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"O que mais pesou foi a geografia", afirma Marcello Desidério sobre punição do STJD

Ceará e Fortaleza sofreram sanção de dois mandos com portões fechados em função do ocorrido no Clássico-Rei do dia 10 de novembro

18:49 | 26/11/2019
Marcello Desidério é o vice-presidente do Fortaleza. (Foto: Mateus Dantas / O Povo)
Marcello Desidério é o vice-presidente do Fortaleza. (Foto: Mateus Dantas / O Povo) (Foto: MATEUS DANTAS)

Em entrevista ao Programa Trem Bala da rádio O Povo CBN, na tarde desta terça-feira, 26, o vice-presidente do Fortaleza, Marcello Desidério, falou que o Fortaleza deverá pedir efeito suspensivo da punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para a partida diante do Bahia. Sucessivamente, o time deverá tentar anular a sanção de dois mandos com portões fechados, sofridas em função do ocorrido no Clássico-Rei, do dia 10 de novembro, no Castelão.

Desidério disse acreditar que ser um time do Nordeste pode ter influenciado na decisão do órgão."Eu acho que o que mais pesou foi a geografia", afirmou.

Em decisão divulgada nesta terça-feira, 26, o STJD determinou multa e realização de dois jogos com portões fechados, tanto para o Fortaleza quanto para o Ceará. O regulamento da CBF prevê que as punições sejam cumpridas ainda na mesma competição, a partir de três dias após o julgamento - parágrafo 7º do artigo 67. 

O dirigente explicou que a punição não irá afetar o jogo entre Fortaleza e Santos, que será nesta quinta-feira, 28, às 20 horas, no Castelão, e disse, ainda, que espera conseguir reverter a sanção. "Na verdade, a gente espera que o efeito nos dê tempo para reverter a decisão. É correr contra o tempo", expressou.

O vice-presidente explicou que, caso o Fortaleza não obtenha sucesso no pedido de suspensão, terá que cumprir a punição. "O pleno é a última instância. Se, eventualmente, não obtivermos êxito, teremos que cumprir. Diante das provas, vamos fazer valer o pleno do STJD", frisou.