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Larghi não vê Galo como ?time de contra-ataque? e destaca volume de criação

Larghi assumiu o Atlético em um momento bastante complicado da agremiação. Logo no primeiro jogo derrota. Os dois jogos seguintes, no entanto, foram de vitórias bastante satisfatórias: 3 a 0 sobre o América, pelo Campeonato Mineiro, e 4 a 0 sobre o Botafogo-PB, pela Copa do Brasil. Nas duas partidas ficou claro um crescimento do [?]

18:15 | 26/02/2018

Larghi assumiu o Atlético em um momento bastante complicado da agremiação. Logo no primeiro jogo derrota. Os dois jogos seguintes, no entanto, foram de vitórias bastante satisfatórias: 3 a 0 sobre o América, pelo Campeonato Mineiro, e 4 a 0 sobre o Botafogo-PB, pela Copa do Brasil. Nas duas partidas ficou claro um crescimento do grupo atleticano, sobretudo, considerando os contra-ataques, mais rápidos. O novo treinador alvinegro ? embora ainda interino ? salientou, porém, que o time não tem apenas essa característica e reforça isso pelo jogo contra o Tupi, 1 a 1, pelo estadual.

?Dentro da ideia do que a gente vem fazendo, nós temos um modelo de jogo e o grupo já está assimilando isso. Hoje (domingo) foi o jogo que a gente mais trocou passes no campeonato, cerca de 600. Ou seja, não foi um jogo de contra-ataque porque o adversário não pedia isso pra gente. E mesmo assim, criamos oportunidades. A bola não entrou e isso fez a diferença para o resultado. Mas o volume criado e o desempenho foram satisfatórios?, declarou.

Contra o Tupi, o empate foi conquistado nos minutos finais. O Atlético não fez um grande jogo, parte disso por não ter sua equipe toda titular em campo. No meio campo, inclusive, Arouca sentiu bastante o ritmo do jogo e a equipe a falta de Adilson, que foi poupado. Thiago Larghi argumentou que precisou dar minutos para alguns atletas e lembrou que foi necessário segurar outros para a Copa do Brasil, na quarta-feira, contra o Figueirense, e Cruzeiro, pelo Campeonato Mineiro, no próximo fim de semana.

?Em virtude disso (da Copa do Brasil e do clássico) a gente procurou fazer algumas mudanças no time para termos mais jogadores em condições de jogar, ter mais opções no banco porque a gente sabe que o jogo contra o Figueirense, fora, e o clássico com o Cruzeiro são jogos importantes. A ideia foi colocar os três jogadores (Iago Maidana, Arouca e Tomás) para dar giro, dar minutos em campo, pois a gente sabe que precisa muito do grupo todo?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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