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Fortaleza Esporte Clube
NOTÍCIA

No Mineirão, Fortaleza vai em busca de resultado inédito contra o Cruzeiro

Equipes se enfrentam no sábado, 26, às 21 horas

11:04 | 22/10/2019
Último jogo entre Leão e Raposa foi no Castelão, com vitória tricolor
Último jogo entre Leão e Raposa foi no Castelão, com vitória tricolor (Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro)

Depois de 13 anos, Cruzeiro e Fortaleza voltam a se enfrentar no Mineirão. Em toda a história, os times se encontraram 12 vezes em jogos oficiais, com duas vitórias do Leão, sete da Raposa e três empates. No sábado, 26, em partida válida pela 28ª rodada do Brasileirão, o tricolor vai em busca de conquistar um resultado inédito na história do confronto: vencer os mineiros fora de casa.

O Fortaleza viajou a Belo Horizonte para jogar contra o Cruzeiro em cinco oportunidades. A primeira vez foi no longínquo ano de 1973, com vitória cruzeirense por 1 a 0, gol de Lima. Oito anos depois, em 1981, o Mineirão voltaria a ser palco do duelo, com os donos da casa vencendo mais uma vez por 1 a 0. Mauro fez o tento que definiu o placar.

Mais de 20 anos depois, as equipes jogariam entre si novamente. No repaginado Brasileirão de pontos corridos de 2003, o Cruzeiro venceu por 2 a 0, com dois gols do zagueiro Cris, e em 2005 voltaria a ganhar, mas com um placar mais elástico: Moisés Moura e Diego Clementino, duas vezes, construíram o 3 a 0. No ano seguinte, o primeiro empate da história do confronto no Mineirão: 0 a 0.

Para o Fortaleza, a missão de vencer o Cruzeiro fora de casa é importantíssima no contexto do “outro” campeonato: o da briga contra o rebaixamento. Com 31 pontos e na 14º colocação, o Leão tem a chance de se distanciar bastante do seu adversário, que tem 28 pontos e abre a zona de rebaixamento no 17º lugar. Se perder, porém, pode ver o Cruzeiro igualar sua pontuação e embolar a parte de baixo da tabela.

O desafio também tem um gosto a mais para Rogério Ceni. O treinador deixou o Fortaleza em agosto para comandar a Raposa, mas teve vários problemas internos que minaram sua permanência. Seus atritos com alguns jogadores do elenco, como Thiago Neves, Dedé e Edílson, além da falta de respaldo da diretoria, logo fizeram com que ele fosse demitido. Cumprir uma “lei do ex” de treinador pode ser um compromisso a mais que Ceni deve ter em mente para o confronto.

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