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Corinthians tem o melhor gramado de São Paulo e supera Maracanã

O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum [?]

07:15 | 23/05/2018

O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum rival ou mesmo o Maracanã conseguiu uma avaliação tão alta, segundo informações oficiais dos clubes procurados pela Gazeta Esportiva.

Atrás da Arena Corinthians ficou justamente o gramado do estádio Mário Filho, o famoso Maraca, que depois de um investimento de R$ 1,5 milhão, conseguiu subir sua nota de 4.67, recebida ano passado, para 4.89. A Vila Belmiro recebeu a nota de 4.86 e ficou à frente de Allianz Parque, Morumbi e Pacaembu. Os três estádios da capital citados receberam a mesma avaliação: 4.68.

O intuito da CBF com o Programa Gramados é avaliar diversos aspectos em estádios pré-selecionados para receber jogos da Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. A inspeção é feita todo ano e os relatórios são enviados aos clubes, com comparativo de evolução e instruções para melhorias.

Os critérios levados em conta são: tipo de grama; sistema de drenagem; sistema de irrigação; nivelamento do solo; cobertura de grama; ervas daninhas; equipe de manutenção; equipamentos de manutenção; medidas de performance; e fertilidade do solo.

Além disso, são medidas as características de: umidade; altura do corte; temperatura do solo; ponto de tração; e ponto de compactação. Traves, linhas, bancos de reservas, enfim, tudo que envolve a área de campo também passa pela revisão.

O Santos se diz ?satisfeito com o resultado?, diferente do São Paulo, que reformou todo seu campo no fim da última temporada, aprovou as melhorias e entende que há alguns equívocos na forma como os critérios são interpretados pela CBF.

?Nós perdemos pontos nos sistemas de drenagem e irrigação. Nós não respeitamos o padrão das arenas. O Morumbi não tem o subsolo de areia total, ele é hibrido, areia e argila, mas isso não é parâmetro para falar sobre drenagem. Não temos o sistema a vácuo. Se a gente tivesse, a gente teria tirado a nota 5?, reclama Eduardo Rebouças, diretor são-paulino de infraestrutura.

?Com relação a irrigação, não tenho as válvulas individuais, a nossa é em linha. Mas se eu irrigo com uniformidade o gramado inteiro, onde eu errei? Ligar as válvulas de forma individual é um plus, não uma exigência. Se eu molho por igual, o que tem de errado? Esses critérios foram formulados no passado e que ficaram valendo?, completa.

O empate com Morumbi e Pacaembu também pode ser comemorado pelo Palmeiras, que há pouco tempo sofria com o desgaste de seu gramado devido aos shows no Allianz Parque.

Agora, com o sistema Ready to Play, em que a grama é plantada em rolos que detêm uma camada espessa de solo para que as partidas possam acontecer pouco tempo após a instalação, a WTorre, administradora do estádio, junto a uma empresa terceirizada, parece ter conseguido encontrar a solução para não prejudicar tanto o futebol em detrimento das apresentações artísticas que a casa recebe frequentemente.

Para conquistar o ?título?, a Arena Corinthians passou por uma reforma do gramado no fim de 2017, e por isso o time precisou até iniciar a temporada no Pacaembu. O campo da Zona Leste é composto por uma grama de inverno chamada Lolium perenne, variedade PHD, implantado por sementes, com fibras costuradas no perfil de solo, assim como a ventilação do solo, o que garante a grama de inverno em boas condições também no verdão.

O nivelamento da Arena Corinthians é feito por uma plaina a laser, a drenagem por um sistema de colchão e vácuo e a irrigação é automatizada, com comando individual de aspersores.

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O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum [?]

07:15 | 23/05/2018

O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum rival ou mesmo o Maracanã conseguiu uma avaliação tão alta, segundo informações oficiais dos clubes procurados pela Gazeta Esportiva.

Atrás da Arena Corinthians ficou justamente o gramado do estádio Mário Filho, o famoso Maraca, que depois de um investimento de R$ 1,5 milhão, conseguiu subir sua nota de 4.67, recebida ano passado, para 4.89. A Vila Belmiro recebeu a nota de 4.86 e ficou à frente de Allianz Parque, Morumbi e Pacaembu. Os três estádios da capital citados receberam a mesma avaliação: 4.68.

O intuito da CBF com o Programa Gramados é avaliar diversos aspectos em estádios pré-selecionados para receber jogos da Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. A inspeção é feita todo ano e os relatórios são enviados aos clubes, com comparativo de evolução e instruções para melhorias.

Os critérios levados em conta são: tipo de grama; sistema de drenagem; sistema de irrigação; nivelamento do solo; cobertura de grama; ervas daninhas; equipe de manutenção; equipamentos de manutenção; medidas de performance; e fertilidade do solo.

Além disso, são medidas as características de: umidade; altura do corte; temperatura do solo; ponto de tração; e ponto de compactação. Traves, linhas, bancos de reservas, enfim, tudo que envolve a área de campo também passa pela revisão.

O Santos se diz ?satisfeito com o resultado?, diferente do São Paulo, que reformou todo seu campo no fim da última temporada, aprovou as melhorias e entende que há alguns equívocos na forma como os critérios são interpretados pela CBF.

?Nós perdemos pontos nos sistemas de drenagem e irrigação. Nós não respeitamos o padrão das arenas. O Morumbi não tem o subsolo de areia total, ele é hibrido, areia e argila, mas isso não é parâmetro para falar sobre drenagem. Não temos o sistema a vácuo. Se a gente tivesse, a gente teria tirado a nota 5?, reclama Eduardo Rebouças, diretor são-paulino de infraestrutura.

?Com relação a irrigação, não tenho as válvulas individuais, a nossa é em linha. Mas se eu irrigo com uniformidade o gramado inteiro, onde eu errei? Ligar as válvulas de forma individual é um plus, não uma exigência. Se eu molho por igual, o que tem de errado? Esses critérios foram formulados no passado e que ficaram valendo?, completa.

O empate com Morumbi e Pacaembu também pode ser comemorado pelo Palmeiras, que há pouco tempo sofria com o desgaste de seu gramado devido aos shows no Allianz Parque.

Agora, com o sistema Ready to Play, em que a grama é plantada em rolos que detêm uma camada espessa de solo para que as partidas possam acontecer pouco tempo após a instalação, a WTorre, administradora do estádio, junto a uma empresa terceirizada, parece ter conseguido encontrar a solução para não prejudicar tanto o futebol em detrimento das apresentações artísticas que a casa recebe frequentemente.

Para conquistar o ?título?, a Arena Corinthians passou por uma reforma do gramado no fim de 2017, e por isso o time precisou até iniciar a temporada no Pacaembu. O campo da Zona Leste é composto por uma grama de inverno chamada Lolium perenne, variedade PHD, implantado por sementes, com fibras costuradas no perfil de solo, assim como a ventilação do solo, o que garante a grama de inverno em boas condições também no verdão.

O nivelamento da Arena Corinthians é feito por uma plaina a laser, a drenagem por um sistema de colchão e vácuo e a irrigação é automatizada, com comando individual de aspersores.

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07:15 | 23/05/2018

O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum rival ou mesmo o Maracanã conseguiu uma avaliação tão alta, segundo informações oficiais dos clubes procurados pela Gazeta Esportiva.

Atrás da Arena Corinthians ficou justamente o gramado do estádio Mário Filho, o famoso Maraca, que depois de um investimento de R$ 1,5 milhão, conseguiu subir sua nota de 4.67, recebida ano passado, para 4.89. A Vila Belmiro recebeu a nota de 4.86 e ficou à frente de Allianz Parque, Morumbi e Pacaembu. Os três estádios da capital citados receberam a mesma avaliação: 4.68.

O intuito da CBF com o Programa Gramados é avaliar diversos aspectos em estádios pré-selecionados para receber jogos da Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. A inspeção é feita todo ano e os relatórios são enviados aos clubes, com comparativo de evolução e instruções para melhorias.

Os critérios levados em conta são: tipo de grama; sistema de drenagem; sistema de irrigação; nivelamento do solo; cobertura de grama; ervas daninhas; equipe de manutenção; equipamentos de manutenção; medidas de performance; e fertilidade do solo.

Além disso, são medidas as características de: umidade; altura do corte; temperatura do solo; ponto de tração; e ponto de compactação. Traves, linhas, bancos de reservas, enfim, tudo que envolve a área de campo também passa pela revisão.

O Santos se diz ?satisfeito com o resultado?, diferente do São Paulo, que reformou todo seu campo no fim da última temporada, aprovou as melhorias e entende que há alguns equívocos na forma como os critérios são interpretados pela CBF.

?Nós perdemos pontos nos sistemas de drenagem e irrigação. Nós não respeitamos o padrão das arenas. O Morumbi não tem o subsolo de areia total, ele é hibrido, areia e argila, mas isso não é parâmetro para falar sobre drenagem. Não temos o sistema a vácuo. Se a gente tivesse, a gente teria tirado a nota 5?, reclama Eduardo Rebouças, diretor são-paulino de infraestrutura.

?Com relação a irrigação, não tenho as válvulas individuais, a nossa é em linha. Mas se eu irrigo com uniformidade o gramado inteiro, onde eu errei? Ligar as válvulas de forma individual é um plus, não uma exigência. Se eu molho por igual, o que tem de errado? Esses critérios foram formulados no passado e que ficaram valendo?, completa.

O empate com Morumbi e Pacaembu também pode ser comemorado pelo Palmeiras, que há pouco tempo sofria com o desgaste de seu gramado devido aos shows no Allianz Parque.

Agora, com o sistema Ready to Play, em que a grama é plantada em rolos que detêm uma camada espessa de solo para que as partidas possam acontecer pouco tempo após a instalação, a WTorre, administradora do estádio, junto a uma empresa terceirizada, parece ter conseguido encontrar a solução para não prejudicar tanto o futebol em detrimento das apresentações artísticas que a casa recebe frequentemente.

Para conquistar o ?título?, a Arena Corinthians passou por uma reforma do gramado no fim de 2017, e por isso o time precisou até iniciar a temporada no Pacaembu. O campo da Zona Leste é composto por uma grama de inverno chamada Lolium perenne, variedade PHD, implantado por sementes, com fibras costuradas no perfil de solo, assim como a ventilação do solo, o que garante a grama de inverno em boas condições também no verdão.

O nivelamento da Arena Corinthians é feito por uma plaina a laser, a drenagem por um sistema de colchão e vácuo e a irrigação é automatizada, com comando individual de aspersores.

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07:15 | 23/05/2018

O Corinthians sofre para pagar as contas de sua Arena, e ninguém duvida disso. Ao menos, o clube tem conseguido manter a estrutura da casa alvinegra como referência. Exemplo disso foi a nota 4.98 (de no máximo 5) que o gramado de Itaquera recebeu no relatório de inspeção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nenhum rival ou mesmo o Maracanã conseguiu uma avaliação tão alta, segundo informações oficiais dos clubes procurados pela Gazeta Esportiva.

Atrás da Arena Corinthians ficou justamente o gramado do estádio Mário Filho, o famoso Maraca, que depois de um investimento de R$ 1,5 milhão, conseguiu subir sua nota de 4.67, recebida ano passado, para 4.89. A Vila Belmiro recebeu a nota de 4.86 e ficou à frente de Allianz Parque, Morumbi e Pacaembu. Os três estádios da capital citados receberam a mesma avaliação: 4.68.

O intuito da CBF com o Programa Gramados é avaliar diversos aspectos em estádios pré-selecionados para receber jogos da Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. A inspeção é feita todo ano e os relatórios são enviados aos clubes, com comparativo de evolução e instruções para melhorias.

Os critérios levados em conta são: tipo de grama; sistema de drenagem; sistema de irrigação; nivelamento do solo; cobertura de grama; ervas daninhas; equipe de manutenção; equipamentos de manutenção; medidas de performance; e fertilidade do solo.

Além disso, são medidas as características de: umidade; altura do corte; temperatura do solo; ponto de tração; e ponto de compactação. Traves, linhas, bancos de reservas, enfim, tudo que envolve a área de campo também passa pela revisão.

O Santos se diz ?satisfeito com o resultado?, diferente do São Paulo, que reformou todo seu campo no fim da última temporada, aprovou as melhorias e entende que há alguns equívocos na forma como os critérios são interpretados pela CBF.

?Nós perdemos pontos nos sistemas de drenagem e irrigação. Nós não respeitamos o padrão das arenas. O Morumbi não tem o subsolo de areia total, ele é hibrido, areia e argila, mas isso não é parâmetro para falar sobre drenagem. Não temos o sistema a vácuo. Se a gente tivesse, a gente teria tirado a nota 5?, reclama Eduardo Rebouças, diretor são-paulino de infraestrutura.

?Com relação a irrigação, não tenho as válvulas individuais, a nossa é em linha. Mas se eu irrigo com uniformidade o gramado inteiro, onde eu errei? Ligar as válvulas de forma individual é um plus, não uma exigência. Se eu molho por igual, o que tem de errado? Esses critérios foram formulados no passado e que ficaram valendo?, completa.

O empate com Morumbi e Pacaembu também pode ser comemorado pelo Palmeiras, que há pouco tempo sofria com o desgaste de seu gramado devido aos shows no Allianz Parque.

Agora, com o sistema Ready to Play, em que a grama é plantada em rolos que detêm uma camada espessa de solo para que as partidas possam acontecer pouco tempo após a instalação, a WTorre, administradora do estádio, junto a uma empresa terceirizada, parece ter conseguido encontrar a solução para não prejudicar tanto o futebol em detrimento das apresentações artísticas que a casa recebe frequentemente.

Para conquistar o ?título?, a Arena Corinthians passou por uma reforma do gramado no fim de 2017, e por isso o time precisou até iniciar a temporada no Pacaembu. O campo da Zona Leste é composto por uma grama de inverno chamada Lolium perenne, variedade PHD, implantado por sementes, com fibras costuradas no perfil de solo, assim como a ventilação do solo, o que garante a grama de inverno em boas condições também no verdão.

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