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Cearenses nas Olimpíadas: datas e horários das disputas em Tóquio hoje, dia 11

Três atletas cearenses permanecem disputando a Olimpíada de Tóquio, em três modalidades; veja datas e horários de cada partida para a noite da segunda-feira, 2, e manhã da terça-feira, 3
Autor - Bemfica de Oliva
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- Bemfica de Oliva Analista de SEO
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No começo da terceira semana da Olimpíada de Tóquio, três atletas nascidos ou radicados no Ceará seguem disputando modalidades nas competições. Confira abaixo as datas e horários de cada partida para a noite desta segunda-feira, 2, e manhã da terça-feira, 3.

Arremesso de dardo feminino

Laila Ferrer nasceu em Sergipe, mas é radicada em Fortaleza, onde cursou Educação Física e, aos 25 anos, começou no arremesso de dardo. Veja o calendário da modalidade:

  • 2/8 (segunda-feira) - 21h20min – Grupo A (Classificatória)
  • 2/8 (segunda-feira) - 22h50min – Grupo B (Classificatória)

Hipismo - Saltos

Nascido em Imperatriz (MA), Marlon Zanotelli viveu dos seis aos 18 anos no Ceará e está nas Olimpíadas de Tóquio.

  • 3/8 (terça-feira) - 7h – Hipismo Saltos individual (eliminatórias)

O calendário completo de disputas dos cearenses nas Olimpíadas de Tóquio pode ser visto clicando neste link.

OLIMPÍADAS DE TÓQUIO: CONFIRA AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS
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Alison e Álvaro vencem mexicanos e vão quartas do vôlei de praia

Esportes
2021-08-02 11:33:06
Autor Agência Brasil
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Alison e Álvaro Filho serão os representantes do Brasil nas quartas de final do vôlei de praia masculino na Olimpíada de Tóquio (Japão). A dupla avançou após vitória sobre os mexicanos Josue Gaxiola e Jose Rubio por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 21/13, na manhã desta segunda-feira (2), no Parque Shiokaze, na capital japonesa.

Tóquio: após ouro e prata, Rebeca Andrade fica em 5º lugar no solo

Esportes
2021-08-02 09:22:54
Autor Agência Brasil
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A paulista Rebeca Andrade encerrou nesta segunda-feira (2) sua participação na Olimpíada de Tóquio (Japão) na quinta colocação da prova do solo na ginástica artística. Ao som de Baile de favela, a atleta de 22 anos fez uma apresentação bem-sucedida na final, entretanto deu passo para fora do tablado na primeira acrobacia, o que lhe fez perder um décimo. Rebeca somou 14.033 pontos, ficando atrás em 0.133 das medalhistas de bronze, a japonesa Mai Murakami e Angelina Melnikova, do Comitê Olímpico Russo, que empataram com 14.166 pontos

Tóquio: Isaquias e Jacky se garantem na semi da canoagem velocidade

Esportes
2021-08-02 08:37:52
Autor Agência Brasil
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Os baianos Isaquias Queiroz e Jacky Goldman se classificaram para a semifinal da prova C2 1000 metros da canoagem velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão) logo mais, às 21h44 (horário de Brasília), na baía Sea Forest Waterway, na capital japonesa. Se avançarem disputarão a final na sequência, às 23h46. 

Resumo das modalidades já encerradas

Opinião
2021-08-01 22:53:35
Autor Marcelo Romano
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Chegamos à segunda e última semana da Olimpíada de Tóquio. Porém, algumas modalidades já tiveram suas competições finalizadas. Vamos a um resumo geral do que ocorreu em cada uma delas e avaliar a participação do Brasil.

Natação - Em piscinas foram 35 provas disputadas e 21 países conquistando medalhas. Os Estados Unidos levaram 11 ouros, contra 9 da Austrália e 4 da Grã-Bretanha. Os principais medalhistas foram o americano Caeleb Dressel com 5 ouros e a australiana Emma McKeon, com 4. Antes do início da Olimpíada, a expectativa brasileira era apenas uma medalha de Bruno Fratus nos 50 livres. Essa medalha ocorreu e a surpresa foi outro bronze de Fernando Scheffer nos 200 livres. O Brasil ainda teve Leo de Deus finalista nos 200 borboleta e Guilherme Costa nos 800 livres. Em relação a finais, a participação do Brasil podia ter sido melhor. 

Judô - Competindo em casa, esperava-se um domínio japonês. Mas foi além do esperado. De 15 ouros, os japoneses levaram 9. França e o pequeno Kosovo, dois. A surpresa foi a derrota japonesa para a França na prova por equipes. O Brasil piorou sua campanha em relação as duas últimas Olimpíadas. Em 2012 foram quatro medalhas, três em 2016 e agora apenas duas em 2020. Mayra Aguiar obteve seu terceiro bronze olímpico e Daniel Cargnin foi a boa surpresa com outro bronze.

Tiro com arco - Mais uma vez a grande potência da modalidade, Coreia do Sul, faturou 4 dos 5 ouros possíveis. A desconfiança de antes da Olimpíada de que o jovem time coreano feminino não suportaria a pressão não ocorreu. San An, de 20 anos, foi o grande destaque. Ela venceu o individual feminino, bateu o recorde olímpico na fase de classificação e ainda ajudou nas conquistas de duplas mistas e equipes. O Brasil obteve seu melhor resultado olímpico com Marcus D' Almeida terminando entre os 16.

Canoagem slalom - Nas quatro provas disputadas, quatro países diferentes foram ouro, todos que constavam entre os favoritos antes da competição: Benjamin Savsek, da Eslovênia e Jessica Fox, da Austrália ,no C1; Jiri Prskavec da República Tcheca e Ricarda Funk, da Alemanha, no K1. O Brasil tinha expectativa que Ana Satila brigasse por medalha nas duas provas femininas. Mas isso não ocorreu. Ela pegou final apenas no C1 e terminou em 10º lugar.

Esgrima - Como semprem muito equilíbrio na divisão das medalhas entre as principais potências do esporte. Apenas 13 países faturaram medalhas nas 12 provas disputadas. A Rússia foi o destaque com três ouros, todos no feminino. O Brasil contou com dois atletas e saiu sem nenhuma vitória. A campeã mundial Nathalie Moellhausen deu azar no sorteio e logo na estreia enfrentou e foi eliminada pela italiana Rossela Fiamingo, dona de dois títulos do mundo.

Remo - Nas 14 provas realizadas, a Nova Zelândia levou 3 ouros e a Austrália 2. Dezoito países faturaram medalhas. O Brasil só levou um atleta, mas ele conseguiu um resultado acima do esperado: Lucas Verthien no single skiff terminou entre os 12 melhores. O remo é um dos esportes que menos apresenta evolução no Brasil nos últimos 20 anos.

Rugby Sevens - Fiji, país de 880 mil habitantes, repetiu o histórico ouro de 2016 agora em 2020 no masculino e ainda levou bronze no feminino, vencido pela Nova Zelândia. O Brasil fez uma campanha pior do que o esperado no feminino. Terminou em penúltimo lugar com uma vitória sobre o Japão. O detalhe foi que sofreu 114 pontos em três jogos da fase de classificação, sendo massacrado por Canadá, França e Fiji.

Tiro - As competições terminam nesta segunda-feira; das 13 realizadas, 17 países foram medalhistas. Destaque para EUA e China com três. O Brasil teve um péssimo ciclo olímpico. Só classificou um atleta para Tóquio, Felipe Wu, que ficou longe de repetir o desempenho de 2016, quando foi medalhista de prata.

Surfe - A modalidade estreou em Tóquio e os favoritos foram os vencedores: o brasileiro Ítalo Ferreira e a americana Carissa Moore. A surpresa foi Gabriel Medina, líder do ranking mundial 2021, que terminou sem medalha.

Taekwondo - Um dos esportes mais democráticos do programa olímpico deu medalhas para 21 nações nas oito provas, incluindo Costa do Marfim, Jordânia e Macedônia do Norte. A pátria da modalidade, Coreia do Sul, terminou sem ouros, com uma prata e dois bronzes. A Rússia foi a única a obter dois ouros. O Brasil tinha três atletas que tinham sido medalhistas no mundial 2019, mas apenas Talisca Reis fez boa campanha e chegou a disputar o bronze, sem sucesso.

Tênis - O favorito no masculino Novak Djokovic foi um grande fiasco e terminou sem medalhas. Eliminado no individual, também não contribuiu com a Sérvia nas disputas de duplas, desistindo da decisão do bronze. Em cinco disputas de ouro, cinco países diferentes com campeões: Rússia, Croácia, República Tcheca, Suíça e Alemanha. O Brasil teve sua medalha mais inesperada no tênis. A dupla Laura Pigossi e Luisa Stefani entrou no torneio de duplas femininas com um convite na última semana antes do início, devido a desistências de outros países. E com uma campanha belíssima, com direito a várias viradas, terminaram com a medalha de bronze.

Triatlo - O destaque foi a vencedora do feminino, Flora Dufffy, com a primeira medalha de ouro da história de Bermudas. O Brasil disputou as provas masculina e feminina, mas nenhum atleta obteve posição entre os 20 melhores.

Ciclismo BMX race - Os brasileiros no masculino e feminino não eram cotados para terminar entre os oito melhores e isso ocorreu. No masculino, o campeão foi o holandês Niek Kiemmann, colecionador de medalhas em Copas do Mundo. No feminino, uma surpresa, com o ouro da britânica Beth Shriever. 

Ciclismo MTB - Uma das modalidades em que o Brasil poderia surpreender com a primeira medalha da história. Mas Henrique Avancini sequer terminou entre os 10 melhores. A Suíça levou ouro, prata e bronze no feminino. No masculino o britânico Tom Pidcock superou os favoritos holandeses e suíços.

 

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Com 2ª medalha garantida, boxe brasileiro vive expectativa de recorde

Esportes
2021-08-01 15:58:20
Autor Agência Brasil
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A medalha de bronze conquistada por Servílio de Oliveira em 1968, na Cidade do México, era a única do boxe olímpico brasileiro até os Jogos de Londres, em 2012. Foram três láureas (uma prata e dois bronzes) na capital britânica e uma no Rio de Janeiro (dourada, com Robson Conceição), quatro anos depois. Na Olimpíada de Tóquio (Japão), ao menos dois pódios estão assegurados e há a possibilidade de outros dois que, se ocorrerem, garantem um resultado recorde ao Brasil na modalidade.

O último a assegurar, ao menos, a medalha de bronze foi Hebert Conceição. Neste domingo (1º), o baiano, de 23 anos, derrotou o cazaque Abilkhan Amankul nas quartas de final da categoria 75 quilos e se classificou à semifinal, onde terá pela frente Gleb Bakshi, do Comitê Olímpico Russo, na próxima quinta-feira (5), às 3h18 (horário de Brasília). A vitória foi por decisão dividida, com três juízes dando o triunfo ao brasileiro e dois ao pugilista do Cazaquistão.

"É uma sensação incrível, escrevi meu nome na história do esporte brasileiro como medalhista olímpico. Sempre sonhei com esse momento, desde quando iniciei no esporte e fico muito feliz. Só tenho a agradecer a todas as pessoas que fizeram parte disso. Estou preparado para lutar contra quem vier. Vou focar na estratégia junto com minha equipe, a mais correta para poder enfrentá-lo", disse Conceição, após o combate.

Além dele, Abner Teixeira já tinha confirmado presença no pódio em Tóquio na última sexta-feira (30), ao também avançar às semifinais da categoria 91 kg. O paulista, de 24 anos, volta ao ringue na terça-feira (3), às 6h50, contra o cubano Júlio César La Cruz, medalhista de ouro na Rio 2016, mas um peso abaixo.

No mesmo dia, ,às 5h, Beatriz Ferreira pode garantir a terceira medalha brasileira nos Jogos se derrotar a uzbeque Raykhona Kodirova pelas quartas de final. Atual campeã mundial, a baiana, de 28 anos, é candidata à láurea dourada na categoria 60 kg.

Mais tarde, às 6h18, Wanderson Oliveira, o "Sugar", decide vaga nas semifinais da categoria 63 kg contra o cubano Andy Cruz, medalhista de ouro pan-americano e mundial. O peso no qual o carioca de 24 anos compete é o mesmo pelo qual Robson Conceição se sagrou campeão olímpico há cinco anos.

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