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Felipão cobra definição de Deyverson e identidade de Carlos Eduardo no Palmeiras

O Palmeiras venceu o Botafogo-SP nesta quarta-feira, no Allianz Parque, mas isso não impedir os atletas alviverdes de levarem puxões de orelha do técnico Luiz Felipe Scolari antes da próxima partida. Crítico à atuação palestrina, o que mais irritou o treinador no duelo foram as mudanças de características exercidas por seus jogadores. No segundo tempo, [?]

07:15 | 24/01/2019

O Palmeiras venceu o Botafogo-SP nesta quarta-feira, no Allianz Parque, mas isso não impedir os atletas alviverdes de levarem puxões de orelha do técnico Luiz Felipe Scolari antes da próxima partida. Crítico à atuação palestrina, o que mais irritou o treinador no duelo foram as mudanças de características exercidas por seus jogadores.

No segundo tempo, com o Verdão já à frente do placar, Deyverson perdeu a oportunidade de matar o jogo ao ficar cara a cara com o goleiro e tentar driblá-lo, sendo desarmado. A torcida, já irritada, chiou muito e Felipão não absolveu o centroavante em entrevista coletiva.

?Ele foi bem no jogo. Mas, quando tem de matar, tem de matar. Ele não é habilidoso para drible. Ele tem de fazer gol. Se sabe fazer gol, faça o gol. Às vezes, porque faz gol, esquece que está jogando e, em uma bola, pode jogar o trabalho fora. Mas ninguém disputa como ele no jogo, talvez o Felipe Melo. O Deyverson tem uma vontade incomum. E foi razoavelmente bem?, afirmou Scolari.

Além de Deyverson, Felipão fez uma análise individual do atacante Carlos Eduardo, que entrou no intervalo na vaga de Dudu e irritou a massa alviverde pelos passes errados. À beira do campo, Felipão também mostrou descontentamento, apesar do pênalti sofrido pelo atleta, e escancarou isso em sua entrevista.

?O que quero dos meus jogadores é identidade. Ele foi contratado para o que sabe fazer: um para um, driblar, partir para cima, tentar a jogada individual, como preciso. Foi o que fez no lance do pênalti. Em alguns lances, preferiu passar a bola. Claro, é uma estreia, mas quero identidade?, disse.

?Que ele saiba que, se errar ao tentar driblar, tem todo o meu apoio, porque é característica. Pode ter um pouco de receio pelo torcedor do Palmeiras, entendo, mas quero que seja um velocista, driblador, que foi o que ele fez na hora do pênalti. É o que tentei passar algumas vezes: ?se errar, não tem problema?. Essa é a qualidade dele. Se mudar a característica, incomoda?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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