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Plantas da caatinga têm valor econômico e social

08/04/2017 17:00:00
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A caatinga é bonita. E tenta curar. “Se você tem sistemas agroflorestais integrados, vai ter um desenvolvimento melhor no aproveitamento da caatinga, que é muito rica na arte florestal e de medicamentos”, afirma a responsável pelo Núcleo de Análise de Projetos Estratégicos da Semace, Tereza Farias. Ela acredita no poder da reintegração e no que as plantas catingueiras significam para a saúde. Tem aroeira, pau branco... “São espécies com valor econômico”.


A especialista explica que os males causados ao bioma precisam de alguns anos para serem recuperados. E defende que seja executado um monitoramento para que o nível de degradação seja estudado. “Uma análise fitoquímica do solo, métodos de correção, insumos, planejamento…. Depois precisa ter um recobrimento vegetal, prever um sistema de irrigação. Isso numa linha de dez, 12 anos”, orienta Tereza.


Instrumento criado para controle de uso e ocupação do solo, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) tem o papel de “integrar as informações ambientais, de forma georreferenciada, das propriedades e posses rurais, para fins de controle, monitoramento, planejamento ambiental e combate ao desmatamento”, conforme o artigo 29, da lei n° 12.651/2012. (Sara Oliveira)

SAIBA MAIS


O cenário da caatinga conta com uma formação rochosa. De acordo com a gerente do Departamento de Recursos Ambientais da Funceme, Margareth Silva, quando a camada superficial do solo é
levada pela degradação, fica a pedra.


As pedras possibilitam que barramentos rochosos que acumulem água sejam formados. E ajudem a reter umidade para a vegetação.


Adriano Nogueira

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