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O Que restou das cinzas...

2017-03-01 01:30:00
AS VAIAS VOLTARAM MAIS INTENSAS

DIMAS Filgueiras, do alto da sua sabedoria e experiência, belo dia cravou esta frase que vale a pena repeti-la: “Não há cavalo bom pra cavaleiro ruim”. Tradução para o futebol: “Não há técnico bom pra time ruim”.


NÃO será o bom técnico Marquinhos, que retornou ao comando do Fortaleza, que fará aquele time tão ruim das pernas (três exceções à parte) entrar nos eixos e jogar bem. Já virou praxe.


CONTRA o Tiradentes, visível aos olhos, Fortaleza atuou péssimo. O que é pior: quebrou a bola, envolvido por um adversário aparentemente inferior. Em futebol as aparências enganam.


VEXAME podia ter sido maior, se o Tricolor não tivesse Boeck lá atrás, Plínio não salvasse debaixo do gol, a trave não evitasse a bola entrar. Não fora isso, o placar teria chegado aos 4 a 0.


DIANTE de tudo aquilo a torcida só teve uma alternativa, voltando às vaias da época do Hemerson com muito mais intensidade. O grito de guerra era um só: “Queremos time”. Torcedor é sábio.


DONO do jogo, um garoto das bases do Tiradentes chamado Itaitinga, fez da defesa tricolor gato e sapato. Tamanha a facilidade como driblava os zagueiros, tamanha a facilidade como fez os dois gols. Nunca foi tão fácil. Mole, mole...


BALANÇA... MAS NÃO CAI

.RÁPIDO balanço da 1ª fase do Campeonato Cearense, conta e risco dos preciosos alfarrábios de Miguel Brilhante Júnior.

 

.ALGUMAS curiosidades. Nove técnicos caíram, incluso os de Fortaleza e Ceará, estes pela Copa do Brasil.


.OS que sobreviveram até agora, Washington Luis (Guarany-J) e Reginaldo França, eterno técnico do Maranguape.


.CAMPEONATO chega aos 90% dos jogos realizados debaixo de rotundo fracasso de público e renda.


.PASMEM. Nenhum público, exceção do clássico maior, subiu a casa dos 5 mil pagantes. PV fechado é cruel e desumano.


.BOA nova, enxame de revelações. Leílson (Guarani-J), artilheiro da competição; Gugu (Maranguape); Wesley (Fortaleza); Léo (Ferrão); Rafinha (Ceará).


PINGA-FOGO

... INCRÍVEL. Uniclinic jogou sábado pelo Nordestão com o Santa Cruz, em Horizonte. Perdeu por 2 a 0, como é de costume. Poucos tomaram conhecimento. Jogo sem nenhum interesse, divulgação quase nenhuma. O jogo em si foi uma pelada. Venceu o menos ruim. Perdeu o saco de pancadas.


CEARÁ

viaja pra enfrentar Grêmio de Porto Alegre, pela tal de Primeira Liga, aquela que não leva a lugar nenhum. Givanildo dispôs de cinco dias pra tentar arrumar a casa. É pouco tempo. Deve ter percebido que time carece de um camisa 9. E daí? Qualquer torcedor comum sabe disso, já faz muito tempo

ALAN NETO

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