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Palmeiras

Felipão destaca fim de tabus, valoriza ‘família’ e planeja rodizio em 2019

O técnico Luiz Felipe Scolari, satisfeito com o rodízio implantado em 2018, planeja manter o sistema na próxima temporada. Em entrevista à TV Palmeiras, o treinador valorizou o entrosamento do grupo e destacou os tabus quebrados ao longo da campanha rumo ao título do Campeonato Brasileiro. “Vamos ter equipes diferentes em todas as competições, modificando […]

19:45 | 06/12/2018

O técnico Luiz Felipe Scolari, satisfeito com o rodízio implantado em 2018, planeja manter o sistema na próxima temporada. Em entrevista à TV Palmeiras, o treinador valorizou o entrosamento do grupo e destacou os tabus quebrados ao longo da campanha rumo ao título do Campeonato Brasileiro.

“Vamos ter equipes diferentes em todas as competições, modificando os jogadores para que não tenhamos sobrecarga. Vamos precisar mudar um pouquinho a forma com que os atletas que atuam em um time grande se comportam, porque não existirão 11. Existirão 28 e, a partir daí, a formação de um grupo”, afirmou.

Com um elenco vasto nas mãos, Felipão formou dois times diferentes e, como sempre fez ao longo de sua longa carreira, conseguiu construir um clima saudável entre os jogadores. Aos 70 anos de idade, o experiente comandante usou o termo família para definir o grupo palmeirense.

“(Os jogadores) devem saber que quem comanda gosta de ter essa equipe como uma família, com amor, com carinho. Faz aquilo com muita dedicação. Então, as pessoas passam a acreditar, a confiar e a desenvolver uma amizade muito maior entre todos. Forma-se um grupo muito bom, quase como uma família”, explicou.

Na campanha que culminou com o título do Campeonato Brasileiro, o time dirigido por Luiz Felipe Scolari venceu o São Paulo no Morumbi pelo torneio pela primeira vez desde 2002 e ganhou de forma inédita da Chapecoense na Arena Condá. Feitos exaltados pelo comandante.

“Nesse ano, algumas histórias foram totalmente deixadas de lado. Dezesseis anos que não ganhava no Morumbi. Não ganhava, por exemplo, da Chapecoense lá. Não é um clássico, mas é um jogo diferente. Uma série de detalhes que foram nesse ano sendo deixados de lado e conseguimos chegar onde chegamos”, comentou.

Gazeta Esportiva

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