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Rafael Nadal elogia métodos de trabalho de Moyá: ?Trouxe novas ideias?

Rafael Nadal viveu uma grande temporada de 2017, conquistando dois Grand Slams (Roland Garros e Aberto dos Estados Unidos) e retornando ao primeiro lugar do ranking da ATP. Apesar disso, o ano também marcou a aposentadoria de Toni Nadal, tio e treinador do tenista espanhol desde criança. Para ajudar na transição, o decacampeão na França [?]

10:00 | 26/12/2017

Rafael Nadal viveu uma grande temporada de 2017, conquistando dois Grand Slams (Roland Garros e Aberto dos Estados Unidos) e retornando ao primeiro lugar do ranking da ATP. Apesar disso, o ano também marcou a aposentadoria de Toni Nadal, tio e treinador do tenista espanhol desde criança. Para ajudar na transição, o decacampeão na França adicionou seu compatriota Carlos Moyá à sua equipe e viu bons frutos.

?Foi um ano fantástico. Trabalhamos muito bem e ele formou uma ótima equipe com Toni e Francis (Roig). Neste ano foi ele que fez meu calendário e programou os treinamentos. Vivemos um outro momento, vamos nos adaptando e levando da melhor maneira possível?, declarou o Toro Miura em entrevista ao jornal espanhol As. ?Moyá trouxe ideias novas, métodos de trabalho diferentes e tudo isso funcionou bem?.

Entrando em sua primeira temporada sem seu tio como técnico, Nadal ressaltou que sempre teve uma boa relação com Toni. Além disso, ele destacou a forma como a forma como seu tio lidava com as situações e lembrou que, quando mais jovens, os dois viveram momentos mais tensos.

?Minha relação com ele sempre foi boa. Meu tio é uma pessoa sensível e com um caráter forte. A verdade é que ele era muito mais duro quando eu era pequeno. Ele não te elogia gratuitamente e não vai fazer você acreditar que está jogando bem se não estiver?, contou.

?Quando eu era mais jovem, tivemos alguns treinos mais tensos, mas ele sempre estava querendo o meu bem. Às vezes eu ficava bravo com ele, mas depois quando passava o calor do momento eu sempre entendia o que ele queria?, completou.

Aos 31 anos e sem planos para jogar até os 37 anos como seu maior rival, Rafael Nadal declarou que não irá adotar um calendário reduzido, assim como Roger Federer fez em 2017. O suíço venceu dois Grand Slams (Aberto da Austrália e Wimbledon) e três Masters 1000 no ano.

?Com ele funcionou bem, mas, quando você joga pouco, é fácil entrar em um buraco de desconfiança. Minha ideia é tentar cortar algum torneio, mas tudo vai depender dos resultados?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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