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Zé Roberto terá duas equipes e testará jogadoras para ter ?leque? de opções

A Seleção Brasileira de vôlei feminino terá quatro competições pela frente nessa janela de partidas entre países. O primeiro desafio será a Liga das Nações, o antigo Grand Prix, e, em seguida, vem a Copa Pan-Americana, o Master de Montreux e o Campeonato Mundial, que é a principal competição até porque o Brasil nunca foi [?]

10:15 | 04/05/2018

A Seleção Brasileira de vôlei feminino terá quatro competições pela frente nessa janela de partidas entre países. O primeiro desafio será a Liga das Nações, o antigo Grand Prix, e, em seguida, vem a Copa Pan-Americana, o Master de Montreux e o Campeonato Mundial, que é a principal competição até porque o Brasil nunca foi campeão deste torneio. Para enfrentar essa maratona de jogos, o treinador José Roberto Guimarães terá duas equipes.

?Vou poupar porque seria uma situação não racional levar as jogadoras que estão nas Ligas das Nações (para a Copa Pan-Americana). São 15 partidas em cinco semanas, uma de repouso e as finais. Não vai dar para voltar para o Brasil. Em seguida, já tem a Copa Pan-Americana. Você tem que fazer uma escolha. Você mata o time ou segura, porque você pode não ter time para o Mundial (por causa do desgaste)?, declarou o comandante do Brasil.

?Optamos por uma Seleção jogar a Liga das Nações e outra se prepara para a Copa Pan-Americana, com mais tempo. Thaísa (está voltando de lesão no joelho), Dani Lins (teve filha recentemente) e Natália (se recupera de lesão no joelho), que não vão participar da Liga das Nações, irão para a Copa. E aí tem dez dias de folga na Liga das Nações. Agosto temos quatro amistosos com os Estados Unidos, depois tem Montreux e a preparação para o Mundial. Está tudo encaixadinho?.

José Roberto Guimarães ainda revelou que irá dar oportunidade para as jogadoras que se destacaram na última edição da Superliga feminina. Além disso, se alguém for bem poderá ir para o Campeonato Mundial

?A Seleção está sempre aberta. A equipe que vai para a Copa Pan-Americana é a chance de a gente ver uma equipe diferente que não foi para a primeira seleção e podemos ter alguém que se sobressai. A oportunidade é importante. Queremos ter um leque (de opções)?, afirmou.

*Especial para a Gazeta Esportiva

Gazeta Esportiva

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