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Felipe salienta que reencontro com Rogério Ceni pode ser positivo para o Fortaleza

Ex-treinador do time e equipe se enfrentam neste sábado, 26, às 21 horas, no Castelão, em jogo entre o Tricolor e o Flamengo, válido pela 27ª rodada da Série A do Brasileirão
21:08 | Dez. 25, 2020
Autor - Iara Costa
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- Iara Costa Estagiária do caderno de Esportes
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O jogo do Fortaleza deste sábado, 26, às 21 horas, diante do Flamengo, no Castelão, marca o reencontro entre o ex-treinador do time, Rogério Ceni, e a equipe. Se para o lateral-direito do rubro-negro, Isla, não há uma vantagem em tal reencontro, a opinião do volante do Tricolor, Felipe é outra. Em coletiva cedida nesta sexta-feira, 25, o jogador salientou que a reunião pode ser favorável ao Leão. 

"O grupo conhece o treinador, então sabemos o que ele gosta de fazer. Isso acaba nos ajudando. Como falei, amanhã é um grande dia, grande jogo e, se Deus quiser, vamos conseguir esses tês pontos", disse o jogador em coletiva.  

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Felipe afirmou ainda que o time fez uma boa semana de treinos e, por isso, tem uma boa expectativa sobre a partida. "Uma expectativa muito grande, de vitória. A gente vem de resultados negativos, mas treinamos bem essa semana. Ta todo mundo preparado pro jogo de amanhã", falou.

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Prometer carbono zero em 2050 não é relevante, diz presidente da Suzano

ECONOMIA
2021-08-01 08:52:35
Autor Agência Estado
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Agência Estado Autor
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O presidente da gigante de celulose Suzano, Walter Schalka, afirma que é hora de governos e empresas agirem rápido para combater os efeitos do aquecimento global. Por isso, as metas têm de ser imediatas, em vez de alongadas em décadas. "Quando uma empresa promete ser carbono zero em 2050, não vejo como uma coisa relevante. Não dá para ficar postergando, acho muito mais válido dizer que vai reduzir emissões em 30% até 2030."
Para o executivo, é urgente que se defina um modelo de precificação para a compra de créditos de carbono por empresas poluentes - ele acredita que o tema deve ser prioridade da próxima reunião da COP-26. Schalka diz que o sistema deve incentivar o senso de urgência: "Tem de ser caro (comprar créditos de carbono), para forçar as empresas a investir na descarbonização."
A diversidade virou tema abordado pelas empresas industriais. Como o sr. vê esse movimento?
Não é questão das empresas industriais, mas da sociedade. Há uma série de grupos - mulheres, negros, LGBTQIA+ e PCDs (pessoas com deficiência) - que merecem ser apoiados e ter oportunidades. Há dois anos, nosso programa de trainee deixou de exigir inglês e não olhamos mais a universidade (onde a pessoa estudou). Não achamos que a formação universitária é suficiente para determinar quem vai ser um líder no futuro, que é o que tentamos identificar. No último ano, conseguimos ter 56% de mulheres e 44% de negros entre os aprovados.
O sr. se envolveu pessoalmente no grupo Unidos pela Vacina. O que isso ensinou?
Há ações conjunturais a ser tomadas e questões estruturais da sociedade. Na questão emergencial da pandemia, não trabalhamos só na vacina, mas construímos cinco hospitais, com a Gerdau, e fizemos mais de 6,5 mil respiradores. Mas, para além dessa conjuntura, o Brasil não pode ter uma sociedade de castas. Os 200 milhões de brasileiros têm de ter oportunidades e responsabilidades iguais. Nossa posição foi muito clara de não privilegiar nossos funcionários em detrimento da sociedade como um todo.
Há um problema de origem.
Há uma combinação muito perversa de corporativismo e patrimonialismo no Brasil. Quantas associações entraram na Justiça dizendo que deveriam tomar vacinas antes dos outros? Há corporações que têm mais subsídios (vantagens), no Legislativo, no Judiciário, no Executivo, em sindicatos. Infelizmente, a "Lei de Gerson" está espalhada e tem gente que fala, com orgulho, que consegue mais do que o outro, quando deveria ter vergonha.
Como a Suzano lida com as comunidades no entorno de suas fábricas e florestas?
A relação vem mudando, mas não está no ponto ideal. Em alguns casos, ainda há paternalismo. A comunidade demanda algo, a empresa atende. Isso cria um círculo vicioso, porque o problema é estrutural. Nos últimos anos, temos tentado - e, em alguns casos, conseguido - criar um programa de renda sustentável, e não ficar subsidiando apenas. Temos um programa de produção de mel, com auxílio para venda e exportação, que funciona em comunidades da Bahia, do Espírito Santo e de Mato Grosso do Sul.
A questão ambiental parece ser um desafio para muitas indústrias. Como a Suzano vê a questão das metas ambientais?
Nosso propósito é renovar a vida com a árvore. No passado, a gente vendia celulose. Agora, tiramos energia dela, vendemos energia. Mas podemos fazer muito mais. Da árvore a gente pode tirar outros produtos. Hoje, a indústria têxtil é um mercado de 106 milhões de toneladas: 20 milhões vêm do algodão, que demanda muita água; 80 milhões são de fibras derivadas do petróleo; e só 6 milhões vêm da árvore - a viscose. Estamos trabalhando em duas alternativas ecológicas para que esses 6 milhões aumentem significativamente. A árvore pode também produzir o bio-óleo, para substituir produtos fósseis. Temos a oportunidade de ter uma cadeia muito mais abrangente de produtos.
O que há em desenvolvimento?
Temos três ecossistemas: com uma equipe própria de desenvolvimento, com a academia e com startups. Investimos numa empresa finlandesa, a Spinnova, que já vale € 600 milhões, para fazer fio de tecido. Hoje, somos carbono negativo: sequestramos 15 milhões de toneladas e emitimos 3,2 milhões.
A nova fábrica, em Mato Grosso do Sul, pode ser um teste para novas tecnologias?
Esse projeto é superinteressante e tem a responsabilidade de reduzir a nossa emissão de carbono em relação à quantidade de celulose produzida. Vai ser o projeto com mais geração de energia em nosso sistema, com 180 MW médios de energia, o que é equivalente a uma hidrelétrica de porte razoável.
E qual é o efeito do ESG no negócio? A agenda traz benefícios?
Tem muito efeito em vários aspectos, o primeiro deles é o custo de capital. A Suzano tem emitido títulos associados a objetivos ambientais. Fizemos uma emissão de dez anos com a menor taxa de juros da nossa história recentemente, com juros de 3,1% ao ano, em dólar.
Segundo pesquisa recente, os executivos brasileiros são menos otimistas do que a média sobre o ESG. Há discurso vazio por aí?
Quando uma empresa promete ser carbono zero em 2050, não vejo como uma coisa relevante. Não dá para ficar postergando, acho muito mais válido dizer que vai reduzir emissões em 30% até 2030. Precisamos de ações imediatas. Outra questão importante é a definição da precificação do carbono, de como isso vai ser comprado e vendido. Tem de ser caro, para forçar as empresas a investir na descarbonização. A COP-26 (conferência do clima em novembro, na Escócia) é a grande oportunidade para essa definição.
Mas o País está na contramão no meio ambiente, como mostram dados de desmatamento.
Temos de demonstrar ao governo que há formas melhores de gerar valor para as comunidades amazônicas do que permitir o desmatamento ilegal. Podemos nos tornar uma potência ambiental. Temos de combater ferozmente ilegalidades. O Brasil tem legislação ambiental muito positiva, e ela deve ser colocada em prática. O setor privado tem de levantar a voz.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Cantor Giovani revela que teve "apagão" após acidente de carro neste sábado

EM SÃO PAULO
2021-08-01 08:46:00
Autor Mirla Nobre
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Mirla Nobre Autor
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O cantor sertanejo Giovani, da dupla Gian, revelou na noite deste sábado, 31, que teve um “apagão” após capotar o carro, na manhã de hoje, na rodovia Presidente Dutra, no perímetro do município de Arujá, interior de São Paulo. O artista dirigia o veículo e estava acompanhado pela esposa, Ana Carolina Morais. Nas redes sociais, o cantor publicou um vídeo no perfil da dupla sertaneja no Instagram em que comenta, ao lado da esposa, sobre o acidente ocorrido mais cedo e agradece por não ter acontecido nada pior.

"Eu não entendi muito bem o que aconteceu porque dirijo muito bem. Tenho muita experiência na estrada. Mas, realmente, aconteceu o acidente. Quando olhei para o lado para saber se ela estava bem... Acho que tive um apagão nessa hora", declarou ele. 

Segundo a mulher do compositor, o marido não estava em alta velocidade na estrada. "A gente estava em velocidade baixa. Acho que uns 80 quilômetros por hora", especificou. Ela destaca que quem ajudou o casal logo após o acidente foi uma família. Eles tiveram dificuldade para deixar o veículo e contaram com o auxílio de outros motoristas.

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Ao encerrar, o casal mostrou que passaram a tarde de sábado bem após saírem do hospital. "Estamos postando esse vídeo agora porque foi um momento que recebemos medicações. Tive que descansar bastante. Graças a Deus em casa, que é o mais importante. No aconchego do lar. A todo mundo: obrigado pelas orações e carinho. Estamos muito bem", finalizou o cantor.

Também nas redes sociais, Giovani fez uma publicação no seu perfil sobre o acidente, em que disse que “foi um susto muito grande” e deixou um alerta de segurança nas estradas. “Fica aqui meu alerta: usem cinto de segurança, pois ele salva vidas. Muita gratidão a Deus, gratidão aos médicos que me atenderam, gratidão aos socorristas da pista. É um milagre estarmos vivos e cheios de gratidão. Obrigada a família que nos acolheu e nos tirou do carro. Não há palavras. Deus abençoe a todos vocês", continuou em texto publicado em seu Instagram.

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Gás natural atrai interesse de gigantes

ECONOMIA
2021-08-01 08:37:39
Autor Agência Estado
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Três investidores apostam no gás natural do pré-sal para gerar energia elétrica térmica a preço compatível com o das hidrelétricas. E são dos grandes: a empresa petrolífera Shell, a fabricante de equipamentos Mitsubishi Hitachi Power Systems Americas (MHPS) e o Pátria Investimentos, operador da usina térmica Marlim Azul. Nesse projeto de R$ 2,5 bilhões, em construção no município de Macaé, no norte fluminense, o "pulo do gato" está no preço do gás, utilizado como insumo, disseram os investidores.
Com operação prevista para o início de 2023, a usina será a primeira pensada para agregar valor ao gás do pré-sal. A Shell vai fornecer a matéria-prima, extraída por ela própria da Bacia de Santos, a um valor mais competitivo, porque não será atrelado ao dólar e a cotações internacionais, como fazem concorrentes. A Petrobras, por exemplo, alinha o preço de seu gás ao do produto importação. Na prática, seus clientes compram o produto brasileiro a preço do importado.
"Baixamos o preço (do megawatt-hora, MWh) e vamos ser chamados sempre. Nossa energia é mais barata do que a de hidrelétricas, e a previsão é despachar mais de 80% (da capacidade)", disse Bruno Chevalier, presidente da Marlim Azul.
Quando pronta, a usina terá capacidade para gerar 565 megawatt (MW), o suficiente para abastecer uma cidade de 2,5 milhões de habitantes. Metade da construção foi concluída, e os principais equipamentos já estão no Brasil. Uma nova unidade pode ser instalada no mesmo terreno. Mas, para isso, o projeto deve ser contratado em novo leilão, o que dificilmente vai acontecer ainda neste ano.
Marlim Azul, assim como outras térmicas planejadas para Macaé, surgiu do empresário Hugo Crespo, do Grupo Vale Azul. A estratégia do GVA é desenvolver projetos de infraestrutura que superam sua capacidade de investimento. Assim, ele se associa a parceiros de grande porte e, quando o projeto está maduro e na fase de decisão de investimento, o grupo vende sua participação. O GVA começou a desenvolver térmicas e licenciá-las em 2008.
Além das térmicas do GVA e de Marlim Azul, o Estado do Rio de Janeiro já licenciou usinas da EDF, Eneva, MHPS e GPE.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Olimpíadas de Tóquio: Vitória de Hebert Conceição garante mais uma medalha para o Brasil

BRONZE GARANTIDO
2021-08-01 08:27:50
Autor Gabriel Borges
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O Brasil garantiu, pelo menos, mais uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Isso porque o brasileiro Hebert Conceição venceu mais uma luta na manhã deste domingo, 1º. O pugilista derrotou o cazaque Abilkhan Amankul, em duelo válido pelas quartas de final da categoria até 75kg do boxe.

A vitória de Conceição garante mais uma medalha para o Brasil, já que não há disputa de terceiro lugar no boxe. Com o placar de 3x2 nas quartas, o brasileiro passa às semifinais para enfrentar o russo Gleb Bakshi.

O Brasil já possui outra medalha garantida na modalidade. Abner Teixeira, da categoria até 91kg, também está garantido em uma das semifinais. Beatriz Ferreira, na categoria até 60kg, e Wanderson Oliveira, até 63kg, ainda podem garantir mais medalhas para o Time Brasil caso também avancem para as semifinais em suas lutas.

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Coreia do Sul registra recorde nas exportações em julho, de US$ 55,44 bilhões

INTERNACIONAL
2021-08-01 08:22:38
Autor Agência Estado
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O crescimento das exportações da Coreia do Sul ficou mais moderado em julho, mas ainda assim o país registrou novo recorde em valor nas suas vendas. As exportações cresceram 29,6%, na comparação anual, para o recorde de US$ 55,44 bilhões, informou no início deste domingo o Ministério do Comércio. O valor é o mais elevado desde 1956, início da série histórica.
Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam crescimento anual maior nas exportações, de 30,1%. As vendas seguiram fortes diante da demanda do exterior por produtos como microchips e petroquímicos, informou o governo local, no nono mês seguido de crescimento.
As importações aumentaram 38,2% na mesma comparação, a US$ 53,67 bilhões, após crescimento de 40,7% no mês anterior. O superávit comercial sul-coreano de julho foi de US$ 1,77 bilhão. Os analistas previam crescimento de 43,4% das importações e superávit de US$ 370 milhões. Fonte: Dow Jones Newswires.
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