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Com duas medalhas olímpicas, Thiago Braz entra em lista com lendas do atletismo brasileiro

Thiago se igualou a Adhemar Ferreira, do salto triplo, e Joaquim da Cruz, dos 800 metros rasos, que foram medalhistas em Jogos seguidos
19:33 | Ago. 03, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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Nesta terça-feira, 3, o brasileiro Thiago Braz faturou o bronze no salto com vara nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Campeão da modalidade no Rio, em 2016, Braz igualou outros oito atletas brasileiros na história após a conquista no Japão.

Adhemar Ferreira da Silva é o único da história do atletismo brasileiro que faturou dois ouros: venceu no salto triplo em 1952 e 1956.

Nos 800m rasos, Joaquim Cruz foi ouro em 1984 e prata em 1988. Nelson Prudêncio, no salto triplo, foi o segundo em 1968 e ganhou o bronze quatro anos depois. Já Robson Caetano ganhou bronzes nos 200m rasos em 1988 e no revezamento 4x100m rasos em 1996.

André Domingos e Édson Luciano conquistaram a medalha de prata no revezamento 4x100m em 2000 e o bronze em 1996. Vicente Lenilson fez parte do primeiro triunfo e também venceu o bronze em 2008. Por fim, João do Pulo foi o terceiro colocado no salto triplo em 1976 e 1980.

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Por que Neymar não está jogando pela seleção do Brasil nas Olimpíadas?

fora das olimpíadas
19:30 | Ago. 03, 2021
Autor Nadine Lima
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Em busca de repetir a medalha de ouro nas Olimpíadas de Tóquio 2021, a seleção do Brasil masculina olímpica de futebol não contou com Neymar, referência mundial do esporte em atividade. Mesmo com a trajetória positiva nos Jogos Olímpicos, com a equipe brasileira conseguindo chegar à final contra a Espanha após derrotar o México nos pênaltis, a ausência de Neymar ainda é questionada por muitos torcedores do Canarinho.

Uma série de fatores influenciou na decisão do nome de Neymar não ser convocado para a seleção olímpica. Apesar da idade do atacante brasileiro, que tem 29 anos, ter sido a principal explicação para muitos, visto que a idade máxima para jogar olimpíadas é de 23 anos, esta não foi a principal razão para sua falta. Cada delegação pode chamar até três nomes acima da idade máxima e, inclusive, Neymar foi um dos jogadores acima da idade na última edição do evento esportivo, no Rio-2016.

 

O principal fator foi o fato do Paris Saint-Germain (PSG), clube do atleta, não ter autorizado o atacante brasileiro, pois sua participação nas Olimpíadas significaria dispensá-lo na preparação do time para a sua próxima temporada. Vale destacar que o atacante Mbappé, principal nome da seleção francesa, também não foi liberado pelo PSG para as Olimpíadas, apesar do atacante ter 22 anos, idade ideal para disputar o torneio.

Outro fator importante foi a participação de Neymar na Copa América, que também impossibilitou sua convocação. Mesmo com as competições acontecendo em períodos diferentes, escolher disputar as duas no mesmo ano poderia sobrecarregar o atleta, que atua no futebol europeu e não teria descanso entre uma temporada e outra. Inclusive, nas olimpíadas de 2016, Neymar optou por não participar da Copa América Centenário, realizada nos EUA, para ir em busca da medalha olímpica no Rio de Janeiro. 

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Brasil x Rússia ao vivo no vôlei feminino das Olimpíadas: onde assistir

vôlei de quadra
19:01 | Ago. 03, 2021
Autor O Povo
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O Brasil joga nesta quarta-feira, 4 de agosto (04/08), nas quartas de final do vôlei de quadra feminino nas Olimpíadas de Tóquio 2021. A equipe enfrentará o Comitê Olímpico Russo (ROC). O jogo da seleção brasileira contra a Rússia será disputado na Arena Ariake, em Tóquio, no Japão, às 9 horas e 30 minutos (horário de Brasília). As Olimpíadas estão hoje, terça, 3 de agosto (03/08), no 12º dia. 

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e as demais informações ao final do texto. 

Brasil x Rússia ao vivo: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

Bandsports e SporTV: para clientes das operadoras de TV a cabo compatíveis

Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Quando será Brasil x Rússia

Quarta, 4 de agosto (04/08), às 9 horas e 30 minutos (horário de Brasília)

Onde será Brasil x Rússia

Arena Ariake, em Tóquio, no Japão

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Brasil x Letônia ao vivo no vôlei de praia das Olimpíadas: onde assistir

Dupla masculina
17:44 | Ago. 03, 2021
Autor O Povo
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Alison e Álvaro Filho jogam nesta quarta-feira, 4 de agosto (04/08), pelo Brasil nas quartas de final do vôlei de praia masculino nas Olimpíadas de Tóquio 2021. A dupla vai enfrentar Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, que eliminaram os brasileiros Evandro e Bruno Schmidt. O jogo será disputado na Shiokaze Park, em Tóquio, no Japão, às 9 horas (horário de Brasília). As Olimpíadas estão hoje, terça, 3 de agosto (03/08), no 12º dia. 

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistir e as demais informações ao final do texto. 

A dupla do Brasil chegou à quartas de final depois de derrotar os mexicanos Josue Gaxiola e Jose Rubio por 2 sets a 0. Os brasileiros venceram o México com parciais de 21/14 e 21/13.  

Brasil x Letônia ao vivo: onde assistir

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Quando será Brasil x Letônia

Quarta, 4 de agosto (04/08), às 9 horas (horário de Brasília)

Onde será Brasil x Letônia

Shiokaze Park, em Tóquio, no Japão

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Olimpíada: final do salto no hipismo terá brasileiro; cearense fica de fora

tóquio 2020
12:21 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Nesta terça-feira, 3, dois brasileiros participaram da qualificatória do salto individual nas Olimpíadas de Tóquio. Yuri Mansur, com seu cavalo Alfons, garantiu vaga na final. Já o cearense radicado Marlon Zanotelli, acompanhado de Edgar, não conseguiu se classificar. Yuri realizou a prova em um tempo de 86,74 e não cometeu nenhuma penalidade.

“Foi muito bom, tive tranquilidade no percurso. A única dúvida que eu tinha era no triplo e tomei a decisão certa. Meu cavalo saltou bem em todo o percurso. Ele estava assustado, quando fui perto do primeiro obstáculo. Ele é um cavalo sensível só que é muito valente e dá o máximo dele sempre”, disse o cavaleiro. Yuri monta um cavalo de esporte estoniano de 14 anos.

LEIA MAIS| Após ruptura de ligamento, cavalo da equipe suíça é sacrificado nas Olimpíadas de Tóquio

Cearense radicado

Por outro lado, Zanotelli até concluiu sua apresentação em um tempo mais rápido que seu compatriota (84,11), porém, cometeu quatro penalidades. Montando uma sela holandês de 11 anos, cometeu uma falta no salto triplo e fechou a prova em 31ª colocação, empatado com 11 outros conjuntos com uma salta, mas com o segundo melhor tempo.

Dois brasileiros competiram na classificatória do salto no hipismo na Olimpíada de Tóquio 2020
Dois brasileiros competiram na classificatória do salto no hipismo na Olimpíada de Tóquio 2020 (Foto: Divulgação/CBH)

“Meu cavalo saltou bem, o sentimento estava muito bom no início do percurso, comecei o triplo bem, a chegada foi bom, mas talvez no final eu botei um pouco de espora demais. Depois comecei a pensar no tempo, para ser mais rápido e ele ficou um pouco em pânico quando eu comecei a correr. Estou feliz pelo Yuri que foi espetacular e deu uma aula de equitação”, afirmou o brasileiro, antes do encerramento da competição.

Nascido em Imperatriz (MA), Marlon Zanotelli viveu dos seis aos 18 anos no Ceará e está nas Olimpíadas de Tóquio.

Dos 73 conjuntos, 30 avançaram para a final e terão sua pontuação zerada na corrida pelo pódio. Dos 30 classificados para a final, 26 zerara, ou seja, não sofreram penalidades ao derrubar os obstáculos, e 4 tiveram pontos em excesso. 

A melhor apresentação da qualificatória foi a do britânico Ben Maher, ao lado de seu cavalo Explosion, que realizaram a prova em 81,34, sem cometer penalidades. A final do salto individual ocorre nesta quarta-feira, 4, a partir das 7 horas (de Brasília).

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Brasil tem o dia com mais medalhas em Tóquio

12:21 | Ago. 03, 2021
Autor O Povo
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A terça-feira foi o dia de mais conquistas de medalhas do Brasil até agora em Tóquio. Foram 4: ouro com Martine Grael/Kahena Kunze na vela, bronzes no atletismo com Thiago Braz e Alison dos Santos e bronze no boxe com Abner Teixeira.

O Brasil soma 3 ouros, 3 pratas e 8 bronzes. E tem mais 3 medalhas garantidas faltando definir a cor : futebol masculino, Bia Ferreira e Hebert Conceição no boxe.

A principal conquista veio na vela com a dupla agora bicampeã olímpica. Martine Grael e Kahena Kunze terminaram em 3º lugar na regata final da classe 49er, resultado suficiente para garantir o ouro. As brasileiras adotaram uma estratégia perfeita no início da regata, assumindo logo as primeiras colocações e ficando a frente da dupla holandesa, que estava empatada na classificação geral e poderia disputar o ouro.

A campanha de Martine e Kahena começou com um resultado ruim na 1º regata, 15º lugar. Esse resultado pela regra da competição, pode ser descartado. A partir de então, as brasileiras foram bem regulares. Venceram duas das 13 regatas e evoluíram na classificação geral a cada prova, até confirmarem o ouro na última, com pontuação dobrada. Martine e Kahena se juntam as jogadoras de vôlei feminino Fabi, Fabiana, Jaqueline, Paula Pequeno, Thaísa e Sheila, na lista de bicampeãs olímpicas brasileiras.

Vamos ao resumo das demais modalidades:

Atletismo - O Brasil obteve duas medalhas de bronze em um intervalo de 9 horas. Alison dos Santos confirmou as expectativas e conseguiu a medalha nos 400 metros com barreiras. Só ficou atrás dos 2 favoritos: o norueguês bicampeão mundial Karsten Warholm (bateu o recorde mundial ) e o americano Rai Benjamin. A agradável surpresa foi a repetição da medalha olímpica de Thiago Braz no salto em altura. Ele tinha feito um ciclo olímpico muito ruim. Mas saltou na final olímpica 5m87, fato que só tinha ocorrido duas vezes em 5 anos, e assegurou o bronze. O sueco Duplantis confirmou o favoritismo com o ouro.

Futebol - seleção masculina vai buscar o bicampeonato olímpico no sábado. Empatou em 0 a 0 com o México, mas venceu nos penais, sem errar nenhuma das 4 batidas. O adversário será a Espanha.

Vôlei - a seleção masculina teve uma vitória tranquila nas quartas de finais contra o Japão por 3 sets a 0. Os japoneses só ameaçaram no 2º set, quando abriram 5 pontos de vantagem. Na semifinal um adversário duríssimo: a Rússia que superou o Canadá. Na fase de classificação, os russos venceram por 3 a 0. A surpresa foi a eliminação da Itália para a Argentina por 3 sets a 2.

Hipismo - Yuri Mansur zerou o percurso e se garantiu na final da prova de saltos nesta quarta-feira com outros 30 atletas. Já o principal cavaleiro brasileiro, Marlon Zanotelli, cometeu uma falta e ficou fora.

Vôlei de praia - O Brasil ficou com apenas uma dupla no torneio olímpico. Caberá a Alison e Alvaro evitar que pela 1ª vez em Olimpíadas, o Brasil fique sem medalha na modalidade.

Na noite da segunda-feira, Ana Patricia e Rebeca foram eliminadas pelas suíças Verge Depre e Heidiich. O placar foi de 2 sets a 1.

Canoagem velocidade - Isaquias Queiroz finalizou sem medalha, a 1º de duas provas em Tóquio. Ao lado de Jack Goodman, foi o 4º colocado no C2 1000 metros. Desde a primeira eliminatória, os brasileiros não conseguiram acompanhar o ritmo de China, Cuba e Alemanha. Os cubanos Sergey Torres e Jorge Enriquez ficaram com o ouro, superando os favoritos alemães. A dupla cubana vinha de 3 vice campeonatos em mundiais de 2017 a 2019.

Boxe - O Brasil garantiu mais uma medalha no boxe nesta manhã de terça-feira com Bia Ferreira nos 60kg. Ela venceu Raykhona Kodirova do Uzbequistão por decisão unanime dos 5 árbitros e avançou as semifinais Bia vai pegar a finlandesa Mira Potkonen. Ela perdeu duas vezes para a adversária na carreira, mas em fevereiro venceu no torneio Stranja na Bulgária. No masculino duas derrotas já esperadas para cubanos: Wanderson Oliveira perdeu nas quartas de finais dos 63kg para Andy Cruz bicampeão mundial por 4 a 1. Wanderson termina sem medalha. Já nos 91kg, Abner Teixeira caiu diante de Julio La Cruz, que também tem um currículo absurdo: campeão olímpico e 4 vezes campeão mundial. Como a luta era pela semifinal, Abner garantiu bronze.

Ginástica artística - a última participação brasileira em Tóquio foi com Flavia Saraiva na final da trave. Ela sofreu um desequilíbrio na apresentação e terminou na 7º posição. Ouro e prata para a China com Chenchen Guan e Xiijing Tang. A estrela americana Simone Biles competiu nesta prova e terminou com o bronze.

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