Conselho Fiscal do Santos nega parte da venda de Rodrygo para a DoyenSantos Futebol Clube | Times | Esportes O POVO
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Conselho Fiscal do Santos nega parte da venda de Rodrygo para a Doyen

O Conselho Fiscal do Santos nega a obrigação de repassar 4% da venda de Rodrygo ao Real Madrid-ESP para o fundo de investimentos Doyen Sports. O atacante foi negociado por 40% milhões de euros ?limpos?. (R$ 173 mi). O CF afirma que não existe acordo de exclusividade na venda de jogadores homologado pela Câmara Arbitral [?]

16:15 | 27/08/2018

O Conselho Fiscal do Santos nega a obrigação de repassar 4% da venda de Rodrygo ao Real Madrid-ESP para o fundo de investimentos Doyen Sports. O atacante foi negociado por 40% milhões de euros ?limpos?. (R$ 173 mi).

O CF afirma que não existe acordo de exclusividade na venda de jogadores homologado pela Câmara Arbitral do Esporte. Desta forma, acordos com a Doyen não teriam validade jurídica.

O Peixe abriu uma sindicância pelo acordo feito pelo ex-presidente Modesto Roma com a Doyen Sports, como antecipou a Gazeta Esportiva. Na visão da atual diretoria, as cláusulas são nocivas ao clube. Uma representação exclusiva em negócios na Europa ficou prevista, com 4% sobre o total de qualquer transferência, além de 8% no caso de intermediação da empresa.

No caso da venda de Rodrygo, por exemplo, o Santos negociou o atacante por R$ 173 milhões ao Real Madrid, mas perderia ? 2,1 milhões da transação (R$ 9,3 mil), sem qualquer ajuda da Doyen nas tratativas.

O negócio para o fim do imbróglio com a Doyen foi fechado por 23 milhões de euros (R$ 88 mi), e 13 milhões de euros (R$ 50 mi) já foram pagos. As duas parcelas restantes são de 5 milhões de euros (R$ 21,6 mi) cada com vencimento em setembro de 2018 e setembro de 2019.

A Doyen passou a investir no Santos em 2013, com a compra de Leandro Damião junto ao Internacional por 12 milhões de euros. A quantia não foi paga no tempo correto e acabou acrescida de juros. Antes do acordo, ainda havia imbróglio pela compra de direitos econômicos de Gabigol, Geuvânio e Daniel Guedes no fim da gestão de Odílio Rodrigues.

Gazeta Esportiva

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