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Exame de Anderson Silva acusa testosterona sintética e diurético

Em novembro de 2017, Anderson Silva foi flagrado novamente no exame antidoping, pouco tempo antes de luta contra Kelvin Gastelum no UFC Xangai. Spider, que foi retirado do combate e suspenso preventivamente, recebeu más notícias nesta quinta-feira. Segundo informações do Canal Combate, o lutador foi pego por uso de testosterona sintética (metiltestosterona) e diurético. Apesar de menos efeitos [?]

17:30 | 02/02/2018

Em novembro de 2017, Anderson Silva foi flagrado novamente no exame antidoping, pouco tempo antes de luta contra Kelvin Gastelum no UFC Xangai. Spider, que foi retirado do combate e suspenso preventivamente, recebeu más notícias nesta quinta-feira. Segundo informações do Canal Combate, o lutador foi pego por uso de testosterona sintética (metiltestosterona) e diurético.

Apesar de menos efeitos colaterais, a testosterona sintética tem efeito similar ao de esteroides anabolizantes, aumenta do a performance dos atletas. Os diuréticos, por sua vez, eliminam os líquidos do corpo e ajudam a perder peso.

De acordo com a publicação, a defesa do ex-campeão do peso-médio não acredita em absolvição, mas vai tentar uma pena reduzida. Os advogados entrarão com pedido para que ele seja julgado como réu primário, já que nas outras duas ocasiões em que testou positivo a regulação ainda era feita pela Comissão Atlética de Nevada (NAC) ? e não pela Usada.

Com 42 anos de idade, se Anderson Silva pegar pena longa, ele poderá até anunciar sua aposentadoria antecipada.Este foi o quarto exame antidoping positivo na carreira de Anderson Silva. Em 2015, o lutador foi flagrado três vezes em um mês. A Comissão Atlética de Nevada, responsável pelo controle antidoping na época, anulou a vitória de Spider sobre Diaz e decretou um ano de suspensão.

Gazeta Esportiva

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