Bia Haddad fala de 2018 ?difícil? e se prepara para próxima temporada
O ano de 2018 não foi como Bia Haddad esperava. Os últimos meses, foram ainda mais difíceis. Para se ter uma ideia, a brasileira perdeu em seis estreias, nos últimos oito torneios que participou. Em uma temporada marcada, também, por lesões, a tenista sabe reconhecer as dificuldades, às vésperas de recomeçar seus treinamentos. ?Passei por [?]O ano de 2018 não foi como Bia Haddad esperava. Os últimos meses, foram ainda mais difíceis. Para se ter uma ideia, a brasileira perdeu em seis estreias, nos últimos oito torneios que participou. Em uma temporada marcada, também, por lesões, a tenista sabe reconhecer as dificuldades, às vésperas de recomeçar seus treinamentos.
?Passei por uma cirurgia nas costas e fiquei três meses afastada das quadras. Foi duro, é sempre difícil para um atleta passar por isso?, relembra Bia. ?A gente sabe que a saúde é sempre em primeiro lugar e para mim não foi fácil?, completou.
A tenista número 1 do Brasil e 186 do mundo também mudou sua base de treinamentos durante o ano. ?Foi um ano difícil. Um ano de mudanças. Deixei a Tennis Route, no Rio de Janeiro, e fui para Florianópolis com a equipe que hoje eu acredito que pode me ajudar dentro e fora da quadra?, analisou.
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AssineAgora, Bia terá apenas uma semana de férias. Já no próximo dia 26, ela começa a pré-temporada 2019, visando a parte física em Santa Catarina. ?Serão poucos dias de férias, mas quero aproveitar para dar uma espairecida e focar na pré-temporada?, afirmou Bia. Ela terminará a preparação na IMG Tennis Academy, em Bradenton, na Flórida (EUA). ?Será importante ir para lá, pois lá tenho a oportunidade de treinar bastante com as meninas que jogo o ano inteiro?, ressaltou Bia.
Em 2018, ela acumulou 11 vitórias e 19 derrotas. Apesar de não estar em sua melhor fase, seu resultado mais expressivo na temporada aconteceu a pouco mais de duas semanas, em Tyler, nos Estados Unidos, quando ficou com o vice-campeonato. ?Eu superei esse momento, talvez o mais difícil da minha carreira, saí com uma final de um challenger, terminando o ano melhor, me classificando para um Grand Slam. A gente sabe o quão difícil é estar no circuito?, destacou
Gazeta Esportiva
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