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Santos gasta R$ 17 milhões em impostos atrasados; Modesto nega

O Santos pagou, na última sexta-feira, cerca de R$ 17 milhões em impostos atrasados de 2017, dívida deixada pelo ex-presidente Modesto Roma. A maioria se refere a retenções de IRRF (Imposto de renda retido na fonte), o que poderia caracterizar apropriação indébita, crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro. Os impostos não eram [?]

12:00 | 11/03/2018

O Santos pagou, na última sexta-feira, cerca de R$ 17 milhões em impostos atrasados de 2017, dívida deixada pelo ex-presidente Modesto Roma. A maioria se refere a retenções de IRRF (Imposto de renda retido na fonte), o que poderia caracterizar apropriação indébita, crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro.

Os impostos não eram recolhidos desde junho de 2017. O Peixe sofreu pressão da Receita Federal nas últimas semanas e correu o risco de perder o PROFUT (Programa de refinanciamento de dívidas), lei que busca garantir a responsabilidade fiscal dos clubes brasileiros.

O Santos, oficialmente, não dá maiores detalhes sobre o caso, mas confirma as informações apuradas pela Gazeta Esportiva. O ex-presidente Modesto Roma nega a informação.

?O Santos não atrasou qualquer imposto até dezembro. Isso não é verdade. Um clube nem consegue ficar tantos meses dessa forma?, afirmou Modesto à reportagem.

Dinheiro faz falta

Os R$ 17 milhões gastos não estavam no planejamento financeiro do Santos. O valor poderia ser investido em reforços para o elenco. O atacante Bruno Henrique, por exemplo, custou R$ 13,5 milhões para deixar o Wolfsburg-ALE e foi o destaque do time em 2017.

Com dificuldades financeiras já existentes e acentuadas depois do pagamento da ?dívida surpresa?, o alvinegro busca reforços ?bons e baratos?. A prioridade é um meia. Um volante e um centroavante também estão nos planos. Até o momento, Dodô, Eduardo Sasha e Gabigol chegaram em 2018.

Gazeta Esportiva

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Santos gasta R$ 17 milhões em impostos atrasados; Modesto nega

O Santos pagou, na última sexta-feira, cerca de R$ 17 milhões em impostos atrasados de 2017, dívida deixada pelo ex-presidente Modesto Roma. A maioria se refere a retenções de IRRF (Imposto de renda retido na fonte), o que poderia caracterizar apropriação indébita, crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro. Os impostos não eram [?]

12:00 | 11/03/2018

O Santos pagou, na última sexta-feira, cerca de R$ 17 milhões em impostos atrasados de 2017, dívida deixada pelo ex-presidente Modesto Roma. A maioria se refere a retenções de IRRF (Imposto de renda retido na fonte), o que poderia caracterizar apropriação indébita, crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro.

Os impostos não eram recolhidos desde junho de 2017. O Peixe sofreu pressão da Receita Federal nas últimas semanas e correu o risco de perder o PROFUT (Programa de refinanciamento de dívidas), lei que busca garantir a responsabilidade fiscal dos clubes brasileiros.

O Santos, oficialmente, não dá maiores detalhes sobre o caso, mas confirma as informações apuradas pela Gazeta Esportiva. O ex-presidente Modesto Roma nega a informação.

?O Santos não atrasou qualquer imposto até dezembro. Isso não é verdade. Um clube nem consegue ficar tantos meses dessa forma?, afirmou Modesto à reportagem.

Dinheiro faz falta

Os R$ 17 milhões gastos não estavam no planejamento financeiro do Santos. O valor poderia ser investido em reforços para o elenco. O atacante Bruno Henrique, por exemplo, custou R$ 13,5 milhões para deixar o Wolfsburg-ALE e foi o destaque do time em 2017.

Com dificuldades financeiras já existentes e acentuadas depois do pagamento da ?dívida surpresa?, o alvinegro busca reforços ?bons e baratos?. A prioridade é um meia. Um volante e um centroavante também estão nos planos. Até o momento, Dodô, Eduardo Sasha e Gabigol chegaram em 2018.

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