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Olimpíadas de Tóquio: Guga e Meligeni parabenizam Stefani e Pigossi, bronze no tênis

As brasileiras venceram Elena Vesnina e Veronika Kudermetova, do Comitê Olímpico Russo. na decisão da medalha
Autor - Gazeta Esportiva
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Neste sábado, 31, as brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi venceram Elena Vesnina e Veronika Kudermetova, do Comitê Olímpico Russo, e conquistaram a medalha de bronze nas duplas femininas nos Jogos de Tóquio. A medalha é a única do Brasil no tênis nas Olimpíadas.

Fernando Meligeni e Guga, ícones brasileiros no esporte, parabenizaram o triunfo das meninas.

“Vitória Histórica!!! Parabéns pela conquista desse nosso sonho, medalha inédita pro tênis brasileiro!!! Simplesmente Fantástico”, escreveu Guga.

“Hoje o tênis viveu um dia importantíssimo na sua história. Hoje vivenciamos duas guerreiras que para muitos eram desconhecidas trazerem a tão desejada medalha que todos os tenistas desejaram e correram atrás por anos. Luísa e Laura trouxeram muito mais que o bronze, trouxeram ensinamentos e exemplo a toda uma geração”, declarou Meligeni.

“Obrigado por me deixarem no sofá da sala da minha casa chorando e sem conseguir falar”, concluiu.

Jaime Oncins, técnico de Luisa e Laura exaltou o feito das atletas.

“Um Bronze que vale ouro. Que vitória , nunca se entregaram e foram superando desafios grandes em todos os jogos. Hoje com salvaram 4 match points e com uma garra incrível viraram o jogo e fecharam no primeiro que tiveram. Muito orgulho delas. Parabéns meninas”, escreveu.

Outros tenistas brasileiros também parabenizaram a dupla, como Luiza Stefani, Bruno Soares, Leticia Sobral, Marcelo Melo e Patrícia Medrado.

"Vocês foram Gigante em cada jogo, cada match point salvo, cada dia, entrega, superação, coragem…E tudo isso por nós todos (brasileiros). Obrigada por levarem o tênis feminino ao topo e mostrar a nossa grandeza com raça e amor ao esporte”, escreveu Bia Haddad.

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Atleta queniano é o 1º caso de doping nas Olimpíadas de Tóquio

Jogos Olímpicos
2021-07-31 21:20:49
Autor Gazeta Esportiva
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O velocista queniano Mark Odhiambo testou positivo para testosterona e seus metabólitos (esteroide). Trata-se do primeiro caso de doping detectado nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A informação foi divulgada pela Agência de Controles Internacionais (ITA, na sigla em inglês) em nota divulgada neste sábado, 31.

Odhiambo foi suspenso provisoriamente a poucas horas de competir nas séries de 100 metros.

A amostra foi coletada em 28 de julho, em Tóquio, com os Jogos já inaugurados, detalha a ITA, responsável por todo programa antidoping para esta edição olímpica.

O atleta de 28 anos, que tem uma melhor marca pessoal de 10 segundos e 5 centésimos nos 100 metros, apresentou recurso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS, na sigla em inglês).

É o segundo caso de doping que afeta um atleta queniano em Olimpíadas. Nos Jogos de Sydney, em 2000, Simon Kemboi foi excluído antes de disputar o revezamento 4 x 400 metros.

Poucas horas antes do anúncio do positivo de Odhiambo, a nigeriana Blessing Okagbare foi suspensa, provisoriamente, após um controle positivo para hormônio do crescimento feito em 19 de julho. O fato ocorreu durante o período olímpico, mas fora das instalações específicas dos Jogos de Tóquio.

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Nas redes sociais, presidente Jair Bolsonaro elogia atletas olímpicos

Esportes
2021-07-31 17:06:59
Autor Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais na tarde deste sábado (31) para elogiar a delegação brasileira que está no oitavo dia de competição nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O presidente manifestou seu apoio e força aos atletas que, segundo ele, estão dando o melhor nas Olimpíadas. “Tudo tem um propósito. É agradecer a Deus, aprender com as quedas, relevar algumas claras injustiças, levantar a cabeça e seguir em frente. Desistir jamais! Esse é o espírito do nosso povo”, disse:

Até este sábado (31), o Brasil conseguiu um total de 8 medalhas na competição sendo uma de ouro, três de prata e quatro de bronze e aparece na vigésima primeira posição ranking.

Hoje ainda o Brasil compete no hipismo (19h45), atletismo (a partir das 21h40 e depois, às 22h30), vôlei de praia (22h), tênis de mesa (22h), natação (22h30), vôlei de quadra masculino (23h05) e luta olímpica (23h10).

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Da margem às Olimpíadas: conheça a cultura do skate no Brasil e no Ceará

Estilo de vida
2021-07-31 10:00:00
Autor Clara Menezes
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“A vida te pede, mas a vida não te dá. Devagar com meu skate um dia eu cheguei lá”. O cantor e compositor Chorão (1970 - 2013), da banda Charlie Brown Jr., foi - e ainda é - um dos grandes nomes do rock nacional. Com letras que revelavam suas experiências e seu estilo de vida urbano, tornou-se um dos maiores símbolos brasileiros da cultura do skate. Mas essa atividade extrapola os limites do esporte e ganha significados simbólicos. É, desde o início, uma identidade. Como o vocalista do grupo de Santos entoou várias vezes: “De skate eu vim, de skate eu vou. É desse jeito que eu sou. É o que tenho, é o que quero, é o que sei, é o que faço”.

Talvez não seja possível afirmar em que ano específico o movimento surgiu, mas ganhou intensidade entre os surfistas da Califórnia na década de 1950. Eles, que tinham que esperar as boas ondas para surfar, se adaptaram da água para a terra. Mas aquele equipamento virou uma referência mundial: por ser visto em áreas urbanas, foi agregado às culturas consideradas marginalizadas, como o rap, o hip hop e o grafite. Foi associado, portanto, à simbologia da cidade.

Com esse processo, cresceu também a discriminação. No Brasil, mais especificamente em São Paulo no ano de 1988, o então prefeito Jânio Quadros chegou a proibir a prática na capital paulista. O principal motivo era que os praticantes se reuniam no Parque do Ibirapuera, onde a prefeitura funcionava na época. Os jovens fizeram passeata pedindo a liberação, mas a atividade só foi legalizada quando Luiza Erundina assumiu o cargo em 1989.

“O skate, de certa forma, é um ato político. A história do skate no Brasil, principalmente em São Paulo, foi voltada para a discriminação entre vários poderes e outras instituições”, pontua Davi Gomes Barroso, coodernador responsável pela Coordenadoria Especial de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza.

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Na capital cearense, a ocupação dos espaços públicos aumentou na última década. “A importância desse esporte estar nas Olimpíadas, com atletas que inspiram novas gerações, é que a gente passa a enxergar o skate como uma potência. Em Fortaleza, por exemplo, apesar de já existirem algumas pistas de skate antes, elas tiveram um crescimento exponencial nos últimos 10 anos. Agora tem no Pici, José Walter, Mondubim…”, cita Davi.

Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos
Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos (Foto: Suzana Campos/ Rede Cuca)

Segundo ele, isso movimenta uma grande cadeia produtiva na economia, que envolve a produção de skates e até áreas artísticas. “Aqui, as pessoas se encontram, vão nas pistas, pedem melhorias, manutenções... Quando falamos de skate, falamos de toda uma cadeia produtiva, de um mercado que tem crescido em Fortaleza”, comenta.

Apesar da movimentação de grupos, ainda há muito o que melhorar, principalmente, no âmbito político. “O processo de popularização ocorre de maneira lenta. Os políticos não valorizam esse esporte, que tem um cunho social e cultural muito grande no nosso Brasil. O skate é um esporte periférico, de custo-benefício baixo. Toda criança, quando vislumbra um esporte, seu primeiro contato ou é a bola ou é o skate”, opina Renner Souza, professor de skate da Rede Cuca.

O profissional, que agora ganha a vida ensinando seus alunos, teve seu primeiro contato com o esporte e o estilo de vida ainda na adolescência. “Comprei um skate aos 13 anos. No começo, minha mãe não me apoiava porque via o skate como um esporte marginalizado, que ia me apresentar às drogas, que ia me apresentar à rua. Fui criado pela minha mãe, porque meu pai faleceu muito cedo, então ela tinha receio. Mesmo assim, minha avó apoiou, insistiu e deu certo”, recorda.

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Segundo ele, não havia apoio financeiro na sua época para que pudesse se manter no esporte. Por isso, encontrou outros jeitos de driblar a situação: formou-se em educação física e se especializou. “Não consegui me tornar um profissional, mas não desisti dos sonhos (...). Hoje o sustento da minha família vem do skate”, diz.

Para o professor, a prática é mais do que um esporte, um lazer ou um meio de transporte. “O skate tem várias vertentes que envolvem um contexto cultural urbano e social muito grande. Vai do graffiti, do rap, da forma de se vestir, da identidade da pessoa e de sua sociabilidade. Não existe uma frase melhor pra contextualizar o skate a não ser dizer que é um estilo de vida”.

Do Pirambu à Califórnia

Lucas Rabelo ainda era uma criança quando subiu pela primeira vez em um skate. Influenciado por amigos, queria ir para competições, viajar e frequentar outros bairros - assim como via as pessoas próximas a ele fazendo. Foi um processo tão natural que a profissionalização aconteceu quase da mesma forma: “comecei a viajar pra outras cidades. Comecei a competir em campeonatos que não eram no Nordeste. Eu, a partir desse momento, vi que as coisas estavam ficando sérias e que eu poderia, sim, viver de um sonho. Foi incrível”.

Nascido e criado no bairro Pirambu, ele se mudou para Porto Alegre para continuar na profissão. Agora, também vive entre o eixo Rio Grande do Sul e Califórnia, com maior foco nos Estados Unidos. Patrocinado por marcas famosas na área, incluindo a Redbull, o jovem sente orgulho de representar o lugar em que nasceu.

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“Com palavras, em qualquer língua que eu tentar, não vou conseguir me expressar 100%, sabe? É algo incrível para mim poder representar o Nordeste, Fortaleza, de onde eu vim. O Nordeste tem muitos skatistas bons, mas infelizmente, não temos tantas oportunidades para seguir nossos sonhos”, afirma.

Seu maior objetivo é chamar a maior atenção possível para a região que, mesmo distante fisicamente, ainda chama de lar. “Esse é um dos meus planos: poder ajudar essas pessoas que, às vezes, não têm condição. Eu quero ser essa pessoa para elas”. Por onde percorre, carrega consigo o lugar de onde veio: “Eu sempre vou carregar no peito e com muito orgulho que sou do Nordeste, sou de Fortaleza, sou do Pirambu”.

Para isso, mira no maior evento multiesportivo do mundo. Quer, em 2024, representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris. Agora que as Olimpíadas agregaram o skate à sua programação oficial, é uma possíbilidade. “Os planos para o futuro são andar muito de skate, me tornar uma pessoa melhor a cada dia que passa e batalhar para estar nas próximas Olimpíadas, porque eu vi o quão grande é isso. Então, é algo que se tornou um sonho para mim estar lá”.

Para ele, a cultura do skate em Fortaleza é fundamentada pela amizade. “Quando eu falo sobre Fortaleza ou se alguém conhece Fortaleza, as pessoas sabem que são todos amigos. Há companheirismo e diversão. A gente está sempre dando risada, é sobre sorrir e se divertir”.

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Vida às pistas

Aos 41 anos, Ely Martins conheceu o skateboarding na década de 1990. Era diferente de outros esportes que conhecia e, assim, se apaixonou. Entretanto, após algumas lesões, precisou parar. Decidiu que continuaria na área, mas de outra forma: agora, constrói "skate parks", ambientes destinados à prática.

“Isso começou no Norte do Brasil, como uma consequência de um processo natural. Comecei construindo rampas com amigos na minha cidade natal, em Belém. Como eu era formado em marcenaria e gerenciamento, também ajudei inúmeros campeonatos amadores no estado construindo obstáculos e pistas”, recorda.

Agora, ele reside em Fortaleza e constrói pistas em vários lugares do país. “Trabalhei muito tempo no mercado e, com um tempo, percebi que eu precisava contribuir muito mais. Do Norte, vim para o Sul”.

Há alguns anos, ele também filmava skatistas próximos e publicava em seu canal do Youtube para ajudar na evolução. Inclusive, há registros do próprio Lucas Rabelo em cima de um skate há quase uma década. Sem tempo, Ely Martins parou, mas ainda pretende retornar o hobby.

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O profissional, que já tem 26 anos de experiência, fala sobre a expansão dessa prática. “O skateboarding faz parte da história brasileira há décadas, nas ruas, nas praças e nas pistas. Culturalmente sempre esteve presente na música e na arte. Com muita luta, conquistou reconhecimento nacional e mundial, como estilo de vida e esporte. Antes era uma tribo fechada com mercado próprio e autêntico. Hoje em dia, tem uma visibilidade global por fazer parte do quadro olímpico”.

E depois das Olimpíadas?

Andar de skate no Brasil não é apenas um esporte, mas também é um estilo de vida. Apesar disso, o resultado das Olimpíadas impressiona por causa da falta de investimento: os brasileiros Kelvin Hoefler e Rayssa Leal receberam a medalha de prata em suas respectivas categorias, masculina e feminina.

Isso pode servir de porta de entrada para futuros profissionais e adeptos da cultura. “A vitória da Rayssa, por exemplo, representa uma mudança de chave sobre os jovens poderem começar nos esportes muito cedo e sobre a importância feminina nos esportes”, defende Davi Gomes Barroso.

“Fico primeiramente feliz que, agora, a sociedade possa enxergar o skate como um esporte de inclusão, de mudanças sociais e com valor imensurável. Nós sofremos preconceito diariamente e hoje as pessoas conseguem ver que não só é um esporte olímpico, mas que também pode proporcionar mudanças de vida”, afirma o professor Renner Souza.

Com 13 anos, a jovem apelidada de “Fadinha” entra para o rol dos melhores skatistas do mundo. Ela e Kelvin reverberam um legado brasileiro que surgiu há muitas décadas.

O filho de Chorão, Alexandre Magno, comentou em seu perfil no Instagram que o pai via Rayssa andar de skate e sabia que a menina tinha futuro. Isso não aconteceu de verdade porque a adolescente iniciou a carreira depois do músico falecer, mas ela divulga e coloca em prática as letras do cantor brasileiro: “Skate meu esporte. Meu meio de transporte. Parte da minha história. E cicatrizes dos meus cortes”.

Podcast Vida&Arte

O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

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"Enquanto você dormia dia 8": bronze no tênis, vitória no vôlei e derrota no handebol

RESULTADOS
2021-07-31 08:29:00
Autor Gabriel Borges
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As Olimpíadas de Tóquio 2021 chegaram ao oitavo dia. O Time Brasil somou mais uma medalha em Tóquio com a conquista do bronze histórico no tênis de duplas feminino, Luisa Stefani e Laura Pigossi chegaram ao terceiro lugar após uma virada incrível no super tie-break. No vôlei feminino, vitória brasileira sobre as campeãs mundiais. Já no handebol feminino, brasileiras sofrem a segunda derrota seguida. 

O POVO traz um resumo do que aconteceu entre a noite de sexta-feira, 30, e a madrugada de sábado, 31, enquanto você dormia.

O dia 8 de competições ainda contou com bons resultados para o Brasil no atletismo, eliminação no Judô e desistência de Simone Biles das finais do salto e barras assimétricas em Tóquio. No tênis, Djoko perdeu a disputa pelo bronze.

Bronze histórico no tênis

As brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistaram o primeiro bronze da história do tênis brasileiro nos Jogos Olímpicos. A medalha veio após vencerem a disputa contra a dupla representante do Comitê Olímpico Russo. Na madrugada deste sábado, 31, as brasileiras bateram as russas Elena Vesnina e Veronica Kudermetova por 2 sets a 1 após uma virada histórica (parciais de 4/6, 6/4 e 11/9).

Brasil bate campeãs mundiais no vôlei

A seleção feminina de vôlei venceu a equipe sérvia por 3 sets a 1, parciais 25/20, 25/16, 23/25 e 25/19. O jogo foi válido pela penúltima rodada da fase de grupos, com o resultado, as brasileiras ultrapassaram as atuais campeãs mundiais na classificação. O Brasil fecha a fase de classificação na próxima segunda-feira, às 9h45, contra o Quênia.

Segunda derrota do Brasil no handebol feminino

A Seleção Feminina de handebol teve sua segunda derrota nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Na madrugada deste sábado, 31, as brasileiras perderam por 34 a 31 para a Suécia.Neste domingo, 1, às 23h, a Seleção Brasileira volta à quadra para enfrentar as francesas, atuais vice-campeãs olímpicas.

Simone Biles fora das finais

A ginasta americana Simone Biles não vai participar das finais do salto e barras assimétricas no domingo, 1. O anúncio foi feito na noite desta sexta-feira, 30, pela Federação Americana de Ginástica.A americana, que conquistou cinco medalhas na Rio 2016, explicou que precisava proteger sua saúde mental.

Brasil na final do lançamento de disco

A brasileira Izabela da Silva conseguiu classificação à final do lançamento de disco nas Olimpíadas de Tóquio. Ela arremessou para a distância de 61,52 metros e ficou com a 12ª melhor marca. Como 12 competidoras passam para a decisão, ela está classificada para a decisão que ocorre na segunda-feira, 2, às 8 horas da manhã.

Brasil eliminado na disputa por equipes no judô

Durante a madrugada, o Brasil perdeu nas quartas de final do judô por equipes mistas em Tóquio 2020. A derrota para a equipe holandesa levou o Brasil para a repescagem contra os judocas de Israel. Entretanto, mais uma vez, os brasileiros acabaram derrotados e deixaram os Jogos Olímpicos.

Brasil avança no boxe

Wanderson de Oliveira irá disputar as quartas de final do boxe olímpico. Na manhã deste sábado, 31 o lutador carioca bateu o bielorrusso Dzmitry Asanou por decisão dividida (3 a 2), a luta foi válida pelas oitavas de final da categoria leve (até 63kg). Como no boxe, não há disputa de terceiro lugar, o brasileiro está a uma luta de garantir medalha.

Djokovic perde disputa do bronze

O bronze conquistado na Olimpíada de Pequim 2008 segue sendo a única medalha olímpica conquistada por Novak Djokovic. O número um do mundo foi derrotado pelo espanhol Pablo Carreno Busta, neste sábado, 31, no jogo que valia a disputa do terceiro lugar pelo torneio simples de tênis.O espanhol bateu o sérvio por 2 sets a 1 (parciais de 6/4, 6/7 e 6/3).

Fratus na final dos 50m livres

O brasileiro Bruno Fratus terminou na 2ª colocação na prova da semifinal de Tóquio 2020. Ele ficou em terceiro lugar geral e assim disputará a grande final da modalidade, que acontecerá neste domingo, 1º de agosto, às 22h30. Fratus foi finalista nos Jogos de Londres, em 2012, do Rio de Janeiro, em 2016.

Derrota na praia, mas vaga nas oitavas

Ainda na noite da sexta-feira, 30, Ana Patrícia, que faz dupla com a cearense Rebecca, entraram em quadra pelo vôlei de praia nas Olimpíadas de Tóquio para enfrentar as estadunidenses Claes e Sponcil pela terceira rodada da fase de grupos. As brasileiras venceram o primeiro set por 21 a 17, mas perderam os dois seguintes, por 21 a 19 e 15 a 11. Mesmo com a derrota, a dupla do Time Brasil conseguiu avançarna competição.

Thiago Braz na final do salto com vara

Thiago Braz está na final da prova nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O paulista e atual campeão do salto com vara fez 5,75m de marca na eliminatória, avançando à decisão, que acontece na terça-feira, 3, a partir das 7h20. O também brasileiro Augusto Dutra não conseguiu se classificar ao falhar nas três tentativas para 5,75m, na mesma prova. Ele terminou em oitavo no grupo A com 5,65m de marca.

Martine e Kahena com chance de medalha

Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs olímpicas na Rio 2016,avançaram à Medal Race da classe 49er FX. Após as três regatas nas Olimpíadas de Tóquio, a dupla fechou a fase de classificação em segundo lugar e vai entrar em boa posição na regata decisiva pela medalha na segunda-feira, 2, às 2h30.

Brasil eliminado no tiro com arco

Marcus D'Almeida acabou eliminado pelo número 4 do mundo, o italiano Mauro Nespoli, por 6 a 0. O atleta foi o primeiro brasileiro arqueiro a garantir vaga nas oitavas de final do tiro com arco masculino em Olimpíadas. Em Tóquio 2020, Marcus teve duas vitórias até a derrota na noite desta sexta-feira, 30.

Brasil fecha adestramento em 11º no hipismo CCE

O cavaleiro Carlos Parro, montando Goliath, encerrou a participação brasileira no adestramento do hipismo Concurso Completo de Equitação (CCE), nos Jogos de Tóquio. Na noite desta sexta-feira, 30, no Parque Equestre, o brasileiro ficou com -36,10 pontos, obtendo um aproveitamento de 63,9%.

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Brasil perde para a Suécia no handebol feminino em Tóquio

DERROTA NO HANDEBOL
2021-07-31 06:50:00
Autor Gabriel Borges
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A situação das atletas brasileiras do handebol feminino se complicou neste sábado, 31, após a segunda derrota seguida da equipe representante do Time Brasil, desta vez para as suecas, por 34 a 31, nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Em início de jogo tenso, o placar só foi aberto aos 3 minutos de partida. As Leoas mantiveram a vantagem apertada, obtendo sucesso e maior distância com a construção de jogadas rápidas. Mesmo conseguindo um placar de 13 a 9 aos 19 minutos, a Seleção Brasileira não conseguiu manter a vantagem por muito tempo. O Brasil acabou terminando o primeiro tempo perdendo de 13 a 15, depois de tomar seis gols seguidos das suecas.

Na segunda etapa, o Brasil voltou ainda sem concentração e assim ficou até a metade do segundo tempo, quando Babi entrou iniciou uma reação brasileira. Renata brilhou com boa defesa, arremessando para o gol sueco, levando o Brasil a encostar no placar, chegando ao empate aos 22 minutos. Aproveitando a desorganização do ataque brasileiro, as suecas abriram três gols de vantagem, faltando cinco minutos para o fim da partida, não dando tempo de reação ao time brasileiro.

Atualmente com um total de 3 pontos no Grupo B, a equipe brasileira ainda pode passar para as quartas de final, mesmo com a derrota. Apesar da melhora após um final de primeiro tempo bem abaixo do que as Leoas vinham fazendo em Tóquio, a segunda derrota da competição chegou. Neste domingo, 1, às 23h (de Brasília), a Seleção Brasileira enfrenta a França, atual vice-campeã olímpica, na última rodada.

O Brasil e a França estão empatados em pontos, ambos com 3, estando atrás da líder Suécia (7 pontos), do Comitê Olímpico Russo (5) e da Espanha (4). As Leoas ocupam a quarta colocação do grupo B, superando as francesas, por conta de um maior saldo de gols (-1 contra -3). Um empate diante da França leva o Brasil à próxima fase.

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