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Esportes

Santos atrasa saída de jogadores e tenta usá-los como moeda de troca

O presidente do Santos, José Carlos Peres, não quer liberar jogadores por empréstimo simples. A ideia é utilizar atletas como moeda de troca ao invés da saída gratuita, com a divisão de salários. Por causa desse motivo, Peres atrasou algumas saídas dadas como certas, como Jean Mota no Bahia, Yuri no Fluminense e Fabián Noguera [?]

05:15 | 15/01/2019

O presidente do Santos, José Carlos Peres, não quer liberar jogadores por empréstimo simples. A ideia é utilizar atletas como moeda de troca ao invés da saída gratuita, com a divisão de salários.

Por causa desse motivo, Peres atrasou algumas saídas dadas como certas, como Jean Mota no Bahia, Yuri no Fluminense e Fabián Noguera no Estudiantes-ARG. O presidente prefere esperar oportunidades no mercado para envolvê-los, diminuir os custos e ?tirar da frente?.

?Alguns jogadores não saíram porque podem ser envolvidos em negociações brasileiras. E aí tiramos da frente. Preferimos compor em negociações para jogadores que nos interessam do que manter o contrato e pagar salários?, disse Peres, em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva.

Um dos exemplos foi oferecer Jean ao Ceará na negociação pelo goleiro Everson. O meia, porém, não tem interesse e prefere o Bahia ou Fortaleza. Ele é identificado com a torcida do rival Fortaleza.

Sem pressa, o Alvinegro quer reduzir o elenco para menos de 30 jogadores. O técnico Jorge Sampaoli liberou poucos até aqui: Matheus Ribeiro (Figueirense), Romário (Red Bull Brasil), Matheus Oliveira (Ponte Preta) e Diego Cardoso (Guarani).

Gazeta Esportiva

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