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Algoz do Brasil, Canadá elimina EUA no futebol feminino e avança para final da Olimpíada

A seleção tetracampeã olímpica não chegam à decisão pelos segundos Jogos Olímpicos consecutivos
Autor - AFP
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O Canadá surpreendeu em Tóquio 2020 e eliminou os Estados Unidos por 1 a 0 nas semifinais do futebol feminino na Olimpíada. As canadenses ganharam com um gol de pênalti de Jessie Flemming na reta final da partida realizada nesta segunda-feira, 2. Com o resultado, o Canadá segue para a luta pelo ouro na grande final, enquanto a seleção tetracampeã olímpica disputa a medalha de bronze.

Em uma partida com poucas chances de gol criadas pelas duas equipes, o duelo foi resolvido com uma penalidade máxima que precisou ser revista no VAR. Fleming não falhou e o Canadá, que foi bronze na Rio-2016 e em Londres-2012, aguarda seu adversário vindo da outra semifinal, entre Austrália e Suécia, que se enfrentam também nesta segunda-feira, 2.

Os Estados Unidos não chegam à decisão pelos segundos Jogos Olímpicos consecutivos. As americanas, atuais campeãs mundiais, levaram o ouro em 1996 (na estreia do futebol feminino em Olimpíadas), 2004, 2008 e 2012. Também ficaram com a prata em 2000.

LEIA MAIS| Olimpíada: Nos pênaltis, Brasil perde para Canadá no futebol feminino

Para chegar às seminfinais, as canadenses passam pelo Brasil. Em um jogo duro que terminou nos pênaltis, a seleção brasileira feminina de futebol acabou perdendo e deu adeus às Olimpíadas de Tóquio 2020 sem medalha. O jogo terminou em 0 a 0 no tempo normal, resultado que seguiu até a prorrogação. Nos pênaltis, o Canadá levou a melhor em 4 a 3.

 

djm/psr/aam

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Olimpíada: Brasil garante vaga na final do revezamento 4x200m na natação

tóquio 2020
2021-07-27 10:02:00
Autor AFP
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A equipe brasileira do revezamento 4x200 metros livre, formada por Luiz Altamir, Fernando Scheffer, Breno Correia e Murilo Sartori, conseguiu se classificar para a final da prova nos Jogos de Tóquio nesta terça-feira, 27. É a primeira vez que o Brasil se classifica para a final da prova desde os Jogos Olímpicos de Barcelona 1992.

LEIA MAIS| Olimpíadas de Tóquio: brasileiro Fernando Scheffer ganha medalha de bronze na natação

Nas eliminatórias, a equipe da Grã-Bretanha obteve o melhor tempo (7:03.25). O quarteto brasileiro se classificou em oitavo lugar, completando a prova com 7:07.73. A classificação no Centro Aquático de Tóquio foi dramática, já que as oito primeiras equipes das eliminatórias avançavam. A Austrália terminou em segundo e a Itália em terceiro.

LEIA MAIS| Brasil na natação dia 2 de Olimpíada: vagas para final e semi e recorde sul-americano

A final do revezamento será disputada 0h26 de quarta-feira (horário de Brasília). Fernando Scheffer, um dos nadadores da equipe, conquistou a primeira medalha para o Brasil na natação em Tóquio, o bronze nos 200 metros livres, com o tempo de 1:44.66, o novo recorde sul-americano da prova.

 

aam

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Britânicos desbancam os chineses e levam o ouro nos saltos ornamentais

Esportes
2021-07-26 08:26:00
Autor AFP
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Os britânicos Thomas Daley e Matty Lee conquistaram nesta segunda-feira a medalha de ouro na prova de saltos ornamentais sincronizados na plataforma de 10 metros nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

A dupla da Grã-Bretanha terminou a prova com 471,81 pontos e superou os favoritos, os chineses Cao Yuan e Chen Aisen, que somaram 470,58 e ficaram com a prata.

O pódio foi completado pela dupla que representa o Comitê Olímpico Russo (ROC na sigla em inglês), Aleksander Bondar e Viktor Minibaev, com 439,92 pontos.

 

./bds/dif/fp

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Ginástica Artística: Chusovitina, de 46 anos, não vai à final mas é ovacionada em sua despedida

VETERANA
2021-07-25 09:55:00
Autor AFP
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Oksana Chusovitina, veterana da ginástica artística, de 46 anos de idade, não participará da final do salto, mas a uzbeque se despediu ovacionada de pé nesses que foram seus oitavos Jogos Olímpicos.

 

Na ausência do público, as demais ginastas e treinadores formaram um corredor de honra para homenagear a ginasta mais velha da história olímpica, que disputou sua primeira olimpíada em Barcelona-1992.

 

"Chorei de alegria. Tantas pessoas me apoiaram por tanto tempo. Estou muito grata", disse a atleta que estreou representando a equipe unificada das ex-repúblicas soviéticas, logo após o desaparecimento da URSS.

 

Nascida em 19 de junho de 1975 em Boukhara, Chusovitina conquistou o ouro na competição geral por equipes, mas ainda teve que esperar 16 anos para obter a medalha olímpica individual, a prata no salto sobre o cavalo, sua especialidade. Foi em 2008, em Pequim sob a bandeira da Alemanha, onde fixou residência em 2002 para que seu filho Alisher pudesse ser tratado de leucemia.

 

Os Jogos de Tóquio foram os seus quintos com as cores do Uzbequistão, um país de 33 milhões de habitantes, onde a sua fama é tão grande que um selo com a sua efígie chegou a ser emitido.

 

Mas neste domingo a atleta não conseguiu alcançar a nota suficiente para chegar à final.

 

"Queria que houvesse público. Todos os atletas precisam de atenção e aplausos. Não irei para Paris, mas talvez para Los Angeles... ", brincou Chusovitina, se referindo às Olimpíadas de 2024 e 2028.

 

Na verdade, a veterana havia prometido encerrar sua carreira depois dos Jogos de Tóquio.

 

Um de seus objetivos é continuar na ginástica, mas no palco com um "espetáculo de teatro", e tendo como objetivo popularizar seu esporte no Uzbequistão, onde a luta livre ou o boxe ainda são os esportes mais difundidos.

 


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Massagista da equipe espanhola de ciclismo testa positivo, mas atletas poderão competir

Tóquio 2021
2021-07-23 13:07:00
Autor AFP
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Um massagista da equipe olímpica espanhola de ciclismo testou positivo para Covidd-19, na véspera da estreia masculina nos Jogos de Tóquio - informou o Comitê Olímpico Espanhol (COE) nesta sexta-feira, 23. O restante do grupo testou negativo, e os ciclistas poderão competir.

"Os integrantes da seleção passaram por um PCR, cujo resultado foi negativo, e eles poderão competir amanhã (sábado), aumentando as medidas de proteção à saúde", disse o COE em um comunicado. A nota especifica que a pessoa afetada pelo resultado positivo é "o massagista da equipe espanhola de ciclismo, Joseba Eleguezabal".

Os alertas surgiram pouco antes, depois de o presidente do Conselho Superior de Esportes (CSD), José Manuel Franco, ter declarado à rádio pública espanhola que "surgiu um problema de última hora com o ciclismo".

"Surgiu um resultado positivo de um massagista, e espero que não afete o restante da equipe", acrescentou Franco. O caso acontece na véspera do teste de estrada, em que Alejandro Valverde lidera a equipe espanhola de ciclismo.

A prova acontecerá em um percurso de 234 quilômetros entre o parque Musashinonomori e o autódromo Fuji International Speedway, com cinco passagens de montanha. A mais exigente delas é a subida ao icônico Monte Fuji, na metade da corrida.

O caso de Covidd-19 de Eleguezabal é o primeiro que ocorre na delegação espanhola. Nos últimos dias, surgiram vários casos em outras delegações, como as da República Checa e da África do Sul. Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 começam nesta sexta-feira, enquanto as infecções continuam aumentando na capital japonesa.

 

gr/dr/ap/tt

 

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Conheça Caeleb Dressel, o provável sucessor de Phelps nas Olimpíadas de Tóquio

SPO
2021-07-23 10:52:00
Autor AFP
Tipo Notícia

Seu sprint espetacular e a forma tranquila com a qual geriu o esporte em tempos de pandemia prometem um 'show' na piscina dos Jogos de Tóquio: o fenômeno americano Caeleb Dressel é apresentado desde o início como o provável protagonista desta edição na natação, que entregará suas primeiras medalhas já no domingo.

Excepcionalmente, e como já aconteceu em Pequim-2008, a programação habitual da natação é invertida, com finais e semifinais na sessão da manhã e as séries à tarde e à noite. Exceto no sábado, o dia das primeiras séries, e talvez no domingo, se ele tiver um descanso na série do revezamento 4x100 metros masculino, Dressel (que em breve terá 25 anos) deverá entrar na água todos os dias da natação de Tóquio-2020. Inclusive até três vezes por dia.

LEIA MAIS| Olimpíadas de Tóquio: diretor da Cerimônia de Abertura é demitido

Sua ambição é conquistar seis medalhas de ouro. Três seriam em provas individuais, nos 100m livre (a mais esperada), nos 100m borboleta e 50m, enquanto outras três seriam no revezamento (4×100m livre, 4×100m medley e 4×100m medley misto). É mais improvável, mas poderia até participar de um quarto revezamento, o 4x200 metros.

Apenas dois nadadores conseguiram disputar tantas provas na história olímpica. Um deles é seu compatriota Michael Phelps, com oito títulos em oito provas em que participou em Pequim-2008 (100m e 200m borboleta, 200m livre, 200m e 400m medley e nos revezamentos 4x200m livre, 4x100m livre e 4x100m medley).

E também outro americano, Mark Spitz, com sete medalhas em Munique-1972: 100m e 200m livre, 100m e 200m borboleta, revezamentos 4x100m e 4x200m livre e 4x100m medley. Outro americano, Matt Biondi, ganhou cinco títulos em Seul-1988 e também levou uma medalha de prata e uma de bronze.

Dressel provou nos últimos anos que está destinado a colocar seu nome na listas dos mais seletos. No Mundial de 2017 em Budapeste, o que marcou sua grande ascensão, o nadador da Flórida conquistou sete medalhas de ouro, igualando o recorde de Phelps em uma edição, alcançado dez anos antes.

No Mundial de Gwangju, na Coreia do Sul, em 2019, ele ficou com seis títulos, mas conquistou um total de oito medalhas, algo nunca antes visto nesse evento. Dressel também conseguiu quebrar um recorde mundial, que arrebatou exatamente de Phelps, nos 100 metros borboleta.

Ao ouvi-lo, nem o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos nem a falta de público nas arquibancadas parecem incomodá-lo. "Por que teria que ficar chateado por ter um ano a mais para prolongar essa dinâmica?", se perguntou ele no final do ano passado em entrevista a dois meios de comunicação franceses, um deles a AFP. "Não vou reclamar de ter mais um ano para me preparar", disse o nadador.

"Não preciso que as pessoas olhem para mim", acrescentou ele sobre as competições com portões fechados. "O que importa sou apenas eu, Troy (seu treinador), meus companheiros de equipe e a piscina", disse ele.

"Obviamente prefiro quando as arquibancadas estão lotadas, gosto do show, gosto de me alimentar com a energia que emana de uma multidão que grita e aplaude. No Mundial em Budapeste lembro que o clima era incrível, era eletrizante. Mas enfim, quando você pula na água, tudo se apaga. Você muda de dimensão, você entra em outro mundo", explica. Dressel tem tudo para terminar os Jogos como um dos grandes protagonistas, assim como sua compatriota Katie Ledecky, a grande estrela no feminino.

 

 

es/cfe/jr/fbx/dr/psr/aam

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