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BARRIL DE PÓLVORA

2019-02-01 08:18:11
ENQUANTO muitos se omitiram, mesmo sendo oposicionista ferrenho ao governo Camilo, foi o capitão Wagner, um dos primeiros a emprestar solidariedade e apoio irrestrito ao governador. Aprovou as medidas de segurança adotadas, além de se colocar a sua disposição no que fosse possível colaborar. Fato que deixou Camilo sensibilizado. Prontificou-se, também, a servir de elo de ligação, se fosse o caso, com o governo federal.
ENQUANTO muitos se omitiram, mesmo sendo oposicionista ferrenho ao governo Camilo, foi o capitão Wagner, um dos primeiros a emprestar solidariedade e apoio irrestrito ao governador. Aprovou as medidas de segurança adotadas, além de se colocar a sua disposição no que fosse possível colaborar. Fato que deixou Camilo sensibilizado. Prontificou-se, também, a servir de elo de ligação, se fosse o caso, com o governo federal.

1. NEM se discute. Diante da onda de violência, pra não dizer terrorismo, o governador Camilo vem cumprindo bem o seu papel, inclusive indo pra linha de frente. As duras medidas tomadas pelo Ceará, no combate ao crime organizado, dentro e fora das prisões, repercute em todo o Brasil. Camilo mexeu num barril de pólvora, cujos efeitos foram danosos.

2. LIMIAR de uma nova gestão tomou-se de surpresa. Porém não tinha alternativa. Arregaçou as mangas, deixou as questões partidárias de lado, uniu-se ao Governo Federal, que odeia o PT. Mas aí são outros quinhentos. Camilo promete endurecer ainda mais. E irá. O que aqui aconteceu poderia ter acontecido qualquer outro lugar do Brasil.

3. DOBRAR número de agentes penitenciários, aumentar 50% do efetivo policial, juntando-se a Força Nacional. Desova pras outras penitenciárias os chefes de facções, cortar a comunicação entre eles. Há focos ainda não debelados. Só uma pergunta: por que o Ceará foi o escolhido pra toda essa onda de terrorismo?

 

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