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Olimpíada: Fernanda Oliveira e Ana Barbachan ficam em nono na vela 470

Dupla de velejadoras brasileiras terminou regata final na Olimpíada de Tóquio em décimo lugar; na colocação geral, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan tiveram nona posição
Autor - Bemfica de Oliva
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- Bemfica de Oliva Repórter
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As velejadoras brasileiras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan terminaram em nono lugar na vela categoria 470 na Olimpíada de Tóquio. Com a décima posição obtida pela dupla na regata final, elas caíram para a penúltima colocação geral da modalidade.

Oliveira e Barbachan começaram a corrida final, chamada de medal race, em quinto no ranking. Na regata, com apenas as dez melhores duplas da modalidade, elas acabaram chegando em último lugar.

A medal race da regata 470 feminina encerra as disputas de vela na Olimpíada de Tóquio. Na madrugada da terça-feira, 3, as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze ganharam medalha de ouro e conseguiram o bicampeonato olímpico na categoria 49er.

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Namorada de Ana Marcela comemora ouro da nadadora na maratona aquática

Ouro em Tóquio
03:15 | Ago. 04, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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Com o ouro em Tóquio, na maratona aquática, a nadadora Ana Marcela Cunha garantiu um resultado histórico para o Brasil: nunca antes o País teve tantas medalhistas mulheres em uma Olimpíada. Uma torcedora em especial se emocionou mais que a maioria das pessoas, porém.

Maria Clara, namorada da nadadora, assistiu à competição pela TV, de sua casa, no Rio de Janeiro. Em suas redes sociais, a moça, que trabalha com marketing esportivo, compartilhou os momentos da vitória e do pódio de Ana Marcela.

Comemoração da namorada de Ana Marcela rendeu chamado à polícia

Em entrevista ao site Globo Esporte (SP), Maria Clara contou que, pelos gritos que deu durante a comemoração, houve até reclamação dos vizinhos do prédio. "A campainha começou a tocar loucamente. Eram cinco moradores, a síndica e a polícia", afirmou.

Segundo ela, após explicar que estava celebrando a vitória da namorada, os vizinhos compreenderam. Eles pediram, porém, que ela reduzisse o volume.

Ouro de Ana Marcela faz história para mulheres brasileiras em Olimpíadas

Com a vitória de Ana Marcela, as atletas brasileiras chegam a três ouros, duas pratas e dois bronzes. A boxeadora Bia Ferreira, classificada para as semifinais, tem mais uma medalha garantida - na modalidade, terceira e quarta colocações rendem o bronze.

Com oito participações garantidas em pódios em Tóquio, as mulheres brasileiras têm certeza de ao menos uma medalha a mais que nos jogos de Pequim, em 2008. É o maior resultado da parte feminina da delegação em Olimpíadas. Há chances ainda em modalidades como o vôlei feminino, com a seleção nas quartas de final, a vela categoria 470 e os saltos ornamentais.

Ao todo, a delegação brasileira tem 15 medalhas por enquanto: quatro ouros, três pratas e oito bronzes. Com o pódio garantido no boxe, são 16 medalhas até o momento, das quais metade foi conquistada por mulheres.

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Brasil fica fora do pódio no skate park da Olimpíada

Esportes
02:17 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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O Brasil chegou à final feminina do skate park da Olimpíada de Tóquio (Japão), mas Dora Varella e Yndiara Asp ficaram fora do pódio, na madrugada desta quarta-feira (4) no Parque de Esportes Urbanos de Ariake.

Pela primeira vez, Brasil fica sem medalha no vôlei de praia; atleta cobra investimentos no esporte

Jogos Olímpicos
01:59 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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Depois de subir ao pódio em seis olimpíadas seguidas, desde que o vôlei de praia passou a fazer parte do programa olímpico, o Brasil vai passar em branco em Tóquio. Alison e Álvaro Filho perderam nesta terça-feira para Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, nas quartas de final disputada no Parque Shiozake, por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 21/19, deixando o País sem representantes na competição.

Algozes de Evandro e Bruno Schmidt nas oitavas de final, os letões mais uma vez conseguiram se sobressair com a tática de não enfrentar os bloqueios. Aproveitaram, ainda, o nervosismo excessivo de Alison, dono de ouro e prata olímpico, que cometeu muitos erros nos ataques. O forte calor foi um adversário extra e bastante duro no confronto. Mais uma vez com sensação de 40 graus na quadra.

Após fazer história no feminino, garantindo sua dupla na semifinal, a Letônia repetiu a dose com os homens. Plavins e Tocs enfrentam os noruegueses Mol e Sorum por vaga na decisão. Já os brasileiros voltam para casa com sentimento que podiam ir além se tivessem um pouco mais de concentração, como eles mesmo definiram o motivo para a queda.

Se diante de Evandro e Bruno Schmidt os letões tiveram muita tranquilidade da decisão na rede desde o início, desta vez Alison foi logo parando um ataque e mostrando que a história poderia ser diferente. Ótimo bloqueio como cartão de visitas. Os brasileiros abriram dois pontos de vantagem até 6/4. Momento em que um ataque e erro de recepção de Álvaro proporcionaram o empate. Trocaram pontos até 9 a 9, momento em que Alison se impôs com ataque e bloqueio e novamente o Brasil abriu dois pontos: 11/9.

A vantagem para dar calma acabou rapidamente desaparecendo após pedido de tempo estratégico dos letões. Voltaram com a cabeça no lugar e viraram para 14 a 12 após dois erros de ataque de Alison. Depois de início muito bom, um momento delicado à dupla verde amarela. Sem acertar mais nada, viram a maior vantagem no set aparecer com 17 a 13.

O nervosismo na reta final acabou decisivo. Numa cortada para fora de Alison, os europeus comemoraram a vitória no primeiro set com 21 a 16. O saque não entrava e as largadas irritaram muito os brasileiros, sobretudo o camisa 1, responsável pelos bloqueios.

Jogando a sobrevida na partida, a dupla do Brasil equilibrou o começo do segundo set e trocava pontos, apesar da pouca vibração em quadra. Alison, ao virar as bolas, baixava a cabeça. Mostrava tristeza e cansaço. Os letões abriram 7 a 5.

Sem conseguir se acertar, os brasileiros chegaram a bater boca em um pedido de tempo. Necessitando ganhar o segundo set para levar a decisão ao tie-break, a dupla falhava acima do normal. Com 14 a 10 contra, os brasileiros já somavam 10 erros contra 3.

Um bloqueio de Alison diminuiu a vantagem para 17 a 16 e serviria para recolocar os brasileiros no set. Mas dois pontos seguidos dos europeus frustraram a boa recuperação. Alison salvou dois match points em bloqueios. Mas um toque na rede custou a derrota com 21 a 19.

"Fizemos um primeiro set igual, estávamos sempre na frente. Tivemos bola para abrir 12 a 9 e não conseguimos. Eles viraram para 14 a 12 e a gente não estava conseguindo se concentrar, errando muito. O sistema defensivo não funcionou e atrapalhou nos ataques", reclamou Alison.

Álvaro Filho, apesar de ser o mais vibrante na partida, optou por assumir os erros na eliminação. "Foi bacana nossa trajetória. Hoje não consegui ter tanta concentração no contra-ataque, saque e até no levantamento. Não consegui ajudar, mas a jornada é o que fica", disse, desolado.

Alison aproveitou o fato de o Brasil não ter mais representantes na disputa e pela primeira vez na história ficar fora do pódio, algo inédito para o vôlei de praia dono de 13 medalhas, para mandar um recado.

"As pessoas em casa vão olhar e ver que as duas duplas da Letônia estão nas semifinais e vão achar estranho. O mundo está investindo no vôlei de praia e nós, parados. Tem de melhorar, investir mais, a confederação olhar com bons olhos. Esperar um Ricardo e Emanuel, um Alisson e Emanuel não dá", desabafou Alison, que deixou o futuro em aberto da dupla e também se disputará outros Jogos.

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Felipe dos Santos fecha primeiro dia do decatlo entre 10 melhores

Esportes
01:46 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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O destaque brasileiro no Estádio Olímpico na noite desta terça-feira (3), nas provas do atletismo na Olimpíada de Tóquio (Japão), foi o atleta Felipe dos Santos. No decatlo, ele participou dos 100 metros (m) rasos e fechou com 10s58, somando 956 pontos. No salto em distância, ele alcançou 7,38 m e adicionou outros 905 pontos.

Na terceira e última prova do dia, o arremesso de peso, ele anotou 14,13 m, somando mais 736 pontos, e encerrou o dia na nona posição.

Nos 110 m com barreiras, o Brasil teve dois representantes. Gabriel Constantino acabou a bateria em último com 13s89. Já Rafael Pereira ficou apenas em sexto na sua bateria, com o tempo de 13s62. Com essas marcas, a dupla verde e amarela foi eliminada.

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Após brilhar em Tóquio, Alison dos Santos quer novos desafios

Esportes
01:31 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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Na madrugada desta terça-feira (3), aos 21 anos, Alison dos Santos fez história na pista do Estádio Olímpico durante a Olimpíada de Tóquio (Japão). Quebrando a marca sul-americana pela 6ª vez nos últimos meses, ele faturou a medalha de bronze na prova dos 400 metros (m) com barreiras com a incrível marca de 46s72. Esta foi a primeira vez que um atleta da América do Sul correu abaixo de 47s.

Alison também encerrou um jejum de 33 anos sem conquistas nacionais em provas individuais de pista do atletismo brasileiro. As últimas haviam sido o bronze de Robson Caetano, nos 200 m rasos, e a prata de Joaquim Cruz, nos 800 m rasos nos Jogos de 1988 (Seul).