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Brasil conquista quatro medalhas na natação e bate recorde nas Paralímpiadas de Tóquio

Gabriel Bandeira ganhou ouro e recorde, Gabriel Araújo conseguiu a prata, Phelipe Rodrigues e Daniel Dias trouxeram o bronze
09:38 | Ago. 25, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Gazeta Esportiva Jornal
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Nesta quarta-feira, 25, quatro nadadores do Brasil conquistaram medalhas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio: uma de ouro, outra de prata e duas de bronze. Além deles, outros quatro paratletas disputaram finais da modalidade.

Gabriel Bandeira conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil no Japão. O nadador venceu a final dos 100m borboleta (S14) em 54s76 – tempo que garantiu, também, o recorde paralímpico. O britânico Reece Dunn foi o segundo colocado (55s12), enquanto Benjamin Hance, da Austrália, terminou na terceira posição (56s90).

Já Gabriel Araújo tornou-se o primeiro paratleta brasileiro a subir no pódio em solo japonês. Ele foi o segundo colocado nos 100m costas (S2), com tempo de 2m02s47. O mineiro ficou atrás do chileno Alberto Abarza (2m00s40), que conquistou o ouro, e terminou à frente do russo Vladimir Danilenko (2m02s74), que faturou o bronze.

Phelipe Rodrigues garantiu o bronze nos 50m livre (S10) – conquistando, assim, a sua oitava medalha paralímpica. O brasileiro terminou a prova em 23s50, atrás do australiano Crothers Rowan (ouro com 23s21) e do ucraniano Maksym Krypak (prata com 23s33).

Daniel Dias ficou com o bronze nos 200m livre (S5) e conquistou a sua 25ª medalha paralímpica – ele terminou a prova em 2m38s61. O italiano Francesco Bocciardo ficou com o ouro e bateu o recorde da competição ao fechar com tempo de 2m26s76. Antoni Bertran (2m35s20) faturou a prata.

Outros brasileiros nas finais de natação

José Ronaldo da Silva, nos 100m costas (S1), terminou a final na sexta posição, com tempo de 3m03s18. O israelense Iyad Shalabi faturou o ouro (2m28s04); o ucraniano Anton Kol (2m28s29), a prata; e o italiano Francesco Betella (2m32s08), o bronze.

Já nos 50m livre feminino (S10), Mariana Ribeiro foi a quinta colocada na final: ela fechou em 28s26. O pódio acabou formado pela russa Anastasiia Gontar (27s38), a holandesa Chantalle Zijderveld (27s42) e a canadense Aurelie Rivard (28s11).

Douglas Matera terminou na 7ª posição dos 100m borboleta (S13), com tempo de 58s53. Ihar Boki, de Belarus, conquistou o ouro e fechou a prova em 53s80, também batendo o recorde paralímpico. O ucraniano Oleksii Virchenko (56s16) e Islam Aslanov (57s12), do Uzbequistão, completaram o pódio.

Maria Carolina Santiago, nos 100m borboleta (S13), foi a 7ª colocada, com tempo de 1m07s11. A italiana Carlotta Gilli conquistou o ouro em 1m02s65 e bateu o recorde paralímpico. A sua compatriota Alessia Berra ficou com a prata (1m05s67), e Daria Pikalova (1m05s86), do Comitê Olímpico Russo, faturou o bronze.

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Paralimpíadas ao vivo hoje, dia 25: onde assistir e programação dos Jogos

Jogos Paralímpicos
00:00 | Ago. 25, 2021
Autor Mateus Brisa
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Programação de hoje, 25 - horário de Brasília

  • 1h15min – 4 horas: Golbol masculino ALG-JPN
  • 1h15min – 4 horas: Golbol feminino TUR-JPN
  • 2h45min – 6h45min: Basquete feminino GBR-CAN
  • 2h45min – 6h45min: Basquete feminino AUS-JPN
  • 3h30min – 8h15min: Esgrima em cadeira de rodas masculino e feminino (semifinais e disputas por ouro e bronze)
  • 4 horas – 10 horas: Tênis de mesa masculino e feminino individuais (classificatórias)
  • 5 horas – 9h05min: Natação masculino e feminino 50, 100 e 400 metros (finais)
  • 5h30min – 9h45min: Golbol masculino GER-TUR
  • 5h30min – 9h45min: Golbol feminino ISR-AUS
  • 5h30min – 9h45min: Golbol feminino BRA-EUA
  • 5h30min – 9h45min: Rugby misto GBR-CAN
  • 5h30min – 9h45min: Rugby misto JPN-FRA
  • 8h30min – 10h15min: Basquete masculino ESP-KOR
  • 21 horas – 23h25min: Natação masculino e feminino 50, 100, 200 e 400 metros (preparatórias)
  • 21 horas – 23h45min: Golbol masculino BEL-CHN
  • 21 horas – 23h45min: Golbol feminino CHN-RPC
  • 21 horas – 1 hora: Basquete feminino GER-AUS
  • 21 horas – 1 hora: Basquete feminino JPN-GBR
  • 21 horas – 1 hora: Basquete masculino EUA-GER
  • 21 horas – 1 hora: Basquete masculino CAN-ESP
  • 21 horas – 2h20min: Tênis de mesa masculino e feminino (classificatórias)
  • 21 horas – 3h40min: Esgrima masculino e feminino individuais (eliminatórias e quartas de final)
  • 22 horas – 4h40min: Ciclismo individual masculino e feminino 3 e 4 mil metros (classificatórias e finais)
  • 23 horas – 2h20min: Levantamento de peso masculino -49kg e feminino -41kg
  • 23h30min – 3h45min: Rugby misto CAN-EUA
  • 23h30min – 3h45min: Rugby misto JPN-DEN

Programação de quinta, 26 - horário de Brasília

  • 1h15min – 4 horas: Golbol masculino EUA-BRA
  • 1h15min – 4 horas: Golbol feminino EGY-TUR
  • 2h45min – 6h45min: Basquete masculino AUS-IRI
  • 2h45min – 6h45min: Basquete masculino KOR-TUR
  • 2h45min – 6h45min: Basquete masculino GBR-ALG
  • 2h45min – 6h45min: Basquete feminino EUA-ESP
  • 3 horas – 10h35min: Hipismo (testes individuais)
  • 4 horas – 10 horas: Tênis de mesa masculino e feminino (classificatórias)
  • 4h30min – 7h50min: Levantamento de peso feminino -45kg e masculino -54kg
  • 5 horas – 8h35min: Natação masculino e feminino 50, 100, 200 e 400 metros (finais)
  • 5 horas – 9h45min: Esgrima masculino e feminino individuais (semifinais e disputas por bronze e ouro)
  • 5h30min – 9h45min: Golbol masculino URK-GER
  • 5h30min – 9h45min: Golbol masculino LIT-ALG
  • 5h30min – 9h45min: Golbol feminino CAN-ISR
  • 5h30min – 9h45min: Rugby misto FRA-AUS
  • 5h30min – 9h45min: Rugby misto GBR-NZL
  • 8h30min – 10h15min: Basquete masculino COL-JPN
  • 8h30min – 10h15min: Basquete feminino CHN-NED

Paralimpíadas ao vivo: onde assistir

Os jogos das diferentes modalidades das Paralimpíadas de Tóquio 2021 terão transmissão e você pode assistir ao vivo às partidas do Brasil e outras seleções nos quatro canais da emissora paga SporTV.

Pela internet, a programação paralímpica também pode ser vista online no Globoplay para assinantes Globoplay + Canais.

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Verônica Hipólito: quem é a medalhista paralímpica e comentarista dos Jogos

Paralimpíadas
23:22 | Ago. 24, 2021
Autor Nadine Lima
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A velocista Verônica Hipólito, de 25 anos, já conquistou medalhas de prata e bronze na edição Rio-2016 e apesar de não ter conseguido classificação para as Paralimpíadas de Tóquio, a atleta paralímpica ganhou espaço como comentarista do evento esportivo e repercutiu nas redes ao corrigir e ensinar termos de inclusão de forma didática.

"Especial é aquela pessoa que você paga uma pizza, um açaí, alguma coisa maneira. Então não me chamem de pessoa especial. Só me chamem quando pagarem. A deficiência é só uma característica como qualquer outra", afirmou Verônica durante a transmissão.

Nascida em São Bernardo do Campo, São Paulo, a atleta começou a vida esportiva aos 10 anos de idade no judô, porém teve que dar uma pausa após passar por uma cirurgia na cabeça para a retirada de um tumor aos 13 anos.

Sua trajetória nas pistas de atletismo começou aos 17 anos, quando foi campeã mundial dos 200m rasos na classe T38. Logo, a paulista aprendeu a lidar com a pressão de ser uma esperança de medalha para o Brasil nas Paralimpíadas e sua carreira começou a deslanchar.

Desde então, além das medalhas olímpicas, Verônica acumula títulos em campeonatos mundiais e jogos Parapan-Americanos. Nas últimas Paralimpíadas, em 2016, apesar de seguir um tratamento forte por causa do tumor no cérebro, a atleta conseguiu disputar os jogos conquistando duas medalhas.

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Paralimpíadas: como funcionam as classes funcionais das modalidades

Jogos Paralímpicos
22:23 | Ago. 24, 2021
Autor Mateus Brisa
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Mateus Brisa Autor
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As primeiras partidas e provas dos Jogos Paralímpicos de Tóquio começam na noite desta terça-feira, 24. A programação comprime disputas de 22 modalidades, as quais são dividas em diversas classes funcionais. Cada modalidade tem sua própria estrutura de classificação, englobando siglas referenciando os esportes ou as deficiências e números que indicam o grau de comprometimento dos respectivos atletas.

Essa classificação é importante para garantir disputas justas e coerentes com as condições dos competidores. Para definir as classes funcionais, são necessários, além de exames físicos e técnico, uma avaliação funcional, que consiste em testes de força muscular, amplitude do movimento muscular articular, medição de membros e coordenação. Durante esse processo, há avaliadores responsáveis pela observação de desempenho. Conheça abaixo as diferentes classes funcionais das Paralimpíadas.

Atletismo

No atletismo, a letra F (do inglês “field”) se refere a provas de campo, como arremessos e lançamentos, enquanto a letra T (do inglês “track”) é usada para corridas de velocidade, fundo e saltos. Quanto menor a numeração, maior o grau de deficiência.

• T 11 a 13: deficientes visuais
• T 20: deficientes intelectuais
• T 31 a 38: paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes, 35 a 38 para andantes)
• T 40 e 41: anões
• T 42 a 44: deficiência nos membros inferiores
• T 45 a 47 deficiência nos membros superiores
• T 51 a 54: competem em cadeiras (sequelas de poliomielite, lesão medular e amputação)
• T 61 a 64: amputados de membros inferiores com prótese

• F 11 a 13: deficientes visuais
• F 20: deficientes intelectuais
• F 31 a 38: paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes, 35 a 38 para andantes)
• F 40 e 41: anões
• F 42 a 44: deficiência nos membros inferiores
• F 45 a 47: deficiência nos membros superiores
• F 51 a 57: competem em cadeiras (sequelas de poliomielite, lesão medular e amputação)

Basquete em cadeira de rodas

Os atletas dessa modalidade são classificados funcionalmente de 1 a 4,5 pontos, conforme seu comprometimento motor. Quanto menor o comprometimento, maior a pontuação. Nos jogos, a soma total dos cinco jogadores não pode ser maior que 14 pontos.

Bocha

Assim como o basquete em cadeira de rodas, a classificação na bocha varia conforme o nível de comprometimento motor, mas considera também a necessidade de recursos auxiliares como calha ou capacete com agulha.

• BC1: podem ter auxílio para estabilizar a cadeira e receber a bola
• BC2: não há assistência
• BC3: atletas com deficiências muito severas, que utilizam instrumento auxiliar e podem ser ajudados por outra pessoa
• BC4: atletas com deficiências severas que competem sem assistência

Canoagem

• KL1: usa somente os braços na remada
• KL2: usa tronco e braços na remada
• KL3: usa pernas, tronco e braços na remada

Ciclismo

Tanto no ciclismo de pista quanto no de estrada, há quatro categorias de bicicletas, indicadas por letras. Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.

• Tandem - B: atletas com deficiência visual que competem no tandem (bicicleta com dois assentos) com um ciclista sem deficiência no banco da frente.
• H1–H4: atletas que utilizam a handbike (bicicleta especial em que o impulso é dado com os braços) e se posicionam deitados
• H5: atletas que utilizam a handbike e se posicionam ajoelhados, utilizando a força dos braços e também do tronco para impulsão
• T1–T2: atletas com paralisia cerebral que precisam competir usando um triciclo.
• C1–C5: atletas com deficiência físico-motoras e/ou amputados que competem usando uma bicicleta convencional.

Esgrima em cadeira de rodas

Atletas com deficiência física que compromete o movimento de pelo menos uma perna ou um pé são elegíveis para a modalidade e divididos em duas categorias.

• Categoria A: atletas com bom controle do tronco, em que o braço que porta a arma não é afetado pela deficiência
• Categoria B: atletas com deficiência que afeta o controle do tronco ou do braço que porta a arma

Futebol de 5

Nesta modalidade, são elegíveis apenas os cegos totais (B1) para as posições de linha, enquanto o goleiro tem visão não afetada. São consideradas cegos totais aquelas pessoas sem qualquer percepção luminosa ou com alguma percepção luminosa, mas que não conseguem reconhecer formas a qualquer distância ou em qualquer direção.

Golbol

Todos os competidores jogam vendados para manter igualdade nas dispustas.

• B1 (cego total): sem qualquer percepção luminosa ou com alguma percepção luminosa, mas que não conseguem reconhecer formas a qualquer distância ou em qualquer direção
• B2: atletas com percepção de vultos
• B3: atletas que conseguem definir imagens

Halterofilismo/levantamento de peso

Somente o peso dos atletas é usado como distinção de elegibilidade. Ou seja, competidores com diferentes deficiências podem participar e disputar a mesma medalha.

Hipismo

• Classe I (dividida em Ia e Ib): cadeirantes com pouco equilíbrio do tronco e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros
• Classe II: cadeirantes ou com comprometimento severo do tronco e mínima limitação de membros ou comprometimento moderado de tronco, pernas e braços
• Classe III: atletas com lesões severas nas pernas, mas com mínimo ou nenhum comprometimento de troco, ou com moderado comprometimento de pernas, troncos e braços
• Classe IV: reúne atletas com comprometimento severo em ambos os braços, com comprometimento moderado dos quatro membros, com baixa estatura ou com deficiência visual severa ou total (B1)
• Classe V: deficiência em um membro ou deficiência leve em dois membros, comprometimento de amplitude de movimento ou da força muscular e atletas com deficiência visual moderada (B2)

Judô

Modalidade destinada apenas a deficientes visuais. Atletas com diferentes níveis de comprometimento competem juntos, mas são divididos por peso.

• B1 (cego total): sem qualquer percepção luminosa ou com alguma percepção luminosa, mas que não conseguem reconhecer formas a qualquer distância ou em qualquer direção
• B2: atletas com percepção de vultos
• B3: atletas que conseguem definir imagens

Natação

A letra “S” indica provas de estilo livre, costas e borboleta, enquanto “SB” representa o nado peito e “SM” refere-se a eventos medley. O nado peito exige maior impulsão com a perna, por isso é comum que atletas em classes diferentes neste estilo em comparação aos outros. Isso também pode acontecer nas provas medley.

• 1–10: atletas com deficiências físicas.
• 11–13: atletas com deficiências visuais. Os da classe 11 tem pouca ou nenhuma visão.
• 14: atletas com deficiências intelectuais

Parabadminton

• WH1: atletas cadeirantes, geralmente com deficiência em ambas as pernas e tronco
• WH2: atletas cadeirantes em uma das pernas e mínima ou nenhuma limitação de tronco
• SL3: atletas andantes com deficiência em uma ou duas pernas e com muita dificuldade de locomoção e equilíbrio
• SL4: atletas andantes com deficiência em uma ou nas duas pernas, mas com pouca dificuldade de locomoção e equilíbrio
• SU5: atletas com deficiência nos membros superiores, podendo ser ou não no braço da raquete
• SH6: atletas de baixa estatura

Parataekwondo

• K44: atletas com limitações de apenas um lado do corpo, na perna ou no braço
• K43: atletas com restrições em ambos os lados abaixo da articulação do cotovelo

Remo

• PR1- remadores com função nula ou mínima de tronco, que precisam ser amarrados ao barco e impulsionam o barco principalmente através de braços e ombros
• PR2 - remadores com uso funcional dos braços e tronco, mas que ainda apresentam fraqueza/ausência da função das pernas para deslizar o assento
• PR3 - Remadores com função residual nas pernas que lhes permite deslizar no assento. Esta classe também inclui atletas com deficiência visual, podendo haver até dois por barco de quatro

Rugby em cadeira de rodas

A modalidade engloba atletas tetraplégicos, os quais recebem pontuações conforme suas habilidades funcionais, de 0.5 a 3.5. Números maiores indicam menor comprometimento. Cada mulher em quadra representa ampliação em 0.5 pontos no limite de pontuação.

Tênis de mesa

• TT1, TT2, TT3, TT4 e TT5 – atletas cadeirantes
• TT6, TT7, TT8, TT9, TT10 – atletas andantes
• TT11 - atletas andantes com deficiência intelectual

Tênis em cadeira de rodas

• Classe aberta: atletas com deficiência para se locomover (medula ou amputação), mas sem comprometimento de braços e mãos
• Classe “quad”: atletas com deficiências que afetem, além das pernas, o movimento dos braços, dificultando o domínio da raquete e da movimentação da cadeira de rodas; homens e mulheres podem competir juntos

Tiro com arco

• W1: atletas com comprometimento em todos os quatro membros e que usem cadeira de rodas
• Aberta: combina as classes W2 e ST, reunindo atletas que têm deficiência nas pernas e usam cadeira de rodas ou que possuem deficiência de equilíbrio e atiram em pé ou com auxílio de um apoio

Tiro esportivo

• SH1: atletas que conseguem suportar o peso da arma. Podem usar rifle ou pistola
• SH2: atletas que necessitam de suporte para apoiar a arma. Podem usar apenas o rifle

Triatlo

• PTWC: atletas cadeirantes, que utilizam handcycle e cadeira de rodas para corrida; ainda, é dividida nas subclasses PTWC1 (deficiências mais severas) e PTWC2 (menos severas)
• PTS 2-5: atletas com deficiências físico-motoras e paralisia cerebral andantes, sendo a PTS2 para deficiências mais severas e PTS5 para deficiências mais moderadas; é permitido o uso de próteses para provas de ciclismo e corrida.
• PTVI: para deficientes visuais; atletas são assistidos por um guia, e no ciclismo é usado a bicicleta tandem, para duas pessoas

Vôlei sentado

• VS1: atletas com comprometimento significativo das funções do core, com amputações altas, membros encurtados no nascimento, rigidez anormal de articulações, tensão muscular e movimentos descoordenados e/ou involuntários
• VS2: atletas com comprometimento menos grave, como amputação de pés, de dedos de uma das mãos, casos mais brandos de tensão muscular, movimentos descoordenados e/ou involuntários

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Pessoas com deficiência são foco de campanha de visibilidade

Esportes
09:29 | Ago. 24, 2021
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A abertura oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 acontece na noite de hoje (24). Por meio deles, os olhos de todo o mundo estarão voltados para grandes expoentes de uma parcela considerável da população: as pessoas com deficiência.

Esses homens e mulheres representam, hoje, 15% da população mundial, cerca de 1,2 bilhão de pessoas. Por isso mesmo o Comitê Paralímpico Internacional (COI) lançou a campanha Nós, os Quinze, que tem como objetivo acabar com a discriminação e chamar a atenção para a inclusão desse público. A campanha do COI vai usar as paralimpíadas para aumentar dar mais visibilidade a essa causa.

O objetivo da Nós, os Quinze é colocar pessoas com deficiência "no coração da agenda de inclusividade e diversidade quebrando barreiras sociais sistêmicas que limitam a realização do potencial de pessoas com deficiência."

A campanha tem duração prevista de uma década e também aborda outras características que são alvo de discriminação, como gênero, etnia e orientação sexual. 

No vídeo da campanha, pessoas com diversos tipos de deficiência mostram que, assim como qualquer um, realizam atividades arrumar a cama, pagar boletos, casar. E falam que não querem ser colocados num pedestal, e sim tratados como iguais.

Entre as empresas que apoiam a campanha do COI, estão organizações como a Unesco, o Banco Mundial e a Comissão Europeia.   

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Acompanhe a abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio

Esportes
08:03 | Ago. 24, 2021
Autor Agência Brasil
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Realizada na noite desta terça-feira (24) - horário de Tóquio, Japão -, a abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio ocorre no Estádio Nacional do Japão. O evento não terá público presencial e marca o início dos jogos, que vão até 5 de setembro.

Acompanhe ao vivo:

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TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

Os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) já trabalham na realização de ampla cobertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, que serão realizados de 24 de agosto a 5 de setembro. A TV Brasil, emissora oficial dos jogos, transmite ao vivo a cerimônia de abertura e a solenidade de encerramento além das principais competições nas diferentes modalidades, com destaque para a participação dos atletas brasileiros em esportes coletivos e individuais.
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Jogos Paralímpicos de Tóquio começam nesta terça

Começam nesta terça-feira (24) os Jogos Paralímpicos de Tóquio. Serão 13 dias em que atletas do mundo inteiro disputarão medalhas em 22 modalidades. Entre as estrelas do esporte paralímpico, estarão no Japão as nadadoras norte-americanas Jessica Long e McKenzie Coan e o alemão Markus Rehm, do salto em distância.
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*Texto em atualização.

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