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Querendo aprender na Seleção, Jaqueline está ansiosa para estrear como líbero

Depois de se destacar ao longo de sua carreira como uma ponteira que ajudava na recepção da linha de fundo, Jaqueline se tornou líbero para tentar aumentar a sua carreira no vôlei. Com a oportunidade de participar da Seleção Brasileira, a jogadora de 34 anos quer aprender com suas companheiras de posição. ?Está sendo maravilhoso. [?]

08:45 | 03/05/2018

Depois de se destacar ao longo de sua carreira como uma ponteira que ajudava na recepção da linha de fundo, Jaqueline se tornou líbero para tentar aumentar a sua carreira no vôlei. Com a oportunidade de participar da Seleção Brasileira, a jogadora de 34 anos quer aprender com suas companheiras de posição.

?Está sendo maravilhoso. É um desafio a mais na minha vida. Quando o Zé me chamou, sabia que seria difícil para mim. Sempre fui atacante a minha vida inteira, mas tenho a sorte de ter esse algo a mais até para estender minha carreira. Vim na intenção de aprender mesmo. Sei que tem grandes líberos comigo e vou sugar ao máximo delas e vou aprender, porque elas sempre jogaram nessa posição. Pensando no futuro acho que foi uma escolha certa?, afirmou a jogadora do Barueri.

Jaqueline também se mostrou ansiosa para poder estrear na nova posição defendendo as cores do Brasil. ?Vão começar os jogos e estou um pouco ansiosa, o que é normal, porque você está com a camisa da Seleção Brasileira e está fazendo algo muito novo. Vou ter que surpreender muita gente nessa posição, assim como surpreendi como ponteira?.

Uma das atletas mais veteranas da atual Seleção Brasileira, Jaque é casada com Murilo, que também fez a transição de ponteiro líbero. Apesar da semelhança nas histórias dos dois, ela revelou que a decisão de trocar de posição não foi algo previamente planejado com seu marido.

?Sabe que não foi uma decisão por ele ter virado líbero. A gente sempre teve as mesmas funções dentro de quadra, teve as mesmas responsabilidades, mas jamais imaginaria virar líbero de uma hora para a outra. Ele acabou virando, sucessivamente eu acabei virando, mas não foi nada conversado. Foi super natural?, declarou.

Jaqueline ainda falou como Murilo, que defende o Sesi-SP, vem ajudando ela nessa transição. ?As vezes eu pergunto coisas para ele. Tem muitas vezes na quadra que eu acabo não tocando na bola, o que não acontecia quando eu era ponteira. É complicado aceitar isso. Eu pergunto: ?amor, o que você está achando?. Ele falou que foi difícil no começo, mas agora está amando. Deus queira que eu mude o meu pensamento. Sempre fiquei do início ao fim da partida, agora eu saio da quadra, tenho que esperar. Tenho que me adaptar bem e trabalhar minha cabeça porque está sendo muito difícil?.

*Especial para a Gazeta Esportiva

Gazeta Esportiva

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