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COF do Palmeiras mantém posição e reprova contas de março

Insatisfeito com os moldes do contrato de patrocínio com a Crefisa, o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras ainda não aprovou as contas da gestão encabeçada por Maurício Galiotte em 2018. Na última segunda-feira, o órgão reprovou os números de março. Para atender determinação da Receita Federal, Palmeiras e Crefisa fizeram um aditivo [?]

17:00 | 31/07/2018

Insatisfeito com os moldes do contrato de patrocínio com a Crefisa, o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras ainda não aprovou as contas da gestão encabeçada por Maurício Galiotte em 2018. Na última segunda-feira, o órgão reprovou os números de março.

Para atender determinação da Receita Federal, Palmeiras e Crefisa fizeram um aditivo ao contrato de patrocínio, pelo qual o clube assume o compromisso de ressarcir a parceira em aproximadamente R$ 120 milhões, valor desembolsado pela empresa para adquirir reforços.

A maioria dos integrantes do COF entende que Galiotte deveria ter consultado o órgão antes de alterar os moldes do acordo de patrocínio. Já os correligionários do mandatário, provável candidato à reeleição em novembro, tratam a posição como algo meramente político.

Com o COF irredutível, Maurício Galiotte decidiu convocar uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para que o tema seja ?amplamente esclarecido, discutido e deliberado?. Seraphim Del Grande, presidente do órgão, marcará uma data para o encontro em breve.

A empresária Leila Pereira, conselheira e proprietária da Crefisa, já prestou esclarecimentos ao COF pessoalmente, mas o encontro foi infrutífero. Ela prevê que, caso o assunto seja votado no Conselho Deliberativo, acabará aprovado, o que se sobrepõe à posição do COF.

 

Gazeta Esportiva

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