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Jean Todt é reeleito para terceiro mandato como presidente da FIA

Presidente da FIA desde 2009, Jean Todt foi reeleito nesta sexta-feira para mais um mandato a frente da entidade chave para o desenvolvimento automobilístico mundial. Desta vez, até 2021, o dirigente francês fará seu último mandato, já que as regras permitem três eleições seguidas. O anúncio foi realizado na sede oficial da entidade, em Paris, [?]

10:45 | 08/12/2017

Presidente da FIA desde 2009, Jean Todt foi reeleito nesta sexta-feira para mais um mandato a frente da entidade chave para o desenvolvimento automobilístico mundial. Desta vez, até 2021, o dirigente francês fará seu último mandato, já que as regras permitem três eleições seguidas.

O anúncio foi realizado na sede oficial da entidade, em Paris, depois de uma Assembléia Geral com a presença dos principais diretores. Também pela falta de oposição, os votos decretaram a permanência de Todt para mais um mandato.

?É gratificante ter um apoio tão grande. Gostaria de agradecer imensamente a todos da FIA pelo suporte, apoio e pela unanimidade em relação à escolha?, disse Todt, agradecendo pelo seu terceiro mandato. ?Vejo a permanência como uma espécie de validação da minha liderança e do encorajamento para seguir com os projetos e programas dos últimos oito anos?, completou.

Responsável pela criação da Fórmula E, Todt afirmou estar focado em três pilares para seus últimos quatro anos. Inovação, advocacia e desenvolvimento serão as áreas de atuação em que o dirigente francês espera desenvolver no automobilismo. ?É essencial que a FIA queira manter a inovação para se manter no topo e no desenvolvimento do esporte?, ressaltou Todt.

Com um longo passado ligado ao automobilismo, Todt assumiu pela primeira vez o comando da entidade em 2009, depois de vencer o ex-piloto finlandês Ari Vatanen na eleição. Em 2013, assim como nesta sexta, o francês não encontrou resistência para se eleger por mais quatro anos. Depois da carreira como piloto de rally, Todt passou a ser dirigente da modalidade e acumulou passagens pela Fórmula 1 como diretor-geral da Ferrari, antes de se tornar presidente da FIA.

 

Gazeta Esportiva

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