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Após assalto à Mercedes, contingente policial cresce em Interlagos

Após o assalto à equipe Mercedes no ano passado, a Polícia Militar contou com um contingente na região de Interlagos ainda maior neste ano. Tentando reconstruir sua imagem passado o ocorrido com os funcionários do time alemão, as instituições responsáveis por planejas a segurança do GP do Brasil de Fórmula 1 saíram satisfeitas com o [?]

07:15 | 12/11/2018

Após o assalto à equipe Mercedes no ano passado, a Polícia Militar contou com um contingente na região de Interlagos ainda maior neste ano. Tentando reconstruir sua imagem passado o ocorrido com os funcionários do time alemão, as instituições responsáveis por planejas a segurança do GP do Brasil de Fórmula 1 saíram satisfeitas com o resultado deste fim de semana.

 

Presente na corrida deste domingo, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, atendeu aos jornalistas no paddock e respondeu sobre diversas questões envolvendo o Autódromo de Interlagos, inclusive em relação ao futuro do circuito na Fórmula 1. Já sobre a segurança, ele enalteceu o trabalho feito em conjunto, embora não seja atribuição da prefeitura o policiamento militar.

 

?Foi um trabalho que a Prefeitura fez junto com a organização do evento, a GCM [Guarda Civil Metropolitana], e a Polícia Militar para dar mais segurança aos turistas e às pessoas que vêm aqui visitar o Grande Prêmio. A gente sabe da importância que é para a cidade de São Paulo ter um GP, que as pessoas saiam daqui gostando do evento, elogiando?, disse Bruno Covas.

 

?A repercussão mundo afora é muito grande. Por isso, embora a segurança não seja uma atribuição municipal, a gente resolveu colaborar com a organização do evento, juntando a PM, para dar mais segurança a todos aqui?, completou.

Gazeta Esportiva

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