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Transplante capilar

Expert em transplante capilar, Dr. Erik Nery fala sobre os avanços e os resultados da técnica

05/08/2017 01:30:00
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Ficar careca é uma das maiores preocupações no universo masculino. Segundo pesquisa, ficar sem os cabelos para alguns homens gera a mesma frustração das mulheres mastectomizadas (que perderam os seios devido ao câncer de mama). Fere a masculinidade. Mas, com todo o avanço tecnológico, o transplante capilar está aí para solucionar ou amenizar o problema da alopecia androgenética. “É um procedimento que possibilita a realocação de fios de cabelos da zona doadora (zona lateral e da parte de trás da cabeça) para ser implantado na zona receptora, através de estratégias que vão dar um resultado muito parecido com o natural”, garante o cirurgião plástico Erik Nery (CRM 8266 / RQE 4797).
 

E quanto antes tratar a calvície, melhores os resultados. “Os transtornos com quem se depara com a perda gradativa de cabelos podem ser evitados bem cedo e nem sempre há necessidade de se chegar a uma idade avançada para realizar o procedimento”. É bom saber que “80% dos indivíduos com tendência genética desenvolvem a calvície entre 24 e 26 anos, 15% apresentam os sintomas por volta dos 17 anos e apenas 5% tem que lidar com o problema após os 30”.
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TÉCNICAS
Erik Nery diz que existem duas técnicas para a realização do transplante: a Follicular Unit Transplantation (FUT) e a Follicular Unit Extraction (FUE). “A primeira acontece a partir da retirada de uma faixa do couro cabeludo da área doadora do paciente. São selecionadas as unidades foliculares que serão implantadas em pequenos orifícios feitos na área receptora. Já a FUE retira as unidades foliculares uma a uma, diretamente do couro cabeludo. É bom ressaltar que a FUE é uma técnica que vem para complementar os casos em que o paciente necessita de uma grande quantidade de fios e tem uma densidade baixa”, esclarece o cirurgião.
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E com o avanço da tecnologia, hoje é possível a retirada de pelos de outras partes do corpo, além da cabeça, para serem transplantadas. “Por se tratarem de pelos com formato, textura e crescimento diferenciados, são colocados em zonas que não serão percebidas, de forma a dar volume”. São alocados, geralmente, na coroinha ou na parte de trás da cabeça. “Tudo é feito no sentido de criar uma ilusão de ótica, o que dará a impressão de que os pelos são naturais”, explica Erik Nery.
 

Após realizado o transplante capilar, o cabelo começa a aparecer de quatro a seis meses. “Com 12 meses já é possível vislumbrar o resultado final. Um profissional habilitado certamente proporcionará um resultado muito parecido com o natural”, garante.

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