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Técnico que fez história com a Costa Rica na Copa quer Borja na Rússia

Jorge Luis Pinto fez história à frente da seleção da Costa Rica na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, levando o país surpreendentemente até as quartas de final do Mundial, caindo apenas para a Holanda, nos pênaltis, e dando adeus ao torneio de forma invicta depois de se classificar em um grupo que contava [?]

09:15 | 21/05/2018

Jorge Luis Pinto fez história à frente da seleção da Costa Rica na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, levando o país surpreendentemente até as quartas de final do Mundial, caindo apenas para a Holanda, nos pênaltis, e dando adeus ao torneio de forma invicta depois de se classificar em um grupo que contava com Inglaterra, Itália e Uruguai. Colombiano, o treinador crê que Miguel Borja tem totais condições de se juntar a estrelas como James Rodrígez e Falcao Garcia na Rússia.

Vivendo ótima fase com a camisa do Palmeiras após um primeiro ano sendo fortemente criticado por imprensa e torcida, Borja já soma em 2018 15 gols e é o artilheiro do Verdão no ano. Enfim, fazendo valer o investimento de R$ 30 milhões pelo seu futebol, o atacante foi incluído na lista dos 35 pré-selecionados do técnico da seleção colombiana, José Pekerman.

?Borja, para mim, é o substituto do Falcao. Vive um momento muito bom e acredito que pode ser um jogador que em uma emergência pode substituir o Falcão ou jogar com ele?, afirmou Jorge Luis Pinto, convidado do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

Após a campanha história com a Costa Rica na Copa do Mundo de 2014, o treinador assumiu a seleção de Honduras e, inclusive, comandou o país caribenho nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, terminando o torneio na quarta colocação após perder a disputa pela medalha de bronze para a Nigéria, por 3 a 2.

Já com a seleção principal hondurenha Jorge Luis Pinto foi menos feliz. Depois de terminar as Eliminatórias da Concacaf na quarta colocação, perdeu a chance de novamente comandar um país no Mundial e acabou se desligando do cargo.

O treinador colombiano também aproveitou para comentar sobre o futebol de outro palmeirense que veio do Atlético Nacional: Alejandro Guerra. Na visão de Jorge Luis Pinto, o meia alviverde está um pouco abaixo dos demais atletas de grandes clubes do Brasil.

?Não sinto que a dinâmica de jogo dele seja ideal para o futebol rápido, para o futebol dinâmico. Quando tem que recompor, ajudar na defesa, pressionar, ele fica um pouquinho atrás. Mas talento ele tem, é claro que ele tem talento. Jogou bem no Atlético Nacional, fez uma Libertadores importante, mas o nível do futebol brasileiro custou um pouco a ele?, concluiu.

Gazeta Esportiva

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