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Felipe Alves diz que o sinal de alerta acendeu no Fortaleza e revela cobrança interna para vencer o CSA

Apesar da vontade de voltar a vencer, goleiro do Leão prega respeito ao CSA e não se deixa levar pelos rótulos do time na competição

18:42 | 10/08/2019
Felipe Alves não acredita que a campanha ruim do CSA no Série A torne a partida contra o Fortaleza fácil
Felipe Alves não acredita que a campanha ruim do CSA no Série A torne a partida contra o Fortaleza fácil (Foto: Divulgação/TV Leão)

Já são três partidas sem vitória, com duas derrotas consecutivas. Resultados que acenderam um sinal amarelo no Pici. A afirmação é do goleiro Felipe Alves, titular do Fortaleza, que comentou sobre o atual momento do Leão na Série A e sobre a partida desta segunda-feira, 12, contra o CSA-AL.

"Não é algo natural (muitos resultados negativos), a gente sempre liga um alerta quando isso acontece e já estamos com ele ligado. Isso não quer dizer que vamos ganhar ou empatar a próxima partida. Estamos nos preparando da melhor maneira possível", disse o camisa 12 do Tricolor.

Além de não esconder o incômodo com os resultados recentes, Felipe Alves também revelou uma cobrança interna muito forte para voltar a vencer. “A gente se cobra bastante por essa reação. Por vir de duas derrotas, a cobrança aumenta de tamanho", garante.

Há quem veja o CSA como o adversário ideal para o atual momento do Fortaleza, já que o time alagoano é o vice-lanterna e tem o pior ataque da competição. O goleiro do Leão não se deixa levar pelos rótulos e prega cautela no duelo.

“Será mais um jogo difícil como qualquer outro. Time que está na zona de rebaixamento joga para sair dela. A gente vai jogar fora de casa e nunca esperamos que seja jogo fácil. Estamos jogando um campeonato de Série A e todo jogo é difícil", avisa.

Felipe Alves também comentou sobre o tabu existente no confronto. Desde 2001 que o Fortaleza não ganha do time marujo. Nada que assuste o goleiro titular do Fortaleza, entretanto. “Tabus são feitos para serem quebrados, não acho muito coerente a gente levar isso muito a sério porque se estatísticas e tabus prevalecessem não teria graça uma competição, todo mundo já saberia o resultado final", disse.

Brenno Rebouças