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Ídolo do Vitória, ex-craque Mário Sérgio é homenageado pelos baianos

Ídolo do Vitória na década de 70 e vítima na tragédia do avião da Chapecoense, em 2016, o ex-meio campo Mário Sérgio será homenageado em Salvador. Seu nome batizará a nova via que liga a Avenida Luiz Vianna Filho ao estádio Manoel Barradas (Barradão), com inauguração neste sábado, dia 17 de fevereiro, às 8 horas. [?]

12:15 | 16/02/2018

Ídolo do Vitória na década de 70 e vítima na tragédia do avião da Chapecoense, em 2016, o ex-meio campo Mário Sérgio será homenageado em Salvador. Seu nome batizará a nova via que liga a Avenida Luiz Vianna Filho ao estádio Manoel Barradas (Barradão), com inauguração neste sábado, dia 17 de fevereiro, às 8 horas. A ação será realizada pelo governador da Bahia, Rui Costa, e contará com uma programação especial (prestação de serviços voltados a saúde, cidadania e lazer das famílias).

Com pista dupla, ciclofaixa e quase quatro quilômetros de extensão, a Avenida Mário Sérgio recebeu investimentos da ordem de R$ 40 milhões, com recursos financiados pelo Governo da Bahia junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ao Ministério do Turismo, e ainda recursos próprios destinados às desapropriações e às melhorias na infraestrutura do entorno. A expectativa é que já neste domingo haja movimento intenso de carros por conta do clássico entre Bahia e Vitória, pelo Campeonato Baiano, no Barradão.

Nascido na cidade do Rio de Janeiro, Mário Sérgio iniciou sua carreira no Flamengo e depois defendeu, além do Vitória, Fluminense, Botafogo, Internacional, São Paulo, Grêmio, pelo qual foi campeão do mundo, e Palmeiras. Chegou em 1981 à Seleção Brasileira, onde ficou até 1985. Mais tarde, passou a atuar como treinador, com passagens importantes em clubes como Corinthians e São Paulo.

O ex-jogador tornou-se ídolo do Vitória na década de 70, onde ficou por quatro anos e formou um trio de ataque histórico junto de Osni e André Catimba, sendo premiado com a Bola de Prata nos Campeonatos Brasileiros de 1973 e 1974. Considerado um dos maiores jogadores do clube, conquistou o Baianão de 72 e, para muitos torcedores daquela época, o meio-campista é considerado o melhor jogador da história do Rubro-Negro.

No fatídico dia de novembro de 2016, estava no avião que levava a delegação da Chapecoense para a final da Sul-Americana. Ele integrava a equipe da Fox Sport, emissora que transmitiria a decisão, como comentarista.

Gazeta Esportiva

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