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Ex-ginasta brasileira medalhista no Pan, Ana Paula Scheffer morre aos 31 anos

Atleta foi encontrada morta em casa. Em seu currículo disputou Jogos Sul-Americanos, Mundial e Pan, pela seleção brasileira

Victor Hugo Pinheiro
18:19 | 16/10/2020
Ana Paula Scheffer foi encontrada morta aos 31, no interior do Paraná (Foto: Reprodução / CBG)
Ana Paula Scheffer foi encontrada morta aos 31, no interior do Paraná (Foto: Reprodução / CBG)

A ginasta Ana Paula Scheffer foi encontrada morta pela mãe na manhã desta sexta-feira, 16. A atleta tinha 31 anos e defendeu a seleção brasileira de ginastica rítmica. A maior conquista pelo País foi a conquista da medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. A ginasta morava em Toledo, no interior do Paraná.

Ana Paula também defendeu a seleção brasileira no Pan de 2005, Jogos Sul-Americanos de 2006 e 2010; e o Mundial de Ginástica Rítmica de 2009, no Japão. Após a realização do torneio, a atleta acabou perdendo espaço na equipe da modalidade.

Também atleta da ginástica rítmica, Angélica Kvieczynski prestou homenagem à companheira nas redes sociais. "Difícil descrever os sentimentos nesse momento. Hoje o céu ganhou uma estrela que já brilhou muito na terra. Foram tantos anos treinando juntas, tantos aprendizados. A ginástica brasileira perde mais uma de suas estrelas. Ana que Deus te receba. Que seu descanso seja tranquilo. Você estará para sempre nas minhas preces".

Por meio de nota oficial, a Confederação Brasileira de Ginástica Rítmica (CBGF) informou que a mãe de Ana Paula foi chamá-la no quarto, após não ter resposta da filha, encontrou-a sem vida. "O corpo foi levado ao IML de Toledo para apuração da causa da morte. O velório deverá ser realizado apenas na manhã deste sábado (17), a fim de dar tempo para que um irmão, que mora no Canadá, possa estar presente", informou a confederação.

“Ana Paula Scheffer é uma das atletas que construíram a nossa Ginástica Rítmica, e que a transformaram em motivo de grande orgulho para todos os brasileiros. Além de inspirar, tinha um importante trabalho de formação de novas atletas no Paraná. Parte cedo demais, mas não será esquecida. Meus sentimentos aos familiares e amigos”, falou a presidente da CBG, Maria Luciene Cacho Resende.