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Brasileira mais velha a conquistar medalha, Carol Gattaz vibra: "Honra muito grande"

Aos 40 anos, central da seleção brasileira feminina de vôlei se diz honrada pelo feito nas Olimpíadas de Tóquio e valoriza medalha de prata: "Precisamos estar orgulhosos"
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A derrota do Brasil na final do vôlei feminino não foi o resultado esperado, mas a central Carol Gattaz encerra a Olimpíada de Tóquio com uma marca histórica. Aos 40 anos, ela se tornou a mulher brasileira mais velha a ganhar uma medalha em Jogos Olímpicos - superou a levantadora Fofão, que ganhou o ouro em 2008 com 38 anos.

"Fiquei sabendo ontem dessa informação, eu não sabia", disse a atleta, que participou justamente de sua primeira Olimpíada. "É uma honra muito grande na minha idade ser uma medalhista olímpica", emendou.

Carol Gattaz estava afastada das Seleção nos últimos anos, mas chamou a atenção do técnico José Roberto Guimarães pelo ótimo desempenho com a camisa do Minas. Em Tóquio, sua regularidade foi fundamental para a caminhada do Brasil até a final.

Ciente de que ganhou uma oportunidade valiosa, Carol Gattaz procurou curtir todos os momentos nos Jogos Olímpicos, sem pensar no futuro. E, depois de receber a prata, preferiu um discurso positivo para valorizar o resultado.

"Chegar à final é tão difícil, precisamos estar orgulhosos. Se pegar todos os problemas que tivemos, saímos com cabeça erguida, lutamos de todas as formas, sabemos como é desgastante. Claro que eu queria ouro, queria ter jogado mais na final, mas sabemos tudo que significa", destacou.

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Bruno Fratus detona jogadores da seleção de futebol por ausência de agasalho: "Alienados"

Na bronca
07:02 | Ago. 08, 2021
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Medalha de bronze nos 50m livres da natação em Tóquio, Bruno Fratus reforçou o coro daqueles que não gostaram da atitude da seleção brasileira masculina de futebol de não usar o agasalho oficial do Time Brasil na premiação dos Jogos Olímpicos. Os jogadores foram ao pódio com a camiseta oficial da marca esportiva que tem acordo com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

"A mensagem foi clara: não fazem parte do time e não fazem questão. Também estão completamente desconexos e alienados as consequências que isso pode gerar a inúmeros atletas que não são milionários como eles", disse o nadador, em resposta a uma mensagem do chefe da Missão do Time Brasil, Marco Antônio La Porta, sobre o assunto.

Em seu site oficial, o COB emitiu uma nota repudiando a atitude. Ainda por cima, prometeu que "tornará públicas as medidas que serão tomadas para preservar os direitos do Movimento Olímpico".


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Zé Roberto lamenta atuação do Brasil na final do vôlei feminino e despista sobre futuro

Tóquio 2020
06:41 | Ago. 08, 2021
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Neste domingo, o Brasil foi amplamente dominado pelos Estados Unidos e foi derrotado por 3 sets 0 na final do vôlei feminino em Tóquio. Após a partida, o técnico José Roberto Guimarães reconheceu que suas comandadas não estiveram em seus melhores dias, admitindo que o time poderia ter disputado mais na grande decisão.

"Não é fácil estar neste lugar, eu gostaria de estar no lugar mais alto do pódio. Fica a frustração pelo time não ter jogado bem, em termos de passe, saque... A gente deixou a desejar, teve dificuldade para jogar contra o bloqueio armado e a defesa americana. Fica essa dor por não termos exprimido o nosso melhor jogo, brigado um pouco mais, como poderíamos ter brigado", afirmou o técnico à TV Globo.

Na sequência, Zé Roberto evitou falar sobre o seu futuro à frente da seleção, desconversando sobre a possibilidade de permanecer à frente do time para a disputa dos Jogos de Paris, em 2024. O treinador comanda o Brasil desde 2003.

"A gente tem que ver, tem muita coisa para conversar. Tem o sul-americano agora em setembro, que é classificatório para o Mundial. Vamos ver, temos sempre que analisar. Nós estamos a três anos de Paris, não dá para dizer absolutamente nada ainda, vamos deixar as coisas acontecerem", finalizou.

Esta é a primeira vez que o vôlei de quadra do Brasil ficou sem o ouro em Olimpíadas desde 2000. O país vinha de uma sequência de quatro títulos, sendo dois do masculino (2004 e 2016) e dois do feminino (2008 e 2012).

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Em despedida olímpica, Fernanda Garay valoriza seleção feminina de vôlei: "Muito orgulhosa"

Tóquio 2020
06:39 | Ago. 08, 2021
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O Brasil foi amplamente dominado pelos Estados Unidos na final do vôlei feminino dos Jogos de Tóquio e ficou com a prata. Após a partida, Fernanda Garay reconheceu a superioridade estratégica das americanas em quadra, mas garantiu que as brasileiras deram tudo de si.

A atleta também destacou que a trajetória das equipes até a final pode ter moldado as estadunidenses da maneira mais adequada para um jogo decisivo.

"Acho que a nossa preparação foi a melhor possível, a gente sabia da dificuldade desse jogo, por ser uma final olímpica. A gente sabia que elas dariam tudo delas, não tenho dúvida que a gente também deu tudo da gente. Talvez estrategicamente elas conseguiram jogar melhor do que a gente, elas foram muito agressivas no saque, e a gente teve que ficar muitas vezes segurando e atrás do placar. Eu estou muito orgulhosa do nosso grupo, do que fizemos até aqui", afirmou à TV Globo.

"Elas tiveram mais adversidades do que a gente, que conseguiu se impor em mais jogos, isso talvez tenha fortalecido elas neste momento. A gente não tinha dúvida de que poderia fazer uma grande partida, elas foram melhores, e o esporte é isso. Uma hora se ganha, outra se perde. Infelizmente, hoje foi nosso vez de sentir a derrota, e dói para caramba, mas estou muito orgulhosa do que a gente fez. A gente lutou muito e deixou tudo lá na quadra", completou.

Garay confirmou que esta final foi o último jogo olímpico que disputou em sua carreira, aproveitando para exaltar o grupo com quem conviveu nos últimos anos.

"É péssimo agora, porque a gente não conseguiu vencer. Mas o esporte é assim mesmo, foi muito bom estar com esse grupo todo esse tempo. Eu curti cada momento com essas gurias, tenho muito orgulho delas. Um grupo que veio desacreditado e se fortaleceu em momentos de dificuldade, volto para casa orgulhosa de tudo o que a gente fez e de onde a gente chegou", finalizou.

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Após prata no boxe, Bia Ferreira mira Olimpíada de Paris: "Não vou parar por aqui"

Olho no futuro
06:38 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Neste domingo, Beatriz Ferreira foi superada pela irlandesa Kellie Hurrington na final do boxe peso leve e ficou com a prata nos Jogos de Tóquio. Após a luta, a brasileira não escondeu que queria o ouro, porém não deixou de mostrar felicidade por ter conquistado uma medalha olímpica.

Bia Ferreira ainda garantiu que trabalhará duro para subir ao lugar mais alto do pódio nos próximos Jogos, que serão disputados em 2024.

"Eu vim, saí do Brasil com a meta da mãe de todas (medalha de ouro), mas eu consegui uma medalha. Tentei mudar de cor, agora vou trabalhar pra que mude. Estou feliz por representar o Brasil. Estou muito contente. Com muito trabalho, sou uma medalhista olímpica, é pra poucos. Não vou parar por aqui", afirmou à TV Globo.

Beatriz reconheceu que Hurrington foi superior na final, destacando a estratégia da adversária. A brasileira de 28 anos ainda relembrou sua vitoriosa trajetória no boxe até o momento.

“O atleta sempre quer ganhar. Sabia que estava sendo uma luta parelha. Ela foi superior, mas acredito que foi um belo combate, ela usou a estratégia de anular o meu jogo e não consegui mudar isso. Mas estou feliz de estar nesse pódio, ter conseguido a prata foi muito importante, já que venho participando de campeonatos e em apenas um até hoje eu não consegui estar no pódio. Então, estar aqui tem o mesmo peso, como se fosse ouro. É duro, mas é gratificante ver que eu trabalhei, fiz as melhores escolhas”, finalizou.

Beatriz venceu o primeiro round da final, porém foi superada pela irlandesa nos dois últimos assaltos do combate, na visão unânime dos juízes da decisão.

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COB repudia CBF por ausência de agasalhos no pódio do futebol e promete medidas

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06:04 | Ago. 08, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A conquista da medalha de ouro do futebol masculino nas Olimpíadas foi marcada por uma grande polêmica. A modalidade não utilizou, na cerimônia de premiação, os agasalhos obrigatórios do Comitê Olímpico do Brasil (COB), situação que trouxe um grande mal-estar.

Em seu site oficial, o COB emitiu uma nota repudiando a atitude. Ainda por cima, prometeu que "tornará públicas as medidas que serão tomadas para preservar os direitos do Movimento Olímpico".

Há uma diferença de patrocinador de material esportivo entre a CBF e o COB. No pódio, os jogadores usaram as camisetas da entidade do futebol, no caso, a Nike.

Veja a nota oficial:

O Comitê Olímpico do Brasil repudia a atitude da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e dos jogadores da seleção de futebol durante a cerimônia de premiação do torneio masculino.

No momento, as energias do Comitê estão totalmente voltadas para a manutenção dos trabalhos que resultaram na melhor participação brasileira na História das Olimpíadas.

Por este motivo, apenas após o encerramento dos Jogos o COB tornará públicas as medidas que serão tomadas para preservar os direitos do Movimento Olímpico, dos demais atletas e dos nossos patrocinadores.

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