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Presidente do Santos diz que não negocia Rodrygo agora: ?Não está à venda?

O presidente do Santos, José Carlos Peres, disse nessa sexta-feira que não negocia Rodrygo com nenhum clube neste momento. O atacante, aos 17 anos, já está na mira de algumas equipes europeias, como o Barcelona-ESP. O jornal espanhol ?Sport? afirma na edição desta sexta que o pai de Rodrygo, Eric Goes, esteve em Barcelona para [?]

12:00 | 04/05/2018

O presidente do Santos, José Carlos Peres, disse nessa sexta-feira que não negocia Rodrygo com nenhum clube neste momento. O atacante, aos 17 anos, já está na mira de algumas equipes europeias, como o Barcelona-ESP.

O jornal espanhol ?Sport? afirma na edição desta sexta que o pai de Rodrygo, Eric Goes, esteve em Barcelona para conversar sobre uma futura negociação.  O raio só poderia deixar o Brasil a partir do dia 9 janeiro de 2019, quando completará 18 anos.

?Santos recebe com naturalidade. As estrelas são raras. Menino de 17 anos nem pode ser transacionado. Ficamos felizes com clubes tão grandes quanto o Santos com interesse. Não há a menor possibilidade da saída do Rodrygo nesse ano e, provavelmente, no ano que vem. Futuro a Deus pertence, não dá para fazer previsão. Queremos Rodrygo aqui, a um caminho a percorrer, e seria uma pena se fosse transacionado. Perderia oportunidade de crescer no futebol brasileiro. Sempre digo que tem que jogar três anos no país para ganhar maturidade?, disse Peres, em evento para o anúncio da Philco como patrocinadora.

?Não existe conversação com nenhum clube, não está à venda. E tem uma multa. 50 milhões de euros. 200 milhões de reais. Como isso não é tangível, pelo menos pelo que eu sinto. Existem as grandes transações, mas são em jogadores como Neymar, como destaque no mundo. Vejo Rodrygo conosco por alguns anos, mostrando futebol e agregando marca?, completou.

Rodrygo tem contrato até 2022, mas, para negociações internacionais, o acordo tem validade até o fim de 2020, já que o primeiro vínculo profissional só pode durar três temporadas de acordo com a FIFA. A multa rescisória é de 50 milhões de euros (cerca de R$ 210 milhões).

Gazeta Esportiva

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