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Simone Biles não vai participar das finais do salto e barras assimétricas em Tóquio 2020

Anuncio foi feito na noite desta sexta-feira, 30, pela Federação Americana de Ginástica
00:04 | Jul. 31, 2021
Autor - AFP
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A ginasta americana Simone Biles não vai participar das finais do salto e barras assimétricas no domingo, anunciou na noite de sexta-feira, 30, a Federação Americana de Ginástica.

"Após mais consultas com a equipe médica, Simone Biles decidiu não participar das finais das provas do salto e barras assimétricas. Ela continuará a ser avaliada diariamente para determinar se competirá nas finais para exercícios de solo (terça) e trave de equilíbrio (quarta)", explicou no Twitter a federação.

Biles, de 24 anos, relatou que estava lutando com "demônios na cabeça" e muita pressão para administrar pelas expectativas criadas a respeito de sua participação nos Jogos.

"Assim que eu piso no tablado, sou só eu e a minha cabeça, lidando com demônios em minha cabeça. Tenho que fazer o que é certo para mim e concentrar na minha saúde mental, e não prejudicar minha saúde e meu bem-estar, explicou a americana à imprensa na terça-feira, após interromper sua participação na final da disputa geral por equipes.

A americana, que conquistou cinco medalhas na Rio 2016, explicou que precisava proteger sua saúde mental e que estava com menos confiança do que antes.

Depois dos Jogos no Rio de Janeiro, Biles tirou um ano sabático. Ela revelou que estava entre as vítimas de agressão sexual do médico da equipe americana de ginástica Larry Nassar, atualmente preso, e se identifica como "uma sobrevivente".

Ela também denunciou publicamente a passividade das autoridades esportivas americanas. "Depois de tudo o que enfrentei com a federação, reencontrar o amor ao esporte e ser simplesmente Simone tem sido um longo caminho", afirmou recentemente.

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), visitou a ginasta em Tóquio na sexta-feira, chamando-a de "corajosa" por falar abertamente sobre seus problemas psicológicos.

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Brasil fecha adestramento em 11º no hipismo CCE em Tóquio 2020

Jogos olímpicos
2021-07-31 01:37:00
Autor Agência Brasil
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O cavaleiro Carlos Parro, montando Goliath, fechou a participação nacional no adestramento do hipismo Concurso Completo de Equitação (CCE) na Olimpíada de Tóquio (Japão). Na noite desta sexta-feira (30), no Parque Equestre, o brasileiro ficou com -36,10 pontos, 63,9% de aproveitamento.

No final dessa etapa, o Brasil encontra-se em 11º lugar com -103 pontos, computando também os resultados de Marcelo Tosi e Genfly, -39,10 pontos, 38,5%, e do conjunto Rafael Losano com Fuiloda G, -36 pontos.

A Grã Bretanha lidera com -78,30 pontos, seguida pela Alemanha (-80,40 pontos) e Nova Zelândia (-86,40 pontos), entre um total de 15 países.

A 2ª fase do Concurso Completo começa com o cross-country, nesse sábado (31), a partir das 19h45 (horário de Brasília), com 63 participantes. Na segunda-feira (2) acontece a prova de salto final por equipes e no individual, a partir das 5h, com 25 participantes.

 

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Amarga despedida

Quartas de final
2021-07-31 00:30:00
Autor Agência Estado
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Em um jogo de pouca inspiração e com erros de sobra em Miyagi, a seleção brasileira feminina de futebol perdeu para o Canadá nos pênaltis após empate sem gols no tempo normal e deu adeus ontem ao sonho do ouro olímpico ao parar nas quartas de final da Olimpíada de Tóquio. As brasileiras tentaram de várias maneiras, mas não encontraram um jeito de superar a retranca das canadenses, que foram mais eficientes nas penalidades. Bárbara até pegou a cobrança de Sinclair, a craque das canadenses, mas Andressa Alves e Rafaelle pararam na goleira Labbé.

Em busca de sua terceira medalha em Olimpíadas — levou o bronze em Londres-2012 e na Rio-2016 —, o Canadá vai encarar nas semifinais os Estados Unidos. O Brasil, dono de duas pratas — Atenas-2004 e Pequim-2008 3, repetiu a campanha de nove anos atrás ao ser eliminado antes das semifinais e ficar fora da disputa pelo bronze.

O jogo marcou um duelo particular entre Marta e Sinclair. As duas são concorrentes diretas na briga pela artilharia geral do futebol feminino olímpico. O recorde pertence à brasileira Cristiane, com 14 gols. Como nenhuma das duas balançou as redes, a seis vezes melhor do mundo continua com 13 e a canadense tem 12.

A eliminação do Brasil marca o fim de um ciclo do futebol feminino brasileiro em Olimpíadas e acende o alerta para que a modalidade não seja esquecida no País. Maior jogadora da história da modaliadde, Marta, reforçou, em entrevista após a partida, o pedido para que as mulheres continuem sendo apoiadas e haja mais incentivos para que a modalidade prospere.

"Temos que continuar apoiando a nossa modalidade porque o futebol feminino não acaba aqui. O futebol feminino continua e eu espero que as pessoas tenham essa consciência e não saiam apontando o dedo pra ninguém", salientou a camisa 10, emocionada. "Aqui não tem culpado. Fizemos o que estava ao nosso alcance. Não faltou nada. Faltou a bola entrar. Estou muito orgulhosa da equipe e do que a gente viveu".

A meio-campista saiu de campo com o sentimento de tristeza, naturalmente potencializada pelo provável fim de um ciclo. Ela evitou falar sobre seu futuro na seleção feminina, mas lamentou que não poderá brigar por mais uma medalha com a incansável Formiga, que se despede da seleção após o recorde de sete Olimpíadas.

"Estou com a cabeça a mil, vou deixar essa resposta para depois. Não dá para dizer no momento, estou muito emocionada", justificou-se ela, em relação à sua aposentadoria ou não da seleção. "Obviamente fica o gosto de que podíamos mais. Agradeço demais a Formiga por tudo que ela fez nesses anos todos. Gostaria de viver aquela emoção de novo de poder lutar por uma medalha com ela", lamentou a camisa 10. 

Para a técnica sueca Pia Sundhage, foi uma derrota doída, que serve de combustível para trabalhar por mais.  "Estou muito triste e peço desculpas por não termos conquistado a vaga nas semifinais. Tenho que voltar e fazer melhor meu dever de casa para que a gente se saia melhor da próxima vez. Acho que o jogo foi emocionante, nós jogamos bem, mas talvez pudéssemos imprimir um ritmo mais veloz. No fim das contas, o Canadá dificultou muito as coisas para nós, e perder nos pênaltis é muito difícil", lamentou a treinadora, que é bicampeão olímpica pelos Estados Unidos.

Pia completa, neste mês, dois anos no comando do Brasil. Para o próximo ciclo, ela vê como prioridade o desenvolvimento de dois aspectos da equipe: o físico e o psicológico.

"A mensagem que fica é que o futuro do futebol feminino brasileiro é promissor. Se o Brasil quer, e nós queremos, estar o mais alto possível no nível internacional, precisamos trabalhar duas coisas: melhorar nosso condicionamento físico, para ter a capacidade de fazer, ao fim do jogo, todas as coisas maravilhosas que somos capazes de fazer no início da partida ou de um torneio, e também um pouco do aspecto psicológico. Juntos, esses dois compõem também a força de um time. Eu acho que fomos um time bem coeso, e acho que há margem para melhora nesses setores", admitiu. (Agência Estado)

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'É uma loucura não ter controle do corpo', diz Simone Biles sobre desorientações

olimpíadas
2021-07-31 00:30:00
Autor Agência Estado
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Tipo Noticia

Uma das principais estrelas da Olimpíada de Tóquio, Simone Biles usou as redes sociais nesta sexta-feira para comentar sobre a série de "twisties" - falta de referência de espaço enquanto o ginasta está no ar - que vem sentindo durante as competições na capital japonesa. A americana de 24 anos afirmou que está lidando com os episódios de desorientação desde terça-feira, dia 27, quando desistiu da disputa por equipes.

"É uma loucura não ter uma polegada de controle sobre o próprio corpo", disse Biles. "O mais assustador é não ter ideia onde estou no ar e como irei aterrissar", completou.

Se Biles pegou todos de surpresa quando se retirou da competição por equipes, ela surpreendeu mais ainda quando também se retirou da disputa individual geral, mesmo tendo liderado a pontuação nas classificatórias. A decisão, segundo a Federação de Ginástica dos Estados Unidos (USA Gymnastics, na sigla em inglês) foi tomada após uma avaliação médica.

Simone Biles chegou a ser duramente criticada na internet pela desistência, de maneira pejorativa, como se houvesse escolha diante da fragilidade emocional da qual passa.

"Vocês não fazem ideia de como isso (twisties) são perigosos em uma superfície dura. Nem tenho que explicar por que coloquei minha saúde em primeiro lugar. Saúde física também é saúde mental", disse a atleta.

Agora, Simone Biles tem alguns dias para pensar sobre sua participação nas finais por aparelhos, marcadas para os dias 1º, 2 e 3 de agosto em Tóquio. A atleta está classificada para os quatro eventos: solo, barras assimétricas, trave e salto.

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Olimpíadas de Tóquio: Izabela da Silva se qualifica à final do lançamento de disco

Jogos Olímpicos
2021-07-31 00:21:00
Autor Gabriel Lopes
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A brasileira Izabela da Silva conseguiu classificação à final do lançamento de disco nas Olimpíadas de Tóquio. Ela arremessou para a distância de 61,52 metros e ficou com a 12ª melhor marca. Como 12 competidoras passam para a decisão, ela conseguiu estar apta.

Ela fez três arremessos válidos e o que a levou para a final foi o segundo deles. O primeiro teve distância de 56,14 metros, enquanto o último alcançou 60,64 metros.

Outras duas brasileiras competiram nesta prova, mas foram eliminadas. Fernanda Martins lançou para 57,90 metros, enquanto Andressa de Morais atingiu 58,90 metros.

A final acontecerá na segunda-feira, 2, às 8 horas da manhã (horário de Brasília).

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Brasil x França ao vivo nas Olimpíadas: onde assistir ao vôlei masculino

NA TV E ONLINE
2021-07-31 00:05:00
Autor O Povo
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Brasil e França se enfrentam na noite hoje, sábado, 31 de julho (31/07), no vôlei masculino, pelas Olimpíadas de Tóquio 2020. O jogo da seleção masculina de vôlei será disputado na Arena Ariake, em Tóquio, no Japão, às 23 horas e 5 minutos (horário de Brasília).

O confronto terá transmissão ao vivo na TV Globo, canal televisivo gratuito, nas emissoras pagas Bandsports e SporTV e online no serviço de streaming GloboPlay. Confira como assistis e as demais informações ao final do texto. 

A equipe de vôlei do Brasil estreou nos Jogos de Tóquio com uma vitória contra a Tunísia por 3 sets a 0. Em seguida, derrotou a Argentina de virada em um confronto de tirar o fôlego por 3 sets a 2. O time brasileiro foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo por 3 sets a 0. Porém, se recuperou na última partida contra os Estados Unidos, vencendo a seleção norte-americana por 3 sets a 1

Brasil x França: onde assistir

TV Globo: na TV aberta

Bandsports e SporTV: para clientes das operadoras de TV a cabo compatíveis

Globoplay: para assinantes do serviço online de streaming

Jogos Olímpicos 2020 - vôlei masculino

Quando será Brasil x França

Hoje, 31 de julho (31/07), às 23h5min (horário de Brasília)

Onde será Brasil x França 

Arena Ariake, em Tóquio, no Japão 

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