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Palmeiras

Guerra mira sequência e culpa “azar” por lesões e problemas no Palmeiras

O jogo do Palmeiras contra o Junior Barranquilla, às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque, será uma oportunidade para Guerra afastar a ‘maré de azar’ que vem impedindo sua sequência no Verdão. Atrapalhado por lesões e problemas particulares em momentos decisivos, o venezuelano deve receber uma chance na equipe titular diante dos colombianos. Colocado pelo […]

10:15 | 16/05/2018

O jogo do Palmeiras contra o Junior Barranquilla, às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque, será uma oportunidade para Guerra afastar a ‘maré de azar’ que vem impedindo sua sequência no Verdão. Atrapalhado por lesões e problemas particulares em momentos decisivos, o venezuelano deve receber uma chance na equipe titular diante dos colombianos.

Colocado pelo técnico Roger Machado durante o segundo tempo dos confrontos com Boca Juniors (Copa Libertadores) e Botafogo (Campeonato Brasileiro), o venezuelano mudou os jogos. Deu passe para Keno marcar diante do time argentino e estufou as redes da equipe do Rio de Janeiro.

A ascensão de Guerra coincidiu com alguns jogos apagados do meia Lucas Lima, o que fez o venezuelano ser cotado a uma vaga como titular contra o Internacional. As chances de o estrangeiro ganhar uma oportunidade no 11 inicial acabaram em um lance com Michel Bastos durante treinamento, que causou uma lesão no quadril. Recuperado, ele quer afastar o “azar”.

“Tem o azar. Eu também faço a mesma pergunta: por que quando estou bem eu me machuco ou acontece algo? É azar, é futebol. É assim. Você não quer machucar, aí tem quem fale que vai de uma lesão a outra. Não quero machucar. Tenho que aceitar, porque isso passa por alguma coisa”, lamentou o camisa 18.

Esta foi a quinta lesão de Guerra desde que chegou ao Palmeiras. O problema mais grave, porém, foi pessoal, e novamente em período em que o venezuelano se destacava. O filho do meia, Assael, ficou internado porque se afogou na piscina de casa e o atleta precisou viajar para ficar com a família. Agora, ele quer voltar a ser importante e finalmente conseguir uma sequência atuando 90 minutos.

“Decisão da comissão técnica (de não jogar 90 minutos). Eu respeito, não gosto de ficar no banco, porque acho que meu espaço é no campo, mas respeito a decisão do Roger. Sempre trabalho para jogar, 1, 2 ou 90 minutos, sempre com a certeza de fazer bem as coisas. Depois que se decide se eu jogo ou não, mas sempre respeitando a decisão da comissão técnica”, completou.

Gazeta Esportiva