Valmir Campelo e Nadja Parente, que não moram no condô em questão, porém, na mesma rua, participando de idênticas intenções de benquerença.  

De Portugal, Fátima Goulart e Jeová Lucena, enquanto as Azuis estavam representadas por Maria Vital, e de Natal, vieram Eduardo Patrício e Marília, Tânia e Anchieta Coelho.  

Nanan Barreira, filho do grande Américo, com quem trabalhei em J. Macêdo, pesquisou para esta coluna os dois únicos nautiquinos que figuram em ambas placas referentes ao Carnaval da Saudade, da estreia do Baile e do Jubileu de Ouro, quais sejam, Meton César, na qualidade de dirigente, e Avelino Dutra, na qualidade de executivo.  

Do amigo Marcelo Feitosa, incorporo precioso CD que vai de Cauby a Belchior, passando por Agnaldo Timóteo, Nelson Gonçalves, Paulo Diniz, Zezé de Camargo-Luciano.  

Idelzuíte Bezerra, estabelecendo, antes de mais nada, seu apego diário à coluna, manifesta total apoio ao leitor Marcos Siqueira, confessando também seu repúdio à prodigalidade cometida no número de Medalhas da Abolição concedidas na mais recente edição, e indaga qual a razão de alguns governantes não tratarem com mais dignidade e pudor as comendas oficiais.  

Ao enviar seu livro recente, prefaciado pelo Dorian Sampaio, filho nominado do meu primo em Xavier e diretor na Gazeta, na fase Macêdo, autor Iranildo estabeleceu: “Pau Pereira é o símbolo do sertão nordestino, que verga e não se quebra, assim como nós.” [FOTO1] 

Mesa de quatro, no Caipira de quarta, relembrava um dos melhores pintores cearenses da penúltima fase, Marcos Jussiê, partinte prematuro, provavelmente  

face problemas existenciais que foi incapaz de suplantar. Meu minuto na O POVO/CBN cresce a cada dia que passa, pelo fato da gente costumar pôr as coisas nos devidos lugares onde deveriam estar, exemplo são os excessos do palavreado dos convites de casamento, que estabelecem no cartão anexo a peça maior, “após a cerimônia religiosa, os noivos receberão os cumprimentos no Buffet Acácia”, agora, me diga uma coisa, existem noivos recebendo cumprimentos “antes” do ato que os uniu?  

Estou me sentindo muito dominical, e por isso, decidi ficar por aqui mesmo, fé em Deus, pé na tábua e bola pra frente.  

 

Lúcio Brasileiro

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