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Esportes

Isabel Clark se despede dos Jogos Olímpicos depois de quatro edições

A última participação de Isabel Clark não foi como o esperado. A snowboarder de 41 anos lesionou o joelho ao treinar na pista oficial do snowboard cross em PyeongChang, apenas um dia antes da prova. Impedida de competir, a atleta, que é dona do melhor resultado brasileiro em Olimpíadas de Inverno, se despediu com a [?]

16:15 | 16/02/2018

A última participação de Isabel Clark não foi como o esperado. A snowboarder de 41 anos lesionou o joelho ao treinar na pista oficial do snowboard cross em PyeongChang, apenas um dia antes da prova. Impedida de competir, a atleta, que é dona do melhor resultado brasileiro em Olimpíadas de Inverno, se despediu com a cabeça erguida.

?Foi minha última participação. Cheguei até aqui, mas não consegui. Valeram esses quatro anos de muito aprendizado. É uma parte importantíssima da minha vida. Minha carreira profissional começou praticamente no ano de 2000, por aí, quando consegui meu primeiro patrocínio. Quase 20 anos de pura dedicação, amor ao esporte, treinos, isso vou levar para minha vida toda com muito orgulho, de chegar até aqui, até os Jogos Olímpicos. Fui a primeira sul-americana a se classificar para o snowboard (em Jogos Olímpicos). Muito orgulho e honra de representar o Brasil no meu esporte. O esporte não para aqui. Com certeza, algum esporte vou fazer, mas não mais com tanta dedicação, tanta intensidade, não mais. Vou pegar leve?, disse Isabel.

A atleta reconhece que, mesmo com o esforço, não iria conseguir participar da prova, pois vinha se recuperando de outro problema. ?Eu dei o meu melhor. Me superei principalmente depois dessa lesão na cervical. Foi um esforço muito grande, uma luta muito grande que eu fiz. Foi bem difícil porque eu senti muitas dores. Na verdade, no primeiro dia que eu senti mais normal dessa lesão no pescoço foi no primeiro dia de treino. Tomei um remédio potente para a dor e aí pude me sentir mais normal. E consegui fazer a pista. Porque até então eu tinha dúvida se ia conseguir fazer a pista dos Jogos Olímpicos. Vim de uma Copa do Mundo que não consegui competir por causa dessa outra lesão.?, revelou a atleta.

 

Na patinação de velocidade, Holanda segue hegemônica 

Com apenas 22 anos, a patinadora Esmee Visser faturou a sexta medalha de ouro nos 5000m em patinação de velocidade da Holanda, em sete possíveis. Todas as 13 medalhas conquistadas pelo país foram na modalidade. Visser foi uma surpresa, já que ela nunca havia participado dessa prova, sendo especialista no percurso de 3000m. A holandesa ainda desbancou duas favoritas e estreou da melhor maneira possível. Completaram o pódio a tcheca Martina Sablikova e a russa Natalia Veronina.

Enquanto isso, no luge, Alemanha continua dominante

Em outra modalidade com muita velocidade, a Alemanha é a tradicional vencedora, e em PyeongChang não foi diferente. Dos quatro ouros disputados, os alemães ganharam três no luge. A última veio na prova de revezamento por equipes, na qual se sagraram bicampeões. O time foi composto por Tobias Wendl e Tobias Arlt, ouro nas duplas, Johannes Ludwig, bronze no individual, e Natalie Geisenberger, ouro no feminino. Canadá e Áustria completaram o pódio. Já são 82 medalhas para os alemães na história da modalidade nas Olimpíadas, das 141 que estiveram em disputa.

Gazeta Esportiva

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