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Esportes

Oscar, Hortência e mais quatro são eleitos para representação na CBB

A eleição dos representantes dos atletas nas assembleias da Confederação Brasileira de Basquete teve sua primeira etapa concluída nesta sexta-feira. Oscar Schmidt, Hortência e Paula Gonçalves, a Magic Paula, são os principais nomes dos seis jogadores que terão presença garantida nas reuniões do órgão. Norminha Pinto de Oliveira, Eduardo Agra e Marcel de Souza concluem a [?]

14:15 | 02/02/2018

A eleição dos representantes dos atletas nas assembleias da Confederação Brasileira de Basquete teve sua primeira etapa concluída nesta sexta-feira. Oscar Schmidt, Hortência e Paula Gonçalves, a Magic Paula, são os principais nomes dos seis jogadores que terão presença garantida nas reuniões do órgão. Norminha Pinto de Oliveira, Eduardo Agra e Marcel de Souza concluem a lista.

Os atletas foram escolhidos por meio de votação direta entre os próprios medalhistas. As eleições ainda terão mais quatro nomes apontados: mais dois jogadores, um homem e uma mulher, que competiram pela Seleção Brasileira adulta em torneios oficiais da FIBA, além de outros dois nomes indicados diretamente pelo presidente da Associação de Atletas Profissionais e do vice-presidente.

As medidas dão início às novas diretrizes do presidente da CBB, Guy Peixoto, que em conjunto com as federações de cada estado, propõe mudar o estatuto da confederação e proporcionar mais espaço para os jogadores, equipes e técnicos dentro das decisões do órgão.

?Esse foi o primeiro passo para que os atletas estejam próximos e tenham voz nas decisões da CBB, o que me dá muito orgulho. Desde que decidi me candidatar, levantei essa bandeira e hoje temos os seis primeiros nomes, escolhidos pelos próprios atletas, alguns dos que escreveram a história do basquete brasileiro?, afirmou o mandatário, que ainda completou.

?Vamos ter 10 representantes dos atletas nos ajudando a pensar e direcionar o presente e o futuro do basquete brasileiro ao lado das Federações Estaduais de Basquete. A união de todos é o que o basquete brasileiro precisa para enfrentar os desafios, adversidades e voltar ao seu lugar no cenário esportivo nacional e mundial?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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