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Cearense Rebecca Silva anuncia parceria com Talita Antunes no vôlei de praia

Defensora viveu a primeira experiência olímpica em Tóquio-2020 ao lado de Ana Patrícia, com quem rompeu parceria no final de agosto. Em busca de classificação para Paris-2024, nova dupla irá estrear na primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia, entre os dias 21 e 26 de setembro, no Rio de Janeiro
17:51 | Set. 07, 2021
Autor Iara Costa
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Iara Costa Repórter do caderno de Esportes
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A jogadora de vôlei de praia cearense Rebecca Silva anunciou nesta terça-feira, 7, a sua nova dupla. Trata-se da sul-mato-grossense Talita Antunes. A dupla realizou o primeiro treino na manhã desta terça-feira, 7, em Fortaleza sob o comando do técnico Reis. 

Rebecca viveu em Tóquio-2020 a primeira experiência olímpica ao lado de Ana Patrícia. As duas anunciaram fim da parceria no final de agosto. Nova parceira de trabalho da cearense, Talita acumula três participações em Jogos Olímpicos no currículo. Juntas, as duas atletas esperam disputar o Circuito Brasileiro, Mundial, para alcançar classificação para a Olimpíada de Paris-2024. 

Para isso, Rebecca espera que a experiência das duas faça a diferença para conquistarem vitórias dentro de quadra.“Este último ciclo foi muito intenso. Viver a ansiedade de uma primeira Olímpiada junto com a pandemia foi muito desafiador. Ao mesmo tempo, foi tudo muito incrível. Pude aprender e crescer muito. E agora neste novo ciclo eu espero que eu e Talita consigamos dar o nosso melhor para que seja uma parceria vencedora. É uma atleta que dispensa comentários, extremamente vencedora, experiente e que eu me dou muito bem”, falou.

Talita também dedicou elogios à nova dupla. “Estou muito feliz com esse novo projeto, mais um desafio na minha carreira. Vou dividir as quadras com a Rebecca, que eu admiro como atleta e pessoa e sempre tive um carinho enorme por ela. Jogamos uma final do Rainha da Praia juntas e foi muito bom. Tenho certeza de que formaremos um grande time e vamos trabalhar muito para isso acontecer”, destacou.

A dupla Rebecca e Talita estreia na primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia, entre os dias 21 e 26 de setembro, na Urca, no Rio de Janeiro.

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Marcha Nacional das Mulheres Indígenas começa em Brasília

Geral
17:47 | Set. 07, 2021
Autor Agência Brasil
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A 2ª Marcha Nacional das Mulheres Indígenas começou hoje (7), em Brasília, com a chegada e acolhida das delegações que participarão dos atos, que vão até sábado (11). Com o tema Mulheres originárias: Reflorestando mentes para a cura da Terra, cerca de 4 mil mulheres, de mais de 150 povos de todos os biomas do Brasil, devem participar do evento.

“Nós, mulheres indígenas, lutamos pela demarcação das terras indígenas, contra a liberação da mineração e do arrendamento dos nossos territórios, contra a tentativa de flexibilizar o licenciamento ambiental, contra o financiamento do armamento no campo. Enfrentamos o desmonte das políticas indigenista e ambiental”, diz o manifesto da marcha.

O evento é promovido pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (Anmiga) e as atividades se concentram no espaço da Fundação Nacional de Artes (Funarte), na área central da capital federal. Estão previstas audiências, ações culturais e grupos de trabalho. Na quinta-feira (9), elas sairão em caminhada até a Praça dos Três Poderes.

Amanhã (8), as participantes da mobilização se juntam aos povos indígenas que estão em Brasília há cerca de três semanas para acompanhar o julgamento do chamado marco temporal, em análise no Supremo Tribunal Federal. Pela tese, os indígenas somente teriam direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial nesta época.

Na semana passada, a Corte encerrou a fase de sustentações orais, e o julgamento será retomado nesta quarta-feira, com a leitura do voto do relator, ministro Edson Fachin.

“A Anmiga, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e todas as suas organizações de base reforçam que o propósito da mobilização em Brasília é protestar de forma pacífica por direitos e acompanhar o julgamento no STF, em apoio aos ministros e às ministras do Supremo, contra a tese do marco temporal", afirmou a organização. “Estamos em busca da garantia de nossos territórios, pelas que nos antecederam, para as presentes e futuras gerações, defendendo o meio ambiente, este bem comum que garante nossos modos de vida enquanto humanidade".

Na sexta-feira (10), haverá o encerramento das atividades e o retorno das delegações está marcado para o dia seguinte.

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Ceará fará últimos treinos antes de encarar o Grêmio no turno do jogo; um deles será em Porto Alegre

Preparação
17:32 | Set. 07, 2021
Autor Brenno Rebouças
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Assim como da última vez que entrou em campo, o Ceará jogará pela manhã no domingo, 12, contra o Grêmio, a partir das 11 horas. E para que os jogadores se adaptem ao clima de Porto Alegre nesse horário, a delegação do Vovô fará um treino na véspera da partida em horário semelhante, mas já na capital gaúcha.

O clube conseguiu o centro de treinamento do Internacional para treinar às 10 horas do próximo sábado, 11. Para isso, a delegação alvinegra viajará para o Rio Grande do Sul ainda na sexta-feira, 10. Como a viagem está prevista para o fim da tarde, o último trabalho comandado por Tiago Nunes em solo cearense também será pela manhã, na sede do clube.

Isso significa que os dois últimos treinos do Ceará antes de encarar o Grêmio serão no mesmo turno do jogo, o que ajuda também na adaptação do relógio biológico dos atletas. Quanto à questão climática, a previsão é de tempo nublado e temperatura de 20º para a hora da partida, em Porto Alegre, onde fica a Arena do Grêmio.

O duelo entre Grêmio e Ceará marcará a estreia de Tiago Nunes no comando técnico do Vovô. No clube desde a última quarta-feira, ele faz testes em busca da melhor equipe para lançar a campo.

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Bragantino conquista Série A2 do Brasileiro Feminino

Esportes
17:27 | Set. 07, 2021
Autor Agência Brasil
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O Bragantino conquistou nesta terça-feira (7) o título da Série A2 do Brasileiro Feminino ao superar o Atlético-MG por 4 a 2 na disputa de pênaltis em partida realizada na Arena Independência, em Belo Horizonte. A decisão foi definida nas penalidades máximas porque, assim como no primeiro jogo da decisão, a partida terminou em empate de 0 a 0.

'Não vamos admitir que Moraes continue a açoitar nossa democracia', diz Bolsonaro

POLÍTICA
17:17 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro atacou pessoalmente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante manifestação na Avenida Paulista, nesta tarde. Disse que não vai mais admitir ordens do ministro, que comanda o inquérito dos atos antidemocráticos, das fake news as investigações contra os filhos de Bolsonaro e será o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ano que vem, quando ocorrerão novas eleições. "Não vamos mais admitir que pessoas como Alexandre de Moraes continuem a açoitar a nossa democracia e desrespeitar a nossa Constituição Federal", disse Bolsonaro. Ele teve todas as oportunidades para agir com respeito a todos nós, mas não agiu dessa maneira como continua a não agir", afirmou o presidente.
Ele também disse que tem poder para afastar seus ministros e voltou a defender o voto impresso. "Se ele não se enquadra, eu demito", afirmou. "No Legislativo, não é diferente."
Bolsonaro repetiu ainda que não pode participar de uma farsa, em referência às eleições de 2022, e disse que as manifestações a favor de seu governo são uma mostra de que a bandeira nacional continuará a ser verde e amarela.
"Queremos eleições limpas, democráticas, com voto auditável e contagem pública", afirmou o presidente, ainda defendendo o voto impresso, que já foi reprovado pelo Congresso Nacional. "Não posso participar de uma farsa", afirmou.
Bolsonaro tem argumentado que a liberação de seu principal concorrente na eleição do ano que vem, o petista Luiz Inácio Lula da Silva, foi armada para que ele vença o pleito em 2022.
"Hoje temos uma fotografia para mostrar para o Brasil e o mundo, uma fotografia de vocês para mostrar para o mundo e o Brasil que as cores da nossa bandeira são verde a amarela", afirmou. A imprensa internacional está monitorando as manifestações brasileiras.
O presidente também prometeu que cada vez mais a população será conservadora e, também cada vez mais, respeitará as leis e a Constituição.
Pela manhã, o chefe do Executivo fez um pronunciamento mais curto em Brasília. Bolsonaro disse que não aceitará que qualquer autoridade passe por cima da Constituição usando a força do poder. "Não mais aceitaremos qualquer medida, qualquer ação, qualquer sentença que venha de fora das quatro linhas da Constituição", disse mais cedo. "Nós todos aqui na praça dos Três Poderes juramos respeitar a nossa Constituição. Quem está de fora dela ou se enquadra ou pede para sair."
Bolsonaro disse que acredita e quer a democracia. "A alma da democracia é o voto. Não podemos admitir um sistema eleitoral que não ofereça segurança. Não é uma pessoa no TSE que vai nos dizer que esse processo é seguro e confiável porque não é", disse, em uma alusão ao presidente do Tribunal, Luís Roberto Barroso. "Não podemos admitir um ministro do TSE também usando a sua caneta para desmonetizar páginas que criticam esse sistema de votação."

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Tecnologia usada na Guerra ao Terror deixa era da hipervigilância como legado

INTERNACIONAL
17:17 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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As novas tecnologias de vigilância no pós-11 de Setembro aproximaram as sociedades das obras de ficção científica. Após duas décadas de Guerra ao Terror, o exercício da segurança direcionado aos conflitos internacionais foi incorporado a atividades comuns, enquanto as democracias ainda debatem o limite entre privacidade e proteção.
Publicado em 2019, um estudo do centro de estudos Carnegie Endowment for International Peace, intitulado The Global Expansion of AI Surveillance ("A expansão global da vigilância por Inteligência Artificial", em tradução livre) chamou a atenção para o crescente número de países desenvolvendo ferramentas de vigilância por Inteligência Artificial (IA) para monitorar cidadãos dentro uma ampla gama de objetivos políticos.
Essas ferramentas podem ser respaldadas por leis ou contrárias aos direitos humanos. O levantamento, um dos primeiros do tipo, apontou que 75 de 176 países estudados estavam utilizando tecnologia de vigilância por IA, incluindo plataformas de cidade inteligente e cidade segura, sistemas de reconhecimento facial e policiamento inteligente, segundo as classificações do índice.
Especialistas apontam a Lei Patriótica (Patriot Act), promulgada 45 dias após 11 de setembro de 2001, como símbolo da expansão da vigilância. Desde então, novas tecnologias tentam responder às novas ameaças, especialmente de grupos capazes de realizar ataques de menor porte, mas ainda assim provocar os efeitos do terrorismo, como explica o pesquisador do Núcleo de Violência da USP Alcides Peron, autor do livro American Way of War: Guerra Cirúrgica e o Emprego de Drones Armados em Conflitos Internacionais.
Entre essas tecnologias, estão sistemas de vigilância, de câmeras, de drones armados que não são vistos, outros que vigiam e produzem informações, sistemas biométricos que passam a ser testados em todos os lugares, assim como interceptação de dados telefônicos e cruzamento de informações.
"O que restou de tudo isso é um conjunto de tecnologias que serviu para administrar a produção de cercos e a gerenciar a circulação das pessoas e dos espaços urbanos. Tecnologias que aos poucos se diluíram no ambiente e se fizeram presente na vida cotidiana das pessoas", explica Perón.
Mesmo com a grande explosão no desenvolvimento das novas tecnologias de vigilância, ainda é difícil determinar sua eficácia em capturar terroristas, segundo Margaret Hu, professora da Penn State Law. Para ela, ainda há um debate aberto sobre a utilidade dessas tecnologias e o combate ao terrorismo, assim como os riscos à privacidade.
Esse debate, na opinião de Hu e de Peron, ficou mais evidente após as revelações do ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) Edward Snowden. Em 2013, quase 12 anos após o 11 de Setembro, o agente, que também trabalhou para a CIA, divulgou documentos detalhando os programas de vigilância em massa dos EUA.
Em parceria com Snowden, em 6 de junho de 2013, o jornal britânico The Guardian publicou uma reportagem sobre o armazenamento dos registros telefônicos de milhões de clientes da companhia americana Verizon. No dia seguinte, o jornal revelou o Prism, um sistema para recolher dados de gigantes da internet nos EUA, incluindo Google e Facebook. Foram as primeiras de uma série de revelações feitas por Snowden, que teve de se exilar na Rússia.
"Todos nós fomos reduzidos a algo como crianças, que seríamos forçados a viver o resto de nossas vidas sob a supervisão onisciente dos pais", escreveu Snowden em seu livro de memórias, Vigilância Permanente.
Segundo Margaret, é preciso diálogo entre cidadãos, empresas e governos para estabelecer limites à tecnologia e ao armazenamento de dados. "Quanto maior a ameaça percebida pelo lado da segurança nacional, mais difícil é argumentar contra a vigilância", afirma a professora. Para ela, em um estado de emergência, as empresas tendem a ser mais colaborativas com os governos.
"Precisamos estar cientes de que o limite entre segurança nacional e privacidade pode mudar, mas deve mudar seguindo alguns padrões segundo os quais, independentemente de estarmos em estado de emergência, os direitos à privacidade devem ser mantidos como direitos humanos fundamentais."
Para alguns analistas, no entanto, a obsessão pela vigilância tem um bom custo-benefício. Um estudo do centro Chatham House, assinado pela especialista Kathleen McKendrick, pondera que o uso da inteligência artificial no combate ao terrorismo aumenta a habilidade dos Estados de proteger o direito à vida.
"A maioria dos países se concentra na prevenção de ataques terroristas, em vez de reagir a eles. Assim, a previsão é central para uma política de contraterrorismo eficaz. A inteligência artificial permite que maiores volumes de dados sejam analisados. Perceber padrões nesses dados que estariam, por razões de volume e dimensionalidade, de outra forma além da capacidade de interpretação humana."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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